Polícia
PRF abre inscrições para o FETRAN 2026 em Mato Grosso
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A Polícia Rodoviária Federal (PRF), em parceria com o Governo de Mato Grosso, abre nesta terça-feira (10), as inscrições para a 21ª edição do Festival Estudantil Temático Teatro para o Trânsito (FETRAN) no estado. Reconhecido como um dos maiores projetos de educação para o trânsito do país, o festival utiliza o teatro como ferramenta pedagógica para sensibilizar crianças e adolescentes sobre a importância da segurança viária e da preservação da vida.
O projeto é realizado pela PRF em parceria com o Governo de Mato Grosso e instituições apoiadoras, fortalecendo as ações de educação para o trânsito e ampliando o alcance das atividades junto às escolas e comunidades.
Podem participar escolas públicas e privadas do estado, com grupos formados por estudantes e orientados por professores. Durante o desenvolvimento do projeto, os participantes produzem e apresentam peças teatrais com temáticas relacionadas à cidadania, responsabilidade no trânsito e valorização da vida.
Ao longo do ano, o FETRAN será realizado em etapas regionais, nas quais os grupos apresentarão seus espetáculos para avaliação. As melhores apresentações seguem para a etapa final do festival, reunindo os destaques do estado.
Mais do que uma competição, o FETRAN promove aprendizado, criatividade e protagonismo, aproximando escola, comunidade e instituições públicas em torno de uma causa comum: construir um trânsito mais humano e seguro.
As escolas interessadas já podem realizar a inscrição através do site www.mt.fetran.com.br (ou aponte o celular para o QR code e acessar o site).
A Polícia Rodoviária Federal segue atuando de forma permanente no enfrentamento à violência no trânsito e na promoção da educação para a mobilidade segura, contribuindo para a proteção da sociedade nas rodovias federais. A PRF segue atuando pela sua segurança.
Aponte o celular para o QR code
e acesse o site do Fetran

- INSCRIÇÕES FETRAN 2026
Fonte: PRF – MT
Polícia
Chico Guarnieri é o 5º candidato mais multado do país por desmatamento
O deputado estadual Chico Guarnieri (PSDB), que busca a reeleição este ano, aparece como o quinto candidato mais multado do Brasil por infrações ambientais desde 2023, segundo levantamento realizado pela Agência Tatu em parceria com o Intercept Brasil. A pesquisa identificou 49 candidatos de 15 partidos que, juntos, acumulam R$ 15,5 milhões em multas aplicadas pelo Ibama.
De acordo com o levantamento, Guarnieri recebeu uma autuação de R$ 970 mil por suposto desmatamento de 194 hectares sem autorização em uma propriedade localizada em Barra do Bugres, na região Médio-Norte de Mato Grosso. A área está inserida no bioma Amazônia.
Com o valor, o parlamentar tucano ocupa a quinta posição no ranking nacional de candidatos com maiores autuações ambientais. O levantamento também aponta que o PL concentra o maior número de nomes na lista: 13 candidatos do partido somam aproximadamente R$ 6 milhões em multas ambientais nos últimos três anos.
Defesa contesta autuação
A defesa de Chico Guarnieri, no entanto, questiona administrativamente a autuação do Ibama e contesta a dimensão da área apontada pelo órgão ambiental.
Segundo os advogados, durante a fiscalização teriam sido identificados apenas cerca de nove hectares dentro de área de preservação, número significativamente inferior aos 194 hectares considerados na autuação.
A defesa também sustenta que, posteriormente, a propriedade teve o Cadastro Ambiental Rural (CAR) validado pela Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema), sem registro de passivo ambiental.
O episódio ganha peso político em meio à campanha eleitoral de 2026. Guarnieri tenta renovar o mandato na Assembleia Legislativa e, no início desta semana, ganhou um importante aceno político ao receber o apoio público do senador Flávio Bolsonaro, durante visita do presidenciável a Campo Novo do Parecis.
A situação, portanto, coloca o candidato tucano em uma posição de atenção justamente em um momento de disputa eleitoral, ao mesmo tempo em que sua defesa busca reverter administrativamente a penalidade aplicada pelo órgão ambiental.
Até o momento, trata-se de uma autuação administrativa contestada pela defesa, e não de uma condenação definitiva por crime ambiental.
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