SENTE-SE EMPENHADO

BOTELHO ESPERA CONTAR COM FÁBIO GARCIA ‘EMPENHADO’ DE CORPO E ALMA NA CAMPANHA

Todos vêm, o governador vem, a dona Virgínia, o Fábio [Garcia] vai vir também, eu tenho certeza disso

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Política

Secom AL-MT

O presidente da AL-MT, deputado Eduardo Botelho (UB), após ser escolhido pelo governador Mauro Mendes (UB) como o nome do partido para concorrer à Prefeitura de Cuiabá neste ano, já declarou que conta com o apoio de “corpo alma” do gestor do Paiaguás e também do chefe da Casa Civil, Fábio Garcia (União), em sua campanha na disputa do Alencastro.

“Todos vêm, o governador vem, a dona Virgínia, o Fábio [Garcia] vai vir também, eu tenho certeza disso. O Fábio é partidário, é companheiro. Ele esteve junto comigo em todas as eleições, de 2012 para cá, em todas as majoritárias que participamos. Então tenho certeza de que ele vai vir conosco sim, vai vir somar conosco”, afirmou Botelho aos jornalistas, na sexta-feira (16).

Questionado sobre as críticas que sofreu no passado da deputada federal Gisela Simona (União) e se espera contar também com o apoio dela, o candidato disse que faz parte da política e que tem expectativas de conseguir o apoio de quem estava ao lado de Garcia.

“A política é isso, faz parte. Eu espero que ela [Gisela Simona] venha sim. Também espero os vereadores que já estavam apoiando o Fábio venham conosco. Agora evidentemente que pode ter um ou outro que não queira vir e isso faz parte também. Mas nós vamos trabalhar porque venham todos. Esse é o meu trabalho agora, de convencê-los que o melhor caminho é esse, o melhor caminho para Cuiabá, o melhor caminho para o município”, disse.

Quanto aos ataques que têm sofrido de adversários como os de Abilio Brunini (PL) e Botelho, o chefe do Legislativo disse que está preparado para enfrentar a todos e que existem pessoas que “só sabem criticar”.

“Estou desde o ano passado sendo atacado e eu estou preparado para isso, tem pessoas que só fazem isso na vida. Eu estou preparado para essas pessoas, para aqueles que venham com propostas como eu, para discutir, que venham no meu nível para discutir, eu estou preparado. E para aqueles que também venham do outro nível, que só sabem atirar pedra, não sabem discutir uma proposta, não sabem apresentar nada, não sabem construir nada, só sabem destruir. Mas não vão me destruir, essas pessoas podem vir, eu estou preparado”, finalizou.

 

 

 

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Decisões monocráticas prejudicam trabalho da CPMI, diz Carlos Viana

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As decisões monocráticas do Judiciário, muitas vezes tomadas à revelia da Constituição, geram insegurança, invasão de prerrogativas e atrapalham o trabalho da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito que apura fraude contra aposentados e pensionistas do INSS. A avaliação foi feita nesta quarta-feira (11) pelo presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), após audiência com o ministro relator da Operação Sem Desconto, André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF).

Na conversa com o ministro, Carlos Viana apresentou pontos que precisam ser esclarecidos em relação às investigações da comissão e defendeu a revisão de habeas corpus que permitem o não comparecimento de testemunhas ao colegiado.

— O ministro vai rever e, especialmente no caso de Daniel Vorcaro, encaminhará recurso para votação na turma colegiada. Para nós é uma questão de honra ele comparecer à CPMI. Se não houver revisão de habeas corpus e possibilidade de comparecimento, dificilmente ele terá de dar satisfações ou comparecer à comissão — afirmou.

Viana disse ainda a André Mendonça que a CPMI não tem qualquer responsabilidade em relação a vazamentos de informações, tendo em vista que o colegiado tem o papel institucional de resguardar esses dados.

O presidente da CPMI, no entanto, ressaltou que a audiência com o ministro do Supremo não avança para corrigir “o desequilíbrio entre os Poderes, na invasão de prerrogativas que o Congresso Nacional tem, mas que decisões monocráticas têm atrasado e inviabilizado o nosso trabalho”.

No encontro no STF, Carlos Viana também cobrou a presença de representantes do sistema financeiro na comissão.

— Eles não estão na CPMI como investigados, mas como testemunhas ou colaboradores para [a elaboração] de uma nova legislação que tenha regras para consignados — esclareceu.

A “blindagem do sistema financeiro pela base do governo” também foi apontada pelo relator da comissão mista, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), que participou da audiência com André Mendonça.

— Trabalho para entregar um relatório robusto, mas que contém vários tópicos que necessitam de provas concretas. Nossa preocupação é a blindagem do sistema financeiro, muito por decisões judiciais, e estamos impedidos de avançar nesse tema. Precisamos impor restrições ao que temos encontrado. Ou o Brasil muda esse jogo e respeita a população ou esse desvio em cima de aposentados e pensionistas continuará acontecendo — disse o relator.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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