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Assistência Social e Saúde levam ações e atendimentos à comunidade rural Sadia III
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A comunidade Umuarama, que integra o Sadia III, recebeu neste sábado (28) uma série de ações e serviços promovidos pelas Secretarias Municipais de Assistência Social e de Saúde. A iniciativa levou atendimentos diretamente aos moradores, facilitando o acesso da população rural a serviços essenciais e fortalecendo a presença do poder público nas comunidades mais afastadas da área urbana.
De acordo com a secretária de Assistência Social, Taynara Morais, a ação reuniu diferentes serviços das duas pastas. Na Assistência Social, foram realizados atendimentos de gerenciamento e acompanhamento das famílias, referenciamento sociofamiliar, Cadastro Único e Bolsa Família. Na Saúde, os moradores tiveram acesso à pesagem de crianças, atendimento oftalmológico, consultas médicas e odontológicas, além de atualização da caderneta de vacinação.
Taynara Morais destacou a importância da atuação conjunta entre as secretarias e ressaltou o impacto positivo dos serviços oferecidos diretamente às famílias que vivem nas comunidades rurais.
“O nosso trabalho consiste em proporcionar atendimento mais próximo das famílias, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos moradores. É muito importante levar os serviços públicos até onde as famílias estão. Essas ações fazem a diferença no dia a dia da população, principalmente para quem vive na zona rural e, muitas vezes, encontra dificuldades para se deslocar até a região urbana em busca de atendimento”, destacou.
A secretária também ressaltou que a iniciativa está alinhada à política da gestão da prefeita Flávia Moretti de ampliar o acesso aos serviços públicos e promover um atendimento cada vez mais descentralizado.
“É isso que estamos fazendo: levando os serviços para toda a comunidade, sem fazer distinção entre quem mora na zona urbana ou na zona rural. O município precisa estar presente onde a população está, garantindo atendimento, cuidado e cidadania para todas as famílias”, afirmou.
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Dia Nacional da MPB resgata história de resistência e inovação da música brasileira
O Brasil celebra, neste sábado, o Dia Nacional da Música Popular Brasileira, instituído por meio da lei federal 12.624, de 2012. A data escolhida, 17 de outubro, é em alusão ao nascimento da compositora e Chiquinha Gonzaga, mulher vanguardista que, em 1899 compôs a canção que conhecemos como primeira marchinha: Ô, Abre Alas.
A MPB, que conhecemos como gênero musical, não é filha diretamente da produção de marchinhas ou choros, grandes composições de Chiquinha Gonzaga. Nasceu em meados da década de 1960, como evolução da bossa nova. O grande marco é a música Arrastão, com letra de Vinicius de Moraes e música de Edu Lobo, composta em 1965 e vencedora do 1º Festival da Música Popular Brasileira da TV Excelsior, na voz de Elis Regina.
Quem conta à Rádio Assembleia o contexto do surgimento da MPB é a professora Doutora do curso de Música da UFMT, Teresinha Prada.
E o diferencial desse gênero que surge pós bossa nova era propor experimentações de misturas de sonoridade que demonstram a pluralidade cultural brasileira. Buscava também o pertencimento nacional, privilegiando o violão, em detrimento da guitarra elétrica. Que também não ficou fora da MPB por muito tempo, pois foi incorporada ao gênero musical pelos tropicalistas, como Gilberto Gil e Caetano Veloso.
O surgimento da MPB, durante a ditadura militar brasileira, também é uma resposta poética e de contestação ao regime.
Dessa maneira, a sigla MPB passa a incorporar literalmente toda produção musical popular no Brasil, sendo reconhecida por artistas como Chico Buarque, Nara Leão e Geraldo Vandré, que privilegiam o violão, incorpora o choro e o samba, que são gêneros musicais anteriores à MPB, agrega mais instrumentos sonoros e abraça nomes como Rita Lee, Clara Nunes, Alceu Valença, Djavan, Tim Maia, Belchior e tantos outros, que experimentam o rock, o samba de terreiro, o baião, o soul e toda a riqueza cultural brasileira.
Para Karola Nunes, fazer MPB em Mato Grosso também é um ato de resistência
Foto: Helder Faria
Mato Grosso também contribui para a produção da Música Popular Brasileira, trazendo as identidades próprias do Estado, adicionando regionalismos e compondo a grande diversidade sonora do país, que chamamos de brasilidades.
Amor e Casa é um dos lançamentos mais recentes da cantora e compositora mato-grossense Lorena Ly, que também conversou com a Rádio Assembleia e destaca elementos regionais na composição de sua música.
Karola Nunes é também um dos grandes nomes da MPB produzida em Mato Grosso, seja na carreira solo, seja em grupos e bandas, como o grupo de samba Sasminina e a banda Calorosa.
Ao som de Malemá Tentiano, da Banda Calorosa, convidamos você, ouvinte da Rádio Assembleia, para continuar sintonizado, que aqui você vai ouvir a grande diversidade da MPB e o melhor da música mato-grossense.
Priscila Mendes, para a Rádio Assembleia
Fonte: ALMT – MT
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