diz que será diferente

BOTELHO: Nenhuma surpresa sobre novo afastamento de Emanuel

Botelho, que irá disputar a sucessão de Emanuel, ainda reforçou pontuou que pretende entregar uma “administração diferente”

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AL-MT

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (União), pré-candidato a prefeito de Cuiabá, disse claramente que o novo afastamento do atual gestor da cidade, Emanuel Pinheiro (MDB), não é “nenhuma surpresa”.

O chefe do Legislativo mato-grossense disse que já havia rumores nos bastidores de que o gestor poderia ser afastado do cargo novamente. “Não diria que isso é uma surpresa, porque parece que já tinha esse zum zum zum e muita conversa de que ele seria afastado”, disse após deixar uma reunião com o governador Mauro Mendes (União), nessa segunda-feira (4).

Conforme já amplamente divulgado pela mídia regional, Emanuel deve ser afastado do cargo pelo período de 6 meses mediante a acusação de chefiar uma organização criminosa para desviar recursos da Secretaria Municipal de Saúde de Cuiabá. O prazo passa a correr após o gestor ser notificado oficialmente.

O chefe do Legislativo, por sua vez, preferiu não tecer críticas, mas lamentou a situação. “É uma situação lamentável, já teve outro afastamento e é triste para nós, mas, não vou fazer julgamento dessa questão agora, vamos analisar o que aconteceu. Ainda não tomei conhecimento”, comentou.

Botelho, que irá disputar a sucessão de Emanuel, ainda reforçou pontuou que pretende entregar uma “administração diferente”. “Vamos fazer uma administração diferente para recuperar Cuiabá e estamos levantando os dados”, finalizou.

 

 

 

 

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Justiça e Exército se unem em Rondonópolis para defender cultura da paz e acesso aos direitos

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Entre fardas, livros e reflexões sobre cidadania, o auditório do 18º Grupo de Artilharia de Campanha, em Rondonópolis, se transformou nesta segunda-feira (18) em um espaço de diálogo sobre pacificação social, direitos fundamentais e Justiça. A convite do comandante da unidade, tenente-coronel Joel Reis Alves Neto, o coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (Cejusc), juiz Wanderlei José dos Reis, ministrou palestra aos militares sobre acesso à Justiça, autocomposição e Justiça Restaurativa.

Logo no início da fala, o magistrado destacou sua ligação com o Exército Brasileiro e a importância da parceria institucional entre as duas instituições. “O militar não é melhor nem pior que ninguém, ele é diferente. O militar tem senso de responsabilidade, disciplina e proatividade. É uma honra estar aqui falando em nome do Poder Judiciário de Mato Grosso e trazendo uma mensagem institucional de pacificação social”, afirmou o juiz.

O comandante do 18º GAC, tenente-coronel Joel, ressaltou que o encontro fortalece o intercâmbio de conhecimentos entre as instituições e contribui para a formação humana dos militares. “A presença do Poder Judiciário dentro do quartel amplia horizontes e reforça valores importantes para a sociedade e para o próprio Exército, como diálogo, equilíbrio e responsabilidade social”, destacou.

Direitos fundamentais e cidadania

Durante a primeira parte da palestra, o juiz Wanderlei abordou temas ligados ao projeto “Diálogos com as Juventudes”, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), explicando conceitos relacionados à Constituição Federal, direitos humanos e acesso à Justiça.

O magistrado explicou aos militares que o acesso à Justiça é um direito fundamental garantido pela Constituição e destacou a importância do conhecimento como instrumento de transformação social. “O acesso à Justiça começa pelo conhecimento. Conhecer a Constituição, conhecer as leis e compreender os próprios direitos é fundamental para o exercício da cidadania”, disse.

Ao falar sobre direitos fundamentais, o juiz Wanderlei também fez um paralelo histórico sobre a evolução do Estado Democrático de Direito e ressaltou o papel do Judiciário como garantidor da paz social e da proteção dos direitos individuais.

Exército e Judiciário pela pacificação social

O magistrado também relacionou a atuação do Judiciário à missão histórica de figuras importantes do Exército Brasileiro, como Duque de Caxias e Marechal Rondon. “Nós estamos aqui trazendo uma mensagem institucional de pacificação. Duque de Caxias foi conhecido como o pacificador e Marechal Rondon carregava um lema profundamente humano: ‘Morrer, se necessário for; matar, nunca’. Isso dialoga diretamente com aquilo que o Judiciário busca hoje”, afirmou.

Ao encerrar a primeira palestra, o juiz reforçou que educação, leitura e conhecimento são ferramentas essenciais para transformação pessoal e social. “O conhecimento transforma. O homem é a medida do seu conhecimento. Quanto mais conhecimento, maior a capacidade de compreender seus direitos e contribuir para uma sociedade mais justa”, concluiu.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Josi Dias

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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