MUDANÇA NO SECRETARIADO

COM GILBERTO FIGUEIREDO ASSUMINDO A VAGA DE BOTELHO NA ALMT, NOVO SECRETÁRIO DE SAÚDE É DEFINIDO

Botelho deve se afastar na próxima quarta-feira (11)

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Foto: Secom-MT

Com a confirmação e autorização do plenário da Assembleia Legislativa, o deputado Eduardo Botelho (UNIÃO) se afastará por 121 dias. Nesse período, o secretário de Saúde de Mato Grosso, Gilberto Figueiredo (UNIÃO), deixará o cargo de secretário e retornará ao posto de deputado estadual. Botelho utilizará esse tempo para se dedicar à sua campanha para as eleições municipais em Cuiabá.

O governador Mauro Mendes (UNIÃO) confirmou que Juliano Melo, funcionário de carreira, será o novo comandante da Secretaria de Saúde do estado. A nomeação de Juliano e a exoneração de Gilberto Figueiredo deve acontecer na próxima semana. Botelho deve se afastar na próxima quarta-feira (11).

Botelho espera que, com a volta de Gilberto ao cargo de deputado, ele também possa ajudar na sua campanha para a prefeitura de Cuiabá. Caso Botelho seja eleito prefeito, Gilberto assumirá a vaga de deputado por mais dois anos.

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Deputado diz que emendas parlamentares garantem sobrevivência de municípios; veja a entrevista

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Desde segunda-feira (27), Brasília sedia mais uma marcha de vereadores. Para o deputado Charles Fernandes (PSD-BA), a mobilização — que começou na década de 90 e chega à 25ª edição — consolida a força dos legislativos municipais.

Em entrevista à Rádio Câmara nesta quarta-feira (29), o deputado, que é coordenador da Frente Parlamentar Mista em Defesa dos Vereadores e das Câmaras Municipais, disse que os vereadores sempre foram deixados “à margem das discussões”.

“O vereador não é despachante do prefeito ou dos deputados”, criticou.

Charles Fernandes entrou na vida pública como vereador de Guanambi (BA) (2001-2004) e defendeu a importância desses agentes na implementação das políticas públicas para o desenvolvimento das cidades.

Emendas parlamentares
Charles contou que, quando era prefeito, peregrinou por ministérios e gabinetes de deputados. Mas hoje, segundo ele, essa imagem do “prefeito com o pires na mão” mudou por causa das emendas parlamentares.

Defensor das emendas, Charles rebateu os críticos que consideram as emendas “paroquiais” e um entrave para as políticas públicas nacionais e disse que cabe ao Executivo fiscalizar o uso desse dinheiro.

Na última década, o valor das emendas parlamentares aumentou de R$ 6 bilhões para R$ 60 bilhões por ano.

Segundo Charles Fernandes, 80% dos municípios “sobrevivem” graças às emendas parlamentares, sobretudo para a educação e para a saúde.

Da Rádio Câmara
Edição – Natalia Doederlein



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