Política
Autora da Lei Antifeminicídio, senadora participa de caminhada contra violência doméstica no dia Internacional da Mulher
Política
A cidade de Sorriso (a 420 km de Cuiabá) será palco de uma grande mobilização pelo fim da violência contra a mulher. No próximo sábado (8), acontece a primeira caminhada, denominada “Passos que Inspiram”, que também contará com pedal e cavalgada, e está marcada para começar às 16h, com concentração no Parque Ecológico Municipal. O evento faz parte das atividades do Mês da Mulher Sorrisense e é idealizado pela senadora Margareth Buzetti, autora da lei do Pacote Antifeminicídio.
A abertura oficial contará com a execução do Hino Nacional e do hino do município, seguida de uma oração. O prefeito, Alei Fernandes e a primeira-dama de Sorriso, Mara Fernandes, bem como os gestores das cidades vizinhas, estarão presentes e convidam os moradores dos municípios da região norte do Estado.
“Precisamos unir forças e dar visibilidade à luta contra a violência doméstica e o feminicídio. Cada passo dado nesta caminhada simboliza o compromisso da nossa sociedade em proteger e valorizar a vida das mulheres”, afirmou a senadora Margareth Buzetti.
Durante a programação, será inaugurado o “Banco Vermelho”, um símbolo de conscientização sobre a luta contra a violência de gênero, promovido pela Secretaria da Mulher.
O percurso seguirá até o CTG Recordando os Pagos. “A caminhada é aberta a toda a população, e a presença de cada cidadão de Sorriso e região contribuirá para fortalecer a mensagem de respeito, igualdade e justiça”, reforçou Buzetti.
Política
Comissão da Câmara aprova piso salarial de R$ 5,5 mil para assistentes sociais; texto pode ir ao Senado
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou proposta que fixa o piso salarial do assistente social em R$ 5,5 mil para carga de trabalho de 30 horas semanais. O valor será reajustado anualmente pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).
Como foi analisada em caráter conclusivo, a proposta poderá seguir para o Senado, salvo se houver recurso para análise no Plenário da Câmara. Para virar lei, a versão final do texto precisa ser aprovada pelas duas Casas.
Por recomendação da relatora, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), foi aprovada a versão da Comissão de Trabalho para o Projeto de Lei 1827/19, do deputado Célio Studart (PSD-CE), e apensados. O texto original previa um piso de R$ 4,2 mil.
Justificativa
“Os assistentes sociais desempenham funções essenciais na análise, elaboração e execução de políticas e projetos que viabilizam direitos e o acesso da população a políticas públicas”, disse Célio Studart na justificativa que acompanha a proposta.
Hoje, são cerca de 242 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Serviço Social (CFESS). “É o segundo país no mundo em número de assistentes sociais, mas ainda não existe um piso salarial”, disse o autor da proposta.
Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei
Da Reportagem/RM
Edição – Pierre Triboli
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