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Stopa e prefeito Emanuel Pinheiro comemoram ritmo intensificado de obras

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Somente nos últimos 10 dias, foram inauguradas quatro obras importantes, em diferentes áreas e regiões da cidade

Da Redação

Durante a inauguração do quinto Centro Educacional Infantil Cuiabano (CEIC) construído pela gestão Emanuel Pinheiro, o vice-prefeito e secretário de Obras Públicas, José Roberto Stopa, assegurou que a Prefeitura de Cuiabá continuará acelerando o ritmo para entregar novas obras. Segundo ele, em cinco meses, a gestão já demonstrou que a população continuará recebendo grandes benefícios.

“Quem achou que a segunda gestão do prefeito Emanuel Pinheiro iria desacelerar se enganou. Em cinco meses, estamos acelerando ainda mais. O prefeito continua cobrando diuturnamente por resultados. As realizações, sejam com obras ou programas que melhoram a vida da população, são contínuas no Município”, comentou o vice-prefeito.

Para exemplificar todo empenho que vem sendo aplicado, Stopa cita que, nos últimos 10 dias, o prefeito Emanuel Pinheiro entregou quatro obras importantes, em diferentes áreas e regiões da cidade. Faz parte da relação mencionada pelo secretário de Obras Públicas, o viaduto Murilo Domingos, a pavimentação do Residencial Morada dos Nobres, a revitalização do Beco do Candeeiro, e a construção do CEIC José Gabriel da Costa.

“O viaduto fica na Avenida Beira Rio, o asfaltamento foi feito em um bairro da região Leste, o Beco do Candeeiro fica no Centro Histórico e, agora, o CEIC atendendo moradores do Parque Geórgia. Ou seja, quando o prefeito fala que a cidade é um verdadeiro canteiro de obras, isso é comprovado com essas entregas. São obras em todas as regiões, beneficiando a cidade por completo”, argumenta.

Além das obras citadas, somente nesses cinco meses de 2021, o Município já inaugurou também o CEIC Profª Monserat Ismênia de Moraes Borges, a requalificação da Rodovia Palmiro Paes de Barros e a nova alça de retorno na Avenida das Torres. Somado a isso, a área de lazer passou a contar com as praças do Cai Cai, do Dom Aquino, do Flamboyant, do Jardim Industriário, do Residencial Avelino de Lima Barros e a Mesa de Intelectualidade Cuiabana.  

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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