Mato Grosso
Vacinação em Massa e Copa América influenciam nas eleições de 2022
Mato Grosso
Da Redação
Enquanto as “peças” da política ainda mudam no sistema “Feudal”, com raras exceções, a movimentação interpelada pela valorização da vida, com objetivo de imunização em massa do maior colégio eleitoral do estado, ao ser efetiva, desbancará imediatamente as atuais vantagens do oponente, colocando o início do jogo em 0 a 0, deixando a decisão para uma partida com duração de 45 dias.
“A Seleção Brasileira não amedronta mais ninguém, ficou tudo igual”!

Foto: Alexandre Schneider/Getty
A movimentação política sofreu alteração drástica, quanto ao período das suas articulações, a velha frase e ações de que, “eleição se discute em ano eleitoral”, resultou em graves erros desde 2018, com saldos negativos em 2020, gerando sequelas para 2022, obrigando os grupos políticos a se reinventarem, se adaptarem na nova realidade automatizada e instantânea, para não virar apenas moldura, dependuradas nos frios espaços de lembranças.
“Movimento de boa parte de grupos políticos ainda é arcaico, com posicionamentos retrógrados, ultrapassados”.

Foto: Divulgação/Facebook
Hoje, aquela liderança ou político, exercendo cargo público ou não, que não mostrar de fato, serviços prestados que venham beneficiar diretamente a população, baseando apenas em belos discursos, com rimas, paródias, e promessas jogadas ao vento, pode retornar de onde veio, para o povo, o que importa hoje e agora, são os fatos das realidades.
“Nós vamos fazer”; “Eu prometo que farei”; é verdadeiramente denominação passada, agora se não for o “Nos já fizemos”; “Nos estamos fazendo”, comprovando de fato os benefícios sociais, os políticos podem seguir outros caminhos.
Na partida de 2022, os preparativos já demonstravam uma grande vantagem para um determinado grupo, que detém a prestação de serviços em maior parte do território do estado, povoado, porém não é populoso.
“Copa América” e “Vacinação em Massa”, a mudança da “Capital” que interfere diretamente nas movimentações políticas do estado, já que 290 mil doses da “Jansen”, somadas aos que já foram vacinados, em um período de tantos infectados, internados e mortos, protegerá o maior aglomerado de votos de Mato Grosso.

Créditos: Gustavo Duarte
“O grande questionamento da população, é porque um conseguiu mais vacinas e outro não, será que obras é mais importante que as vidas”?
Nesta disputa, quem ganha é a população, quem já fez, vai ter que fazer muito mais. O grupo que tinha vantagem atendendo mais, devido a densidade geográfica, não contava com o atendimento no aglomerado, concentrado populoso.
Sendo confirmada a vacinação em massa, através de uma “Força Tarefa” de quatro semanas, imunizando a população da capital, proporcionando o novo normal aos cuiabanos, além da cidade se tornar uma das primeiras a vencer o embate contra a pandemia, o idealizador e requerente das doses extras, passa ser referência estadual e federal.
Para que achava que uma simples picadinha de vacina não ia fazer diferença, 290 mil fazem.

Foto: Davi Valle/CBA
Mato Grosso
Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri
Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.
Fonte: Ministério Público MT – MT
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