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Vereadora pede revitalização de praças e mais áreas de lazer e esporte em Cuiabá

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Para a vereadora, o momento da pandemia exige mais espaços amplos e abertos para lazer e práticas esportivas

Da Redação

A vereadora Michelly Alencar (DEM) usou a Tribuna da Câmara Municipal de Cuiabá, nesta quinta-feira (24.06), para cobrar da Prefeitura a revitalização e reforma de praças na capital e ampliação das áreas de lazer e esportes para os cuiabanos.
Para a vereadora, o momento de pandemia pede mais espaços amplos e abertos para que a população possa ter lazer e praticar atividades esportivas com mais segurança.
“Por causa da pandemia, as crianças da rede municipal estão sem aulas presenciais e trancadas em casa sem alternativa de lazer, por falta de recursos econômicos das famílias. As praças, revitalizadas, com iluminação e equipamentos adequados, seriam lugares para brincar ao ar livre”, disse a vereadora.
Em visita ao diretor-presidente da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), Vanderlúcio Rodrigues, a vereadora pediu atenção especial para as praças do Pedregal, Quilombo e Parque Atalaia.
O diretor-presidente deu prazo para a entrega da praça do Pedregal em setembro deste ano. Para a praça do Quilombo, não há previsão para uma reforma geral, mas será feita limpeza. Com relação ao Parque Atalaia, foi prometido limpeza, manutenção e renovação da iluminação.
“Nós afastamos as nossas crianças e jovens de caminhos errados se tivermos projetos de esportes sendo desenvolvidos em todas as regiões da cidade, oferecermos opções de lazer e oportunidades. Isso passa por ambientes coletivos de qualidade e atrativos para as famílias”, disse a vereadora.
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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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