Política
Bolsonaro anuncia saída do PSL; Parlamentares mato-grossenses devem acompanha-lo
Política
Da Redação
Após uma intensa crise interna no Partido Social Liberal (PSL), que rachou a sigla, dois parlamentares mato-grossenses decidiram que irão sair do partido juntamente com o presidente Jair Bolsonaro.
O deputado estadual Delegado Claudinei e o deputado federal Nelson Barbudo, se preparam para deixar a legenda assim que Bolsonaro anunciar oficialmente sua saída da legenda.
Bolsonaro anunciou sua saída do PSL na tarde desta terça-feira (12), de acordo com o próprio presidente, há a possibilidade de se criar uma nova legenda para abrigar os dissidentes bolsonaristas que devem acompanhar Jair Bolsonaro. Segundo informações, o novo partido que Bolsonaro pretende criar deverá se chamar “Aliança pelo Brasil”.
O deputado federal Nelson Barbudo, é o atual presidente da sigla em Mato Grosso, no auge da crise dentro do partido, o parlamentar bolsonarista chegou a declarar apoio ao presidente nacional da legenda, Luciano Bivar. Semanas atrás, quando o partido promovia uma “guerra de listas” para a escolha do líder do partido na Câmara Federal, Barbudo assinou a lista dos parlamentares que apoiavam Bivar, está lista, mantinha o deputado federal por Goiás, Delegado Waldir, na liderança do partido, na ocasião, Eduardo Bolsonaro, se sagrou vitorioso e acabou conquistando a liderança da sigla.
Outro parlamentar mato-grossense filiado ao PSL, Silvio Fávero, até o momento não anunciou se deixará o cargo, porém em uma entrevista a nossa equipe de reportagem em uma Audiência Pública realizada no bairro Pedra 90, em Cuiabá, o parlamentar negou que existiria uma crise dentro do partido e reiterou que as diferenças internas seriam sanadas, finalizou, afirmando que o PSL se tornaria um dos maiores partidos no Estado.
A maior preocupação dos parlamentares, é em relação a contestação do cargo pelo partido, já que de acordo com a lei, o cargo político pertence ao partido e não ao parlamentar. Sobre isso, Delegado Claudinei afirmou que de fato o PSL pode questionar e os dissidentes acabarem perdendo o mandato, caso não haja a liberação do partido. Disse ainda que é necessário ver uma forma legal de deixar a sigla, não arriscando a perda do mandato. “[…]tirando isso com certeza vou estar junto com o presidente Bolsonaro, vou estar saindo do PSL”, afirmou o deputado.
Já Nelson Barbudo, deverá participar der uma reunião em Brasília na tarde desta terça-feira para ter uma definição em relação a questão, o encontro está previsto para acontecer no Palácio do Planalto. De acordo com Barbudo, apenas depois da reunião será possível saber o que de fato irá acontecer, o convite partiu do presidente que convocou seus aliados para tratar sobre o assunto.
Mesmo estando ainda no primeiro ano de seu mandato, Bolsonaro já estaria pensando nas eleições de 2022, por este motivo existe a preocupação da criação de uma nova legenda.
Política
Lives entram nas regras de campanha das Eleições 2026
As transmissões ao vivo pela internet, as populares lives, também estão sujeitas às regras da campanha das Eleições 2026. A partir de domingo (16), quando começa oficialmente a propaganda eleitoral, candidatos poderão usar esse formato para promover as candidaturas e conquistar a preferência do eleitorado. A data é o dia seguinte ao fim do prazo para registro das candidaturas, que termina às 19h de sábado (15).
Restrições
Durante a pré-campanha, pré-candidatos podem fazer lives para apresentar ideias, projetos e posições políticas, além de divulgar a pré-candidatura, desde que não haja pedido explícito de voto. A proibição não se limita ao uso de expressões como “vote em”: outras palavras ou expressões que transmitam o mesmo pedido também podem caracterizar propaganda eleitoral antecipada.
Ato de campanha
Com o início da propaganda eleitoral, passa a ser permitido pedir votos. A live realizada para promover a candidatura e conquistar a preferência do eleitorado constitui ato de campanha eleitoral de natureza pública, mesmo sem pedido explícito de voto. A regra também se aplica à realização de live para promoção pessoal ou divulgação de atos relacionados ao exercício do mandato, ainda que não haja referência à eleição.
Retransmissão da live
A live eleitoral não pode ser transmitida ou retransmitida em site, perfil ou canal de internet pertencente a pessoa jurídica. A restrição não se aplica aos canais do partido político, da federação ou da coligação a que a candidatura esteja vinculada. Emissoras de rádio e televisão também não podem transmitir ou retransmitir a live.
As emissoras podem, no entanto, fazer a cobertura jornalística da transmissão e utilizar trechos dela, desde que sejam observadas as regras eleitorais e que a exibição não configure tratamento privilegiado ou exploração econômica do ato de campanha.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
Fonte: Agência Senado
-
Cidades7 dias atrásNovo confirma Marcelo Maluf como vice de Wellington Fagundes na disputa pelo Governo de MT
-
Cidades7 dias atrásPGE diz que irá colaborar com investigação da PF sobre acordo com empresa de telefonia
-
Política2 dias atrásCRE aprova marco da OIT sobre saúde e segurança no trabalho
-
Cidades7 dias atrásWellington articula expulsão de prefeitos do PL após apoio à candidatura de Pivetta
-
Política2 dias atrásSenado celebrará criação da Frente Parlamentar pela Paz Mundial
-
Cidades1 dia atrásSinfra avança na compra de equipamentos para Aliança pela Água em VG, afirma Pivetta
-
Cidades21 horas atrásPivetta cobra providências de prefeita após vídeo de diretor do DAE recebendo dinheiro
-
Política19 horas atrásCMO aprova crédito extra para atender vítimas de desastres climáticos



Você precisa estar logado para postar um comentário Login