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A pedido da primeira-dama, Emanuel Pinheiro não irá mais receber mulheres desacompanhadas em seu gabinete

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Da Redação

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro (MDB) afirmou que não mais irá atender mulheres desacompanhadas em seu gabinete, de acordo com Pinheiro, a medida foi um pedido da primeira-dama, Márcia Pinheiro para prevenir uma ocasional “armação política” contra o gestor da capital.

Esta medida surgiu após uma ex-servidora da Secretaria de Saúde ter denunciado o vereador Adevair Cabral (PSDB) por importunação sexual e assédio.

De acordo com Pinheiro, a primeira-dama ficou preocupada com o caso, por este motivo pediu cautela com receio de uma armação.

“Estou proibindo, por ela [primeira-dama], de atender mulheres sozinhas no meu gabinete. Ela quer que, chegou uma mulher e pediu audiência para mim, alguém ou algum assessor esteja perto, porque tem medo que armem para mim e a pessoa saia dizendo: ‘Emanuel Pinheiro quer me estuprar no gabinete do prefeito’. Já pensou o estrago para descobrir seis meses depois que era mentira”, disse o prefeito em entrevista durante a inauguração do Hospital Municipal de Cuiabá (HMC).

Emanuel afirmou ainda, que as “coisas” no país estão estranhas e que as pessoas precisam ser menos más para serem mais justas, afirmou que qualquer coisa denigre, e quando se é político é ainda pior, disse que por este motivo fez questão de mostrar solidariedade ao vereador Adevair.

“Qualquer coisa denigre, se é político então. Por isso, fiz questão de mostrar solidariedade ao Adevair, já de cara à primeira denúncia caiu por terra. O próprio MP [Ministério Público] mandou arquivar por absoluta falta de provas e agora fica a palavra de uma moça contra ele” disse Pinheiro.

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Lives entram nas regras de campanha das Eleições 2026

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As transmissões ao vivo pela internet, as populares lives, também estão sujeitas às regras da campanha das Eleições 2026. A partir de domingo (16), quando começa oficialmente a propaganda eleitoral, candidatos poderão usar esse formato para promover as candidaturas e conquistar a preferência do eleitorado. A data é o dia seguinte ao fim do prazo para registro das candidaturas, que termina às 19h de sábado (15).

Restrições

Durante a pré-campanha, pré-candidatos podem fazer lives para apresentar ideias, projetos e posições políticas, além de divulgar a pré-candidatura, desde que não haja pedido explícito de voto. A proibição não se limita ao uso de expressões como “vote em”: outras palavras ou expressões que transmitam o mesmo pedido também podem caracterizar propaganda eleitoral antecipada.

Ato de campanha

Com o início da propaganda eleitoral, passa a ser permitido pedir votos. A live realizada para promover a candidatura e conquistar a preferência do eleitorado constitui ato de campanha eleitoral de natureza pública, mesmo sem pedido explícito de voto. A regra também se aplica à realização de live para promoção pessoal ou divulgação de atos relacionados ao exercício do mandato, ainda que não haja referência à eleição.

Retransmissão da live

A live eleitoral não pode ser transmitida ou retransmitida em site, perfil ou canal de internet pertencente a pessoa jurídica. A restrição não se aplica aos canais do partido político, da federação ou da coligação a que a candidatura esteja vinculada. Emissoras de rádio e televisão também não podem transmitir ou retransmitir a live.

As emissoras podem, no entanto, fazer a cobertura jornalística da transmissão e utilizar trechos dela, desde que sejam observadas as regras eleitorais e que a exibição não configure tratamento privilegiado ou exploração econômica do ato de campanha.

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado



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