Caso Lucas

Corpo de Bombeiros fará reconstituição da morte de aluno soldado em curso de formação

O jovem morreu durante um treinamento no curso de formação, em fevereiro deste ano

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Polícia

Foto Montagem omatogrosso.com

Comandante-Geral do Corpo de Bombeiros, Coronel Alessandro Borges Ferreira, informou  que a reconstituição da morte do soldado aluno Lucas Veloso Peres, de 27 anos, deverá ser realizada. A data ainda não foi definida.

A morte

O jovem morreu durante um treinamento no curso de formação, em fevereiro deste ano. E conforme o comandante, desde o caso, as partes envolvidas estão afastadas para que a morte de Lucas seja apurada.
“O inquérito policial militar está andando dentro do prazo, sendo feito todo o possível para apurar os fatos concretos e a verdade com a participação dos advogados de todas as partes e tenho certeza que até o final do prazo, teremos um resultado”, disse o comandante-geral.
Coronel Alessandro apontou ainda que deverá ser realizado a reconstituição do afogamento aluno soldado, mas que a data ainda não está definida. Após o ocorrido durante o curso de formação, o governador Mauro Mendes (União) optou por um decreto obrigando que os treinamentos para formação de oficiais das Forças de Segurança do estado sejam totalmente gravados.

O registro dos treinamentos do Corpo de Bombeiros e Polícia Militar devem respeitar a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD). Depois, as filmagens devem ser armazenadas em um ambiente seguro e protegido, garantindo a confidencialidade, integridade e disponibilidades de dados.

Ao ser questionado sobre o decreto, o comandante-geral do Corpo de Bombeiros afirmou que apoia a definição, já que a determinação visa resguardar a segurança nos treinamentos.
“Inclusive já elaboramos a portaria para pormenorizar o decreto do governador justamente para que siga a determinação. Tudo que venha para agregar para os nossos cursos de formação ou de especialização é importante adotarmos”, ressaltou.

 

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Polícia Civil apreende armas e mais de 130 munições durante operação em Canarana

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A Polícia Civil deflagrou, nesta terça-feira (28.4), a Operação Escudo Invisível, para apurar denúncias de crimes de posse ilegal de arma de fogo e possível crime ambiental no município de Canarana.

Na operação, foi cumprido um mandado de busca e apreensão em uma propriedade rural, que resultou na apreensão de duas armas de fogo e mais de 130 munições e na prisão em flagrante do investigado pelo crime de posse ilegal de arma de fogo e munições.

As investigações iniciaram no dia 7 de abril, após o recebimento de denúncia pelos policiais da Delegacia de Canarana sobre armas armazenadas em uma propriedade rural localizada a aproximadamente 25 quilômetros da zona urbana do município.

Com base nas informações apuradas, foi representado pelo mandado de busca e apreensão contra o investigado que foi deferido pela Justiça. No local, os policiais confirmaram a veracidade da denúncia, apreendendo uma carabina calibre 38 e uma espingarda calibre 22, além de 130 munições de diferentes calibres.

Diante das evidências, o suspeito foi conduzido à Delegacia de Canarana, onde após ser interrogado, foi preso em flagrante por posse ilegal de arma de fogo e munições, sendo arbitrada fiança de três salários-mínimos.

O investigado possui antecedente pelo mesmo tipo de crime registrado no ano de 2024, na cidade de Cocalinho.

Durante as investigações, a equipe da Polícia Civil também teve acesso a um vídeo em que o investigado aparece exibindo uma cobra da espécie sucuri pendurada em um equipamento agrícola, com o intuito de demonstrar seu tamanho.

A veracidade das imagens e eventual autoria na morte do animal serão apuradas no decorrer das investigações de inquérito policial para apurar crime ambiental contra a fauna.

Fonte: Policia Civil MT – MT



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