Polícia
Polícia Civil esclarece furtos de bolsas de luxo e identifica amiga da vítima como autora
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O furto de três bolsas de luxo foi esclarecido pela Polícia Civil de Mato Grosso, na última semana, com a identificação da autoria e recuperação de uma das peças subtraídas, em investigações realizadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Barra do Garças.
As bolsas de alto valor de mercado foram subtraídas por uma mulher, que a vítima considerava como amiga, mas que furtava seus bens de valor e, posteriormente, comercializava os itens em uma plataforma de vendas na internet. A bolsa recuperada na ação está avaliada em aproximadamente R$ 25 mil.
As investigações iniciaram-se após a vítima procurar a Polícia Civil e relatar que três bolsas de grifes haviam sido subtraídas do interior do armário do seu quarto. Diante dos fatos, a vítima instalou uma câmera de segurança no quarto e conseguiu identificar que os furtos eram praticados pela sua amiga, que tinha trânsito livre na residência.
Diante das evidências e com a investigação em curso, a suspeita foi ouvida na delegacia e inicialmente negou os fatos. Ao concluir que havia sido flagrada pela câmera de segurança, ela confessou o furto e pediu um prazo para recuperar uma das bolsas, afirmando que o item estaria na casa de uma amiga na cidade de Primavera do Leste.
A bolsa foi devolvida dias depois, e as investigações foram intensificadas para tentar localizar as outras duas bolsas.
Plataforma digital
Com o aprofundamento das investigações, foi descoberto que a suspeita mantinha uma conta pessoal em uma plataforma para venda de artigos de luxo. Estima-se que todas as bolsas tenham sido ofertadas nessa plataforma e que as outras duas foram vendidas, restando apenas a que ela conseguiu devolver.
A vítima afirmou que os furtos ocorreram periodicamente e não soube precisar as datas exatas. Ela percebeu a falta das duas primeiras bolsas em outubro do ano passado. Já a bolsa que foi recuperada foi subtraída no início deste ano.
Ainda dentro do trabalho investigativo, a Polícia Civil aguarda a relação dos demais objetos que a vítima percebeu que também foram subtraídos do interior da residência. Estima-se um prejuízo de valor monetário significativo, além dos valores sentimentais que alguns dos objetos representavam para ela.
“A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos continua com as investigações em aberto para apurar se outros produtos, objetos de furto, foram ofertados pela suspeita na referida plataforma de vendas”, concluiu o delegado adjunto da Derf Barra do Garças, José Mauro, responsável pelas investigações.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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Polícia Civil prende plantonista após paciente ser encontrado morto em clínica em Cuiabá
A Polícia Civil efetuou, na manhã deste domingo (31.5), a prisão em flagrante de um homem, de 42 anos, plantonista de uma clínica localizada no bairro Jardim Primavera, em Cuiabá. Ele foi autuado pela prática dos crimes de homicídio qualificado e fraude processual, tendo como vítima o interno Alessandro Sidinei Braga, 38 anos.
A Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP) de Cuiabá foi acionada para atendimento de ocorrência inicialmente registrada como suicídio por enforcamento. No local, os investigadores encontraram a vítima já sem vida, com marcas de corda no pescoço.
O preso, único responsável pelo plantão noturno da ala que abriga mais 42 internos, apresentou a versão de que Alessandro teria se enforcado na janela do quarto. Todavia, após a chegada da perícia técnica, constataram-se inconsistências entre os vestígios materiais e a narrativa apresentada.
Diante das contradições, a equipe policial intensificou as entrevistas no local e ouviu internos e funcionários, levantamento que resultou na voz de prisão ao suspeito.
Em seu interrogatório, ele confessou ter forjado a cena do crime e admitiu que solicitou a uma testemunha, também interno e aparente funcionário, que confirmasse a falsa narrativa. A testemunha, por sua vez, negou a versão e manifestou temor por sua integridade física, receando represálias do autor.
Com base nas entrevistas, na confissão da fraude e na preliminar das periciais, a Polícia Civil chegou à provável dinâmica dos fatos.
Durante a madrugada do domingo (31.05), o investigado, (apura-se ainda se teve ajuda de alguém) conteve a vítima, que estava alterada, mediante aplicação de um golpe “mata-leão” ou até mesmo com a corda levada para amarrá-la, e depois a amarrou com os braços para trás.
Após a contenção, trancou Alessandro no quarto com outros internos e não mais retornou para verificar seu estado, encontrando-o morto somente pela manhã.
Em sede policial, chegou-se à conclusão preliminar de que o próprio plantonista foi o provável autor direto do enforcamento que vitimou Alessandro, utilizando a corda que estava sob seu domínio exclusivo.
Em linha subsidiária, ainda que não tenha executado diretamente a ação de apertar o laço, o investigado, na qualidade de garantidor da integridade do interno (art. 13, §2º, do Código Penal), assumiu o risco do resultado morte ao abandonar a vítima completamente imobilizada e indefesa.
“Aguarda-se, agora, a conclusão dos laudos periciais definitivos, em especial os exames de necropsia, local e local de crime, para que se possa confirmar ou até melhorar a dinâmica dos acontecimentos, bem como estabelecer, com maior precisão técnica, o exato mecanismo do óbito e a efetiva participação do autuado, e até outros envolvidos, na consumação do homicídio”, afirmou o delegado Michael Paes.
O autuado foi conduzido à DHPP, onde foi lavrado o Auto de Prisão em Flagrante pelos crimes de homicídio doloso consumado (art. 121, caput, do CP) e fraude processual (art. 347, parágrafo único, do CP).
A autoridade policial representou pela conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva, considerando a gravidade concreta da conduta e o risco de obstrução da instrução criminal, evidenciado pela tentativa de forjar o suicídio e coagir testemunhas.
O inquérito policial segue em andamento para a completa elucidação dos fatos, sendo que as investigações prosseguem, inclusive para apurar a possível participação de terceiros.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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