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Sistema Penitenciário recebe investimento de R$ 2,35 milhões em veículos novos

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Cada viatura custou R$ 80.200 e será destinada a unidades prisionais que estavam utilizando veículos locado

A Secretaria de Justiça e Direitos Humanos adquiriu 29 veículos operacionais para o Sistema Penitenciário estadual. Foram investidos R$ 2.325.800,00 milhões na compra dos veículos, recurso recebido por Mato Grosso do Fundo Penitenciário Nacional. Cada viatura custou R$ 80.200 e será destinada a unidades prisionais que estavam utilizando veículos locados. 

A entrega de parte dos veículos foi realizada nesta quarta-feira (20.12) pelo governador Pedro Taques e o secretário de Justiça, Fausto Freitas. O diretor do Centro de Ressocialização de Sorriso, Enilson Castro recebeu a viatura em nome dos demais gestores e agradeceu a oportunidade de ter um veículo novo que possibilita melhores condições no transporte dos reeducandos e mais segurança aos agentes penitenciários.

“Com as recentes aquisições que a secretaria está fazendo, com aporte de recursos do Funpen, conseguiremos dar mais estrutura para a atividade-fim do sistema penitenciário, proporcionando equipamentos e veículos mais modernos e mais segurança aos profissionais, além é claro, da segurança nas unidades”, observou o secretário Fausto Freitas. 

Durante a entrega dos veículos, o governador Pedro Taques reiterou que o chamamento dos aprovados no concurso do Sistema Penitenciário, cuja homologação está prevista para fevereiro de 2018, será realizado tão logo o Estado tenha capacidade financeira.

Unidades contempladas

Receberam veículos novos as unidades prisionais de: Rondonópolis (Mata Grande e cadeia feminina); Cáceres (cadeia feminina); Cuiabá (CRC, presídio feminino e SOE); Sorriso, Diamantino, Várzea Grande, Poconé, São José do Rio Claro, Chapada dos Guimarães, Nobres, Rosário Oeste, Arenápolis e Lucas do Rio Verde.

Funpen

Mato Grosso recebeu no final do ano passado o recurso de R$ 44 milhões para investimento em  estrutura prisional, aparelhamento e equipamentos. O valor é oriundo de transferência obrigatória do Funpen para o Fundo Penitenciário Estadual.

Com parte do recurso do Funpen estão sendo adquiridos, além de veículos, equipamentos de proteção para os agentes penitenciários – escudos balísticos, coletes e capacetes – além de armamento tático, munições, sistema de inteligência e veículos operacionais. A maior parte do recurso federal, R$ 31,94 milhões, será investida na ampliação de vagas no sistema penitenciário, com a construção de uma nova unidade prisional no município de Alta Floresta, com 266 vagas para regime fechado masculino; uma unidade no município de Sapezal, com 266 vagas para regime fechado masculino e a ampliação da Penitenciária de Sinop, com 191 vagas.

Mato Grosso possui 55 unidades prisionais divididas em penitenciárias, centros de detenção provisória e cadeias públicas, com uma população de 11.220 presos.

O Fundo Penitenciário Nacional destina recursos para construção e ampliação de estabelecimentos penais; formação, aperfeiçoamento e especialização do serviço penitenciário; aquisição de material permanente, equipamentos e veículos especializados imprescindíveis ao funcionamento dos estabelecimentos penais; formação educacional e cultural do preso e do internado; programas de assistência jurídica aos presos e internados carentes; manutenção dos serviços dos estabelecimentos penais federais e demais ações que visam o aprimoramento do sistema penitenciário em âmbito nacional.

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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