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PF desmonta esquema nacional de falsificação e fraude digital

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Joinville/SC. A Polícia Federal deflagrou, nesta quarta-feira (11/2), a Operação Sombra, destinada a aprofundar investigações sobre a produção e comercialização de cédulas falsas, bem como o uso sistemático de dados pessoais de terceiros para ocultação de autoria. A investigação teve início após a prisão em flagrante de um indivíduo que recebeu correspondência contendo cédulas falsas na região de Joinville/SC.

A PF identificou uma estrutura criminosa voltada à comercialização de moeda falsa, que usa dados pessoais de terceiros e credenciais digitais como estratégia para ocultar a autoria e dificultar o rastreamento das transações ilícitas.

O principal investigado utilizava contas bancárias e linhas telefônicas em nome de terceiros e familiares para pulverizar valores, estratégia que visava dificultar o rastreamento da origem ilícita dos recursos.

No entanto, a análise e o cruzamento de informações pela PF permitiram a identificação do esquema e revelaram a abrangência da atuação criminosa.

A ação policial desta manhã contou com o cumprimento de dois mandados de busca e apreensão nos estados de Alagoas e Paraná, com o objetivo de aprofundar as investigações e identificar outros responsáveis pelo esquema.

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Fonte: Polícia Federal



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Comissão aprova punição para quem divulgar desafios perigosos para crianças na internet

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A Comissão de Previdência, Assistência Social, Infância, Adolescência e Família da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1699/25, que tipifica como crime a promoção ou divulgação de jogos ou desafios perigosos voltados a crianças e adolescentes na internet. A proposta altera o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A pena prevista é reclusão de 2 a 6 anos e multa. A sanção será aumentada de metade se da conduta resultar lesão corporal de natureza grave. Se resultar em morte, a pena será reclusão de 6 a 20 anos, sem prejuízo das penas correspondentes à violência.

O autor do projeto, deputado Julio Cesar Ribeiro (Republicanos-DF), destacou que a exposição de crianças e adolescentes a conteúdos nocivos tem resultado em tragédias, como as mortes relacionadas ao desafio do desodorante, no qual crianças e adolescentes são incentivados a inalar o gás de desodorantes aerossóis pelo maior tempo possível.

Ao apresentar a proposta, Ribeiro afirmou que, embora o Código Penal já puna o induzimento ao suicídio, a legislação brasileira ainda carece de normas específicas para punir quem facilita o acesso de crianças a conteúdos perigosos.

A relatora na comissão, deputada Laura Carneiro (PSD-RJ), disse que a medida poderá fechar lacunas na punição de práticas digitais prejudiciais. “A liberdade de atuação nas redes não pode servir de escudo para a indução de situações que coloquem em perigo o desenvolvimento e a própria saúde de crianças e adolescentes”, declarou.

Alteração
Laura Carneiro alterou o projeto para retirar um item que tratava especificamente da remoção de conteúdos pelas plataformas.

Ela esclareceu que a retirada dessas publicações já está prevista no ECA Digital, que entrou em vigor recentemente (Veja infográfico abaixo).

Próximos passos
O projeto já foi aprovado também pela Comissão de Comunicação e segue agora para análise da Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, antes de ser votado pelo Plenário da Câmara.

Para virar lei, o texto precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores e, depois, sancionado pela Presidência da República.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Geórgia Moraes



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