Eleições 2024
BOTELHO AFIRMA QUE MANTERÁ A MESMA ESTRATÉGIA NA RETA FINAL DA CAMPANHA
Para ele, a realização de dois turnos é uma característica do processo eleitoral em Cuiabá
Política
O candidato à prefeitura de Cuiabá, Eduardo Botelho (União), declarou que continuará a mesma estratégia de campanha na última semana antes das eleições, priorizando o contato direto com os eleitores.
Segundo Botelho, a abordagem utilizada até agora tem gerado respostas positivas, e a expectativa é manter esse trabalho até a véspera da votação.
“Nós vamos fazer na última semana, contato com o povo, cumprimentando, fazendo compromisso, apertando mão, olhando nos olhos, o mesmo caminho que nós estamos, vamos continuar”, afirmou.
Quando perguntado sobre a chance de vencer no primeiro turno, o candidato disse que nunca teve essa expectativa. Para ele, a realização de dois turnos é uma característica do processo eleitoral em Cuiabá.
“Nunca tive a expectativa de vitória no primeiro turno. Estou trabalhando sabendo que há dois turnos. Se terminar no primeiro, Deus abençoe, mas, se Deus quiser que a gente vá para o segundo turno, ganharemos sem problema nenhum”, destacou.
O candidato tem centrado sua campanha em um discurso de proximidade com a população, buscando tirar a cidade do buraco e fortalecer seu nome nas ruas. A reta final da campanha será fundamental para consolidar o apoio obtido até o momento, mantendo o foco em um possível segundo turno, se necessário.
Política
Lei facilita parcerias entre governo e organizações civis em calamidades
Regras mais flexíveis nas parcerias entre a administração pública e as organizações da sociedade civil (OSCs) em caso de calamidade já estão valendo. É o que determina uma lei sancionada e publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (16).
A aplicação de medidas excepcionais para enfrentar os impactos de calamidade pública dependerá do reconhecimento da situação pelo poder público, em âmbito federal ou estadual.
De acordo com a Lei 15.391, de 2026, a administração pública poderá:
- firmar parcerias emergenciais,
- alterar planos de trabalho,
- prorrogar, suspender ou encerrar as parcerias preexistentes,
- adotar procedimento simplificado de prestação de contas.
Para as parcerias emergenciais, poderá ser dispensado o chamamento público — mecanismo utilizado para selecionar interessados em firmar parcerias com o governo — quando houver comprovação da necessidade de atendimento imediato e de risco iminente de prejuízo à população.
Mas a administração pública também poderá publicar edital de chamamento público de fluxo contínuo — procedimento em que o poder público mantém aberto, por prazo indeterminado ou prolongado, um edital para receber propostas ou habilitar interessados de forma permanente — para a celebração de parcerias emergenciais destinadas ao enfrentamento de impactos decorrentes de estado de calamidade pública.
A lei prevê ainda regras para o plano de trabalho e o remanejamento de recursos. Trata ainda da alteração de parcerias preexistentes e prestação de contas.
A lei é oriunda do PL 1.707/2025, de autoria do Poder Executivo. No Senado, a matéria foi aprovada em Plenário em março, com relatoria de Eliziane Gama (PSD-MA). Para a senadora, o projeto estimula a continuidade das ações sociais e reconhece a importância das OSCs.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
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