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FICCO/AC apreende drogas e prende quatro pessoas durante ação integrada no Acre

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Rio Branco/AC. A Força Integrada de Combate ao Crime Organizado do Acre (FICCO/AC), em ação conjunta com a Polícia Militar do Acre e o Grupo Especial de Operações em Fronteiras (GEFRON/AC), apreendeu entorpecente e prendeu quatro pessoas, nesta sexta-feira (31/1), durante operação realizada na região da Rodovia Transacreana.

A ação teve início após o recebimento de informações de que dois indivíduos estariam transportando drogas em uma motocicleta pela rodovia. Durante diligências, as equipes localizaram os suspeitos nas proximidades do Seringal Porangaba, onde foram encontradas duas mochilas contendo cerca de 35 kg de drogas

No decorrer da operação, outra equipe policial interceptou um casal que atuava como apoio logístico e vigilância da carga ilícita, na mesma região.

Os envolvidos e todo o material apreendido foram encaminhados à Superintendência da Polícia Federal no Acre para os procedimentos cabíveis. Os conduzidos poderão responder pelos crimes relacionados ao tráfico de drogas.

A FICCO/AC é composta por integrantes da Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar e Polícia Penal, atuando de forma integrada no enfrentamento ao crime organizado.

Comunicação Social da Polícia Federal no Acre
Fone: (68) 99912-8812
E-mail:
[email protected]

Fonte: Polícia Federal



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Projeto amplia acessibilidade de edifícios públicos federais

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O Projeto de Lei 1233/26, do deputado Pedro Aihara (PP-MG), amplia a acessibilidade nos edifícios públicos federais por meio de tecnologias assistivas voltadas à orientação e à localização de pessoas com deficiência e pessoas idosas em ambientes internos.

Em análise na Câmara dos Deputados, a proposta inclui a medida no Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146/15).

Conforme a proposta, os edifícios públicos federais deverão dispor de sistemas de sinalização baseados em sensores de proximidade, radiofrequência ou tecnologias similares, integrados a dispositivos móveis capazes de fornecer informações de localização, audiodescrição e rotas acessíveis em tempo real.

O projeto de lei prevê ainda:

  • a utilização complementar de recursos de realidade aumentada;
  • a adoção de padrões de interoperabilidade; e
  • a observância da legislação de proteção de dados pessoais.

A implementação das medidas deverá priorizar áreas de grande circulação e locais de prestação de serviços de saúde, previdência social e assistência jurídica. As despesas decorrentes correrão à conta de dotações orçamentárias próprias, observando-se a disponibilidade financeira da União.

Autonomia
Pedro Aihara argumenta que, apesar de a legislação brasileira já tratar da acessibilidade arquitetônica, o acesso nos prédios públicos brasileiros ainda é focado em barreiras físicas, como rampas e elevadores.

A falta de sinalização dinâmica, segundo Aihara, faz com que pessoas com deficiência visual e pessoas idosas dependam da ajuda de terceiros para encontrar uma sala de audiência ou um guichê de atendimento.

O deputado esclarece ainda que os dispositivos propostos para uso nos prédios públicos são pequenos, fáceis de instalar e com baterias duradouras. “Eles emitem sinais captados por smartphones, permitindo que aplicativos de navegação forneçam audiodescrição precisa, por exemplo, se você está a 5 metros da recepção”, explica.

“O Brasil deixará de apenas permitir a entrada de pessoas com deficiência e idosas para, de fato, permitir a sua autonomia”, afirma Aihara.

Tramitação
O projeto será analisado pelas comissões de Desenvolvimento Urbano; de Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa; de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania, em caráter conclusivo.

Para virar lei, precisa ser aprovado pelos deputados e pelos senadores.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Pierre Triboli



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