Polícia
Operação cumpre quase 100 mandados de prisão contra PMs
Polícia
Policiais militares são acusados de receber propina de traficantes de drogas
Da redação
Uma megaoperação da Polícia Civil cumpre 96 mandados de prisão contra policiais militares no Rio de Janeiro. Os PMs são acusados de receberem propina de traficantes para não combater o tráfico de drogas em São Gonçalo, na Região Metropolitana da capital. O esquema de recebimento de propina rendaria cerca de 1 milhão de reais por mês aos militares. A ação também cumpre mandados contra 70 traficantes e outros acusados, totalizando 184 mandados expedidos pela Justiça.
Batizada de Calabar, a operação contou com 800 agentes e 110 delegados. A ação é, segundo a polícia, a maior da história relativa a casos de corrupção envolvendo PMs e traficantes.
A ação é coordenada pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo, da Polícia Civil, e pelo Grupo de Ações Especiais contra o Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público.
Fonte: Veja
Polícia
Polícia Civil indicia gerente por uma série de crimes de assédio sexual contra funcionárias
A Polícia Civil concluiu, nesta quinta-feira (18.6), o inquérito que investigou uma série de crimes sexuais dentro de uma empresa em Cuiabá e indiciou um homem, de 32 anos, pelos crimes de assédio e importunação sexual.
Segundo a investigação realizada pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM) de Cuiabá, o suspeito, que exercia a função de gerente operacional, utilizava sua posição de autoridade para submeter funcionárias a situações humilhantes e de conotação sexual indesejada em uma empresa no bairro Parque Cuiabá.
O padrão de comportamento abusivo incluía elogios invasivos sobre os corpos das vítimas, contatos físicos indesejados, como abraços prolongados, e propostas sexuais explícitas feitas durante o expediente.
Três mulheres, duas de 27 anos e uma de 41, detalharam episódios de profundo constrangimento, incluindo questionamentos vulgares sobre práticas íntimas e propostas sexuais inadequadas ocorridas em áreas comuns da empresa.
A gravidade das condutas levou as vítimas a pedirem demissão, por não suportarem o ambiente laboral degradante e o severo abalo emocional sofrido.
As investigações revelaram que o suspeito já possuía múltiplos registros de ocorrência por fatos de natureza semelhante, o que reforça o caráter habitual de suas investidas criminosas contra colaboradoras.
A delegada titular da DEDM, Liliane Soares Diogo, ressaltou a gravidade da exploração da vulnerabilidade das trabalhadoras.
“O uso da posição de comando para violar a dignidade e a liberdade sexual de subordinadas é uma forma intolerável de violência de gênero, que compromete não apenas a carreira, mas a saúde mental das vítimas e a integridade de todo o ambiente laboral”, afirmou.
Com o encerramento do inquérito, o relatório final foi encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário para a análise e providências de persecução penal.
Fonte: Policia Civil MT – MT
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