prefeito eleito de Cuiabá

ABILIO ESCOLHE VICE VÂNIA ROSA PARA A ASSISTÊNCIA SOCIAL E JOHNNY EVERSON PARA A CULTURA

O anúncio foi feito por meio de uma publicação nas redes sociais

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Política

Foto: Reprodução/Instragram

O prefeito eleito Abilio Brunini (PL) revelou, na noite da última terça-feira (05), mais dois nomes para compor seu secretariado. A vice-prefeita Coronel Vânia Rosa (Novo) será responsável pela Secretaria de Assistência Social, e o músico Johnny Everson assumirá a recém-criada Secretaria de Cultura. Além disso, o prefeito anunciou a criação de uma nova secretaria, a de Inclusão e Acessibilidade.

O anúncio foi feito por meio de uma publicação nas redes sociais, onde o prefeito também destacou que a pasta da Cultura passará a ter status de secretaria própria.

De acordo com Abílio, Vânia Rosa, coronel da Polícia Militar de Mato Grosso (PMMT), possui experiência na área de Assistência Social, tendo atuado nesse setor durante sua carreira policial.

“Atuou com muita credibilidade na Assistência Social da PMMT. Além de ter uma visão séria e comprometida com a Assistência Social da nossa cidade”, escreveu Abilio no post.

Por outro lado, Johnny Everson foi escolhido para a Secretaria de Cultura devido à sua destacada atuação na cena cultural local. “Músico Atuante no setor de eventos e produções culturais”, disse.

Com a inclusão dos dois novos secretários, o time de Abilio Brunini já conta com seis nomes confirmados. São eles:

  • Lúcia Helena Barboza Sampaio (médica) – Secretária de Saúde
  • José Afonso Botura Portocarrero (arquiteto e urbanista) – Secretário de Meio Ambiente e Desenvolvimento
  • Valdinir Paizza Topanotti (professor da UFMT) – Secretário Adjunto de Meio Ambiente e Desenvolvimento
  • Ana Karla Costa (jornalista) – Secretária de Comunicação
  • Max Aguiar (jornalista) – Secretário Adjunto de Comunicação
  • Nivaldo de Almeida Carvalho Júnior (ex-presidente do Instituto Euvaldo Lodi – IEL-MT) – Sem função ou pasta definida até o momento.

 

 

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Gaeco investiga denúncia de que Tião da Zaeli teria financiado eleição de Wanderley em VG

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O ex-vice-prefeito de Várzea Grande Tião da Zaeli é citado em uma denúncia encaminhada ao Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco) como suposto financiador da eleição de Wanderley Cerqueira à presidência da Câmara Municipal. Segundo o relato, o apoio teria como objetivo garantir vantagens para três empresas com interesses no município. A suspeita integra o inquérito da Operação Cathedra Venalis, deflagrada na terça-feira (20), que apura possíveis crimes de corrupção, extorsão e compra de votos no Legislativo.

Conforme o Relatório de Informações nº 03/2026, o denunciante afirmou ter participado de uma reunião com o vereador Kleberton Feitoza em 2024, antes da posse da prefeita eleita Flávia Moretti (PL). Na ocasião, Kleberton teria mencionado a participação de Tião da Zaeli no financiamento da disputa pela Mesa Diretora, com a intenção de garantir a eleição de Wanderley e fortalecer a influência do grupo sobre decisões da administração municipal.

A denúncia cita três empresas que, segundo o relato, poderiam ser beneficiadas pela articulação: a WR Cerqueira Construtora Ltda., apontada pelo denunciante como pertencente a um filho de Wanderley; a União Transporte e Turismo Ltda., responsável pelo transporte coletivo de Várzea Grande; e a Construtora Nhambiquaras Ltda. A suspeita é de que o apoio à eleição do presidente da Câmara estaria relacionado à obtenção de vantagens junto ao Executivo municipal.

Denúncia menciona possível plano contra a prefeita

O relato encaminhado ao Gaeco também levanta a hipótese de que a articulação política teria como objetivo afastar Flávia Moretti do comando da Prefeitura. De acordo com o denunciante, o grupo buscaria controlar a Mesa Diretora para viabilizar a abertura de um processo político-administrativo que pudesse resultar na cassação da prefeita.

Nesse cenário, a intenção inicial seria permitir que Tião da Zaeli assumisse o Executivo municipal. Ainda conforme a denúncia, após a renúncia dele ao cargo de vice-prefeito, o suposto plano teria sido alterado, passando a considerar Wanderley como possível beneficiário da linha sucessória.

As informações fazem parte das hipóteses investigadas e não comprovam que tenha existido uma articulação efetiva para afastar a prefeita ou alterar o comando da administração municipal.

A Operação Cathedra Venalis também reúne relatos sobre supostos pagamentos mensais a parlamentares, ofertas de dinheiro em troca de votos e pressões políticas relacionadas à eleição da Mesa Diretora. Entre os alvos das diligências estão vereadores de Várzea Grande e os parlamentares de Cuiabá Ilde Taques e Alex Rodrigues.

O Gaeco busca esclarecer se houve financiamento ilícito da disputa e se interesses econômicos teriam influenciado a composição do comando do Legislativo municipal.

Até o momento, o relatório citado não comprova que Tião da Zaeli tenha financiado a eleição de Wanderley, que as empresas mencionadas tenham participado de irregularidades ou que tenha sido executado um plano para cassar Flávia Moretti. As informações têm como base o relato de um denunciante e dependem de confirmação por outras provas no decorrer da investigação.



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