Mato Grosso
Estão abertas inscrições para concurso público do MPMT
Mato Grosso
O Ministério Público do Estado de Mato Grosso (MPMT) está com inscrições abertas para o concurso público destinado ao provimento do cargo de Promotor de Justiça Substituto. O edital, publicado em março, prevê o preenchimento de oito vagas imediatas, além da formação de cadastro de reserva, com subsídio inicial de R$ 37.765,55.Os interessados podem se inscrever até as 16h do dia 21 de abril de 2026, conforme o horário oficial de Brasília. As inscrições devem ser feitas exclusivamente pela internet, por meio do site da Fundação Getúlio Vargas (FGV), banca organizadora do certame (clique aqui). A taxa de inscrição é de R$ 400,00.Do total de vagas que vierem a ser providas durante a validade do concurso, 10% serão destinadas a pessoas com deficiência e 20% a candidatos negros, conforme a legislação vigente e normas do Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP).O concurso contará com cinco fases sucessivas. A primeira é a prova preambular objetiva, de caráter eliminatório e classificatório, destinada à seleção dos candidatos que avançarão para as provas discursivas. Em seguida, os aprovados passarão pela fase de inscrição definitiva, que inclui a comprovação dos requisitos legais, entre eles a exigência de bacharelado em Direito e o exercício de, no mínimo, três anos de atividade jurídica. O certame segue ainda com a prova oral, de caráter eliminatório e classificatório, e a avaliação de títulos, com caráter exclusivamente classificatório.A prova objetiva está prevista para o dia 14 de junho de 2026, das 13h às 18h, e será aplicada nas cidades de Cuiabá e São Paulo. As provas discursivas ocorrerão nos dias 16 e 17 de agosto de 2026, em dois turnos, exclusivamente na capital mato-grossense. Todas as etapas do concurso serão organizadas e aplicadas pela FGV.O edital alerta que as datas, horários e locais das provas poderão ser alterados em razão de necessidades administrativas, com divulgação prévia pelos canais oficiais do MPMT e da banca organizadora. As informações sobre as etapas seguintes serão publicadas oportunamente, conforme o andamento do certame.O edital completo e demais informações sobre o concurso estão disponíveis aqui.
Fonte: Ministério Público MT – MT
Mato Grosso
MPMT e Prefeitura alinham ações para desocupação de áreas verdes
O avanço de ocupações irregulares em áreas públicas situadas nos loteamentos Senador Jonas Pinheiro e Residencial Ilza Therezinha Picoli Pagot foi tema de uma reunião realizada nesta sexta-feira (28) entre o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) e a Prefeitura de Cuiabá. O encontro foi conduzido pela promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, titular da 17ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Urbanística da Capital, e contou com a participação do Prefeito Abilio Brunini, da Secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, e de técnicos da administração municipal. Na ocasião, foram discutidas as medidas adotadas para conter novas invasões e garantir a proteção das áreas.Recentemente, o MPMT notificou o Município de Cuiabá para que, no exercício do poder de polícia administrativa, adotasse providências destinadas à desocupação de duas áreas verdes ocupadas irregularmente. Parte da região afetada está inserida em Área de Preservação Permanente (APP), com a presença de nascente difusa. A atuação ministerial considera o crescimento das ocupações em uma área classificada pela Defesa Civil como de alto risco, exigindo medidas preventivas para impedir novas construções e assegurar a preservação ambiental.Segundo a promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa, a atuação conjunta busca assegurar o cumprimento da legislação urbanística e ambiental. A região já havia sido alvo de ações fiscalizatórias anteriormente. Em abril de 2025, foram realizadas demolições de imóveis em construção e sem ocupação. Já na quinta-feira (27), uma nova operação resultou na demolição de 19 edificações desabitadas erguidas irregularmente na área invadida.De acordo com a secretária Municipal de Ordem Pública, Juliana Palhares, o trabalho da Prefeitura tem sido realizado em consonância com as orientações do Ministério Público. “A ação teve como foco construções sem ocupação identificadas durante o monitoramento da área. Além de famílias em situação de vulnerabilidade, foram encontradas edificações de grande porte e padrão construtivo elevado, evidenciando que parte das ocupações não está relacionada exclusivamente à necessidade de moradia. O Município seguirá adotando medidas para impedir novas invasões e garantir o cumprimento da legislação”, afirmou.A promotora de Justiça Maria Fernanda Corrêa da Costa reforçou que o Ministério Público continuará acompanhando o caso e adotando as medidas extrajudiciais e judiciais necessárias para promover a desocupação das áreas irregularmente ocupadas, assegurar a preservação das áreas verdes e proteger os recursos ambientais existentes na região.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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