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RGA de servidores deve gerar impacto de R$ 114 milhões nos cofres

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Da Redação

O estudo orçamentário feito pela Coordenadoria de Planejamento do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) e apresentado à Assembleia Legislativa aponta que, com o reajuste de 4,48% na recomposição de perdas

inflacionária, ou Revisão Geral Anual (RGA), dos servidores do Poder Judiciário, os gastos totais com o subsídio pelos próximos três anos será de R$ 114.674.854,36.

Conforme o TJMT, a aplicação do aumento prevê um impacto financeiro de R$ 36.516.374,63 no exercício 2020, R$ 38.312.980, 26 no de 2021 e R$ 39.845.499,47 no ano de 2022.

O subsídio é recebido pelos servidores efetivos e aposentados/pensionistas, comissionados, ativos, caráter temporário, estatutário – estável, não concursado e Juiz de Paz.

O percentual implicará em incremento no valor do próprio subsídio, férias, 13º salário, e outros encargos na folha de pagamento dos ativos; proventos, pensões e 13º pagos aos aposentados e pensionistas, além das despesas

consideradas como de pessoal, custeadas pela Fonte 100. O estudo orçamentário tomou por base a folha de pagamento do mês de dezembro de 2019.

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MP investiga suspeita de irregularidade no tratamento da água

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A 6ª Promotoria de Justiça Cível de Tutela Coletiva do Consumidor da Capital notificou a concessionária responsável pelo abastecimento de água em Acorizal, a Prefeitura Municipal e a agência reguladora para que adotem medidas e prestem esclarecimentos à população sobre a qualidade da água distribuída no município. A medida foi tomada após uma fiscalização conjunta que identificou a suposta utilização de cal destinada à construção civil no processo de tratamento da água fornecida aos moradores. Diante dos indícios encontrados e dos possíveis riscos à saúde pública, o Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) instaurou procedimento para apurar a regularidade dos serviços de abastecimento de água e esgotamento sanitário na cidade. A investigação foi motivada por denúncias encaminhadas aos canais de atendimento do Ministério Público, relatando possíveis irregularidades nos sistemas de tratamento de água e esgoto do município. A promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos solicitou a realização de uma fiscalização conjunta com a Vigilância Sanitária Estadual, a Delegacia Especializada de Defesa do Consumidor (Decon) e o Procon-MT. Durante a inspeção, realizada no dia 18 de agosto, as equipes encontraram sacos de cal utilizados na construção civil dentro da Estação de Tratamento de Água (ETA). Segundo o relatório da fiscalização, o material estaria sendo empregado no processo de tratamento da água distribuída à população.
De acordo com a promotora de Justiça Valnice Silva dos Santos, a recomendação tem como objetivo assegurar transparência e garantir que os moradores recebam informações claras sobre a qualidade da água consumida e as providências adotadas pelos responsáveis pelo serviço.
“É fundamental que a população tenha acesso a informações sobre a qualidade da água consumida e sobre as providências adotadas para garantir a segurança do abastecimento. A prioridade é proteger a saúde dos moradores e assegurar a regularidade do serviço”, destacou a promotora.
Na recomendação expedida pelo MPMT, os órgãos e entidades notificados devem informar à população as condições atuais do abastecimento, as medidas adotadas para garantir a potabilidade da água e as ações de monitoramento. Também foi solicitada a divulgação periódica dos resultados das análises e das providências implementadas para assegurar a qualidade da água distribuída no município. Além disso, foi estabelecido o prazo de cinco dias para que os notificados apresentem ao MP informações sobre medidas adotadas.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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