Polícia Federal

PF inicia Curso de Formação Profissional para 651 alunos

Publicado em

Polícia Federal


Brasília/DF. A Polícia Federal iniciou, nesta segunda-feira (26/1), um novo Curso de Formação Profissional (CFP) destinado a 651 alunos que se preparam para o cargo de Agente de Polícia Federal. A formação ocorre na Academia Nacional de Polícia (ANP), em Brasília/DF, com duração aproximada de três meses e previsão de encerramento em 8 de maio deste ano.

A cerimônia de abertura contou com a presença do Diretor-Geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, do Ministro da Justiça e Segurança Pública, Wellington César Lima e Silva, do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski, além de diretores da Polícia Federal, membros da comunidade acadêmica, servidores e autoridades convidadas.

Durante o pronunciamento, o Diretor-Geral da Polícia Federal destacou os princípios que devem nortear a atuação dos futuros policiais federais, ressaltando a importância da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da publicidade e da eficiência como fundamentos permanentes da atividade policial.

O Ministro da Justiça e Segurança Pública salientou que o início do curso representa mais do que uma etapa acadêmica, simboliza o começo de uma missão de vida.

A Diretora da Academia Nacional de Polícia, Christiane Correa Machado, destacou que a estrutura da ANP foi cuidadosamente preparada para receber os alunos, com foco na formação técnica, ética e operacional necessária ao exercício do cargo.

Na aula inaugural, o ex-ministro da Justiça lecionou acerca da atuação institucional da Polícia Federal e da relevância da cooperação internacional no enfrentamento ao crime organizado e a ilícitos transnacionais.

O Curso de Formação Profissional constitui a etapa final do concurso público da Polícia Federal e tem como objetivo consolidar a preparação técnica e operacional dos candidatos, com disciplinas teóricas e práticas, incluindo Cooperação Internacional, Inteligência Policial, Polícia Judiciária, Investigação Criminal, Abordagem Policial, Direção Operacional, Vigilância, Uso Seletivo da Força e Segurança de Dignitários, entre outras.

Coordenação-Geral de Comunicação Social da Polícia Federal
[email protected]

Fonte: Polícia Federal



COMENTE ABAIXO:
Propaganda

Polícia Federal

CCJR aprova projetos sobre cotas raciais e busca de crianças desaparecidas

Publicados

em


Dois projetos de Lei de autoria do deputado estadual Eduardo Botelho (MDB) foram aprovados durante sessão da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), realizada nesta terça-feira (20). Com o aval da comissão, as propostas seguem para segunda votação em plenário.

A sessão foi presidida pelo deputado estadual Diego Guimarães (Republicanos), com a participação dos deputados Julio Campos (União Brasil) e Chico Guarnieri (PSDB). Com o parecer favorável da CCJR, os dois projetos seguem para a segunda votação em plenário da Assembleia Legislativa de Mato Grosso.

Uma das propostas, o Projeto de Lei nº 210/26, altera e amplia a Lei nº 10.816/19, que trata da reserva de vagas em concursos públicos e processos seletivos no âmbito do Estado. O objetivo é estender a política de cotas, contemplando pessoas pretas e pardas, indígenas e quilombolas.

O texto estabelece a reserva mínima de 20% das vagas para pessoas pretas e pardas, 5% para indígenas e 5% para quilombolas. A proposta também prevê critérios para confirmação das informações declaradas pelos candidatos, comissões de avaliação e recurso, além de regras para garantir transparência e proporcionalidade na distribuição das vagas.

Para Botelho, a iniciativa busca ampliar as oportunidades de acesso ao serviço público e tornar a política de ações afirmativas mais inclusiva, considerando a diversidade étnica e cultural de Mato Grosso.

“Precisamos garantir que a diversidade do nosso estado também esteja representada no serviço público. Ampliar as oportunidades para pessoas pretas e pardas, indígenas e quilombolas é uma forma de enfrentar desigualdades históricas e promover condições mais justas de acesso aos cargos públicos”, destaca o deputado.

O segundo projeto aprovado é o Projeto de Lei nº 12/23, que institui o Banco de Dados de Reconhecimento Facial e Digital de Crianças e Adolescentes Desaparecidos em Mato Grosso, vinculado à Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp).

A proposta prevê a coleta de imagens para reconhecimento facial e digital durante a emissão da carteira de identidade ou de sua segunda via para pessoas menores de 18 anos. As informações deverão ter caráter sigiloso, com acesso restrito aos órgãos de segurança pública e utilização exclusiva para auxiliar na busca e localização de crianças e adolescentes desaparecidos.

Pelo projeto, após a comunicação formal do desaparecimento, as informações deverão ser encaminhadas ao Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) em até 24 horas. O texto também prevê a possibilidade de parcerias com outros entes federativos, universidades e instituições públicas ou privadas para o desenvolvimento e a aquisição de tecnologias, incluindo ferramentas de projeção de envelhecimento e integração com bases de dados existentes.

Segundo Botelho, a proposta busca fortalecer os instrumentos de investigação e ampliar os recursos tecnológicos disponíveis para a proteção da infância e da adolescência.

“Quando uma criança ou um adolescente desaparece, cada minuto é importante. Precisamos utilizar a tecnologia a favor da segurança e da proteção das nossas famílias, oferecendo ferramentas que possam contribuir para agilizar as buscas e aumentar as possibilidades de localização”, afirma o parlamentar.

Fonte: ALMT – MT



COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

POLÍTICA

POLÍCIA

ESPORTE

ENTRETENIMENTO

MAIS LIDAS DA SEMANA