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Barra do Bugres: PM monta campana e identifica membros de organização criminosa
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Da Redação
Três pessoas suspeitas de serem membros de uma organização criminosa foram presas na noite desta segunda-feira (16.09), por tráfico de drogas, em Barra do Bugres (a 168 km de Cuiabá).
De acordo com o boletim de ocorrência, os policiais militares foram informados que pessoas ligadas a organização criminosa estariam na cidade a mando de um casal. A denúncia informava o endereço onde eles estariam e os policiais montaram campana no local durante três dias.
Nesse período, os agentes observaram a movimentação intensa de pessoas ligadas ao grupo criminoso e usuários de droga. No sábado (14), os policiais avistaram R.S.J. (23 anos), saindo do local com drogas.
Na madrugada de segunda (16), os militares já tinham certeza que o imóvel seria utilizado pela organização e decidiram entrar no imóvel. No local estavam J.H.N. (23) e A.H.S.C. (19) e com eles foi encontrada uma mochila com quatro quilos maconha, 300 gramas de pasta base de cocaína, uma balança, um caderno com anotações, rolos de papel filme e dinheiro, além de porções pronta para consumo de pasta base de cocaína e de maconha.
O terceiro a ser detido foi R. pego com 500 gramas de maconha que havia acabado de pegar na casa. Ele foi abordado quando estava na Avenida das Nações. Logo em seguida, a equipe foi até a sua residência, no bairro Rio Negro, onde foram encontrados 13 pinos de cocaína pronto para venda.
Diante a situação, todos foram encaminhados junto com o material apreendido a delegacia da cidade para as devidas providências.
Fonte: PM-MT / Foto: PM-MT
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Mutirão reúne instituições para solução de conflitos ambientais
Teve início nesta segunda-feira (17) e segue até quarta-feira (19) o Mutirão de Conciliação Ambiental, realizado no Complexo dos Juizados Especiais da Capital. A iniciativa reúne o Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), o Ministério Público de Mato Grosso, por meio do Centro de Autocomposição de Conflitos (Compor-MPMT), e a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema).
A proposta do mutirão é incentivar a celebração de acordos entre as partes envolvidas em processos ambientais, por meio da formalização de Termos de Ajustamento de Conduta (TACs). A medida busca viabilizar a regularização de passivos ambientais e a reparação dos danos causados de forma mais célere e eficiente.
A ação conta com a atuação integrada das instituições parceiras e o apoio de conciliadores e mediadores capacitados, garantindo maior padronização e efetividade nas audiências realizadas ao longo dos três dias de trabalho.
Representam o Ministério Público de Mato Grosso no mutirão os promotores de Justiça Adalberto Biazotto Junior, Miguel Slhessarenko e Marcelo Vacchiano.
O promotor de Justiça Adalberto Biazotto destacou que a iniciativa amplia a política de resolução consensual de conflitos ambientais já desenvolvida pela instituição.
“Esse trabalho segue a sistemática da conciliação. E agora o Compor, do Ministério Público, está abarcando processos de segundo grau. São processos judiciais ambientais que já detêm uma sentença de primeiro grau, mas nada impede que nós consigamos avançar em acordos”, afirmou.
O promotor ressaltou que os procedimentos adotados seguem critérios técnicos e padronizados, sempre com foco na proteção ambiental e na busca por soluções equilibradas para os envolvidos.
“Seguimos uma sistemática, uma padronização e sempre priorizando a proteção do meio ambiente, sem nos descuidarmos do aspecto social, principalmente quando se trata de pequenos proprietários rurais, sem histórico de degradação ambiental”, explicou.
Segundo Adalberto Biazotto, a conciliação representa uma alternativa capaz de tornar mais eficiente a resolução dos conflitos ambientais, proporcionando benefícios tanto para o meio ambiente quanto para a sociedade.
A expectativa é de que o mutirão contribua para ampliar a resolução consensual dos litígios ambientais, promovendo a recuperação de áreas degradadas, a adequação às normas ambientais e a construção de soluções mais rápidas e efetivas para os casos em tramitação na Justiça.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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