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Rally Ecológico está confirmado para 20 de novembro em Mato Grosso

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Organizado pelo Sportsmotor Clube de Automobilismo, o Rally Ecológico alcança a sua 13ª edição em 2021, com largada do Parque de Exposições Jonas Pinheiro (do Sindicato Rural de Cuiabá), no dia 20 de novembro, na capital mato-grossense. 

As inscrições estão abertas pelo site http://www.cronorally.com.br e receberão pilotos e navegadores (e zequinhas) para as categorias motos (Máster, Over 40, Novatos e Big-Trail) e carros (4×4 Máster, Expedition, Turismo 4×2 e UTV’). 

Entre as particularidades do Rally Ecológico está em receber competidores novatos, ou seja, que terão pela primeira vez uma experiência com o rali de regularidade. Desta forma, a Sportsmotor lançará o 1º Curso de Pilotagem e Navegação Off-Road de Mato Grosso – o ‘Meeting 4×4/2021’, nos dias 28 e 29 de agosto. 

De acordo com o presidente do Sportsmotor, Luiz Galvan, o curso visa aperfeiçoar as técnicas dos pilotos e navegadores e melhorar o nível técnico dos off-roaders, com o objetivo de formar grandes nomes para o esporte nacional. “Um dos melhores pilotos de rali de regularidade do Brasil é de Cuiabá: Olair Fagundes é campeão nacional, com presença em diversas provas no país. Já foi pódio no Rally dos Sertões e, entre os títulos tem o troféu do Transcatarina de 2019. Ele começou a carreira no Rally Ecológico”, lembrou Galvan. 

O curso será dividido em aulas práticas e teóricas, com uma expedição no segundo dia para todos os participantes. A inscrição custa R$ 300,00 para o piloto, R$ 200,00 para navegador e R$ 100,00 para cada zequinha. Aqueles que concluírem o curso receberão certificados e uma camiseta oficial do evento. As inscrições estão abertas pelo mesmo site da prova: http://www.cronorally.com.br

Créditos: Liberdade de Ideias

Sobre o 13º Rally Ecológico 

O roteiro do Rally Ecológico 2021 já começou a ser levantado pelo diretor de prova Haroldo Pires. Serão aproximadamente 170 quilômetros, que passarão por Várzea Grande e Nossa Senhora do Livramento – uma região próxima ao Pantanal. 

Em novembro, as áreas secas estarão alagadas, o que dará ainda mais emoção a disputa e valorizará a natureza do Mato Grosso. Entre os obstáculos naturais, saibro, cascalho, areia e muita poeira. 

Supervisionado pela FAEMT – Federação de Automobilismo do Estado do Mato Grosso –, o Rally Ecológico é evento democrático, que recebe pessoas de diversos perfis, desde os mais experientes aos novatos.  

*Informações à imprensa: Liberdade de Ideias(11) 2564.2575 – Por Isis Moretti

 

O 13º Rally Ecológico é patrocinador por Energisa, Prefeitura de Cuiabá, Prefeitura de Várzea Grande, Reolon, Capemisa, Ellite, Postos Morada/Shell, D’Rent a Car. 

Tem apoio de Governo do Estado (Secel) e Kyalami Wake Park. 

Supervisão: FAEMT – Federação de Automobilismo do Estado do Mato Grosso

 

 

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Quando perder músculo também ameaça o cérebro

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Durante muito tempo, falar em obesidade significava olhar apenas para o peso e para o IMC. Hoje sabemos que isso é insuficiente.

Duas pessoas com o mesmo peso podem ter condições completamente diferentes. Uma pode apresentar boa massa muscular e força preservada. A outra pode acumular gordura, especialmente abdominal, enquanto perde músculo e capacidade funcional.

Essa combinação é chamada de obesidade sarcopênica.

Ela reúne dois problemas importantes: excesso de gordura corporal e redução da massa ou da força muscular. Além de aumentar o risco de fragilidade, quedas, diabetes e doenças cardiovasculares, novas evidências mostram que essa condição também pode estar associada a maior risco de demência.

O que a ciência mostra :

 

Um grande estudo publicado na revista Clinical Nutrition avaliou dados de centenas de milhares de pessoas e analisou a relação entre composição corporal, força muscular e desenvolvimento de demência.

Os resultados mostraram que tanto a sarcopenia isolada quanto a obesidade sarcopênica estavam associadas a um risco maior de declínio cognitivo. Um dos achados mais relevantes foi a importância da força de preensão manual, medida por dinamometria.

Quanto menor a força e quanto maior sua redução ao longo dos anos ,maior foi o risco observado.

Isso reforça uma mudança importante na forma de avaliar a saúde: Não basta saber quanto peso uma pessoa perdeu. Precisamos saber quanto músculo e quanta força ela conseguiu preservar.

Emagrecer , nem sempre significa melhorar a saúde ?

 

Uma perda de peso mal conduzida pode incluir perda significativa de massa muscular, principalmente em pessoas mais velhas, sedentárias, submetidas a dietas muito restritivas ou a tratamentos sem acompanhamento adequado.

Mesmo com o avanço dos medicamentos para obesidade, o objetivo não deve ser apenas reduzir o número na balança. O tratamento precisa preservar músculo, reduzir gordura visceral, melhorar o metabolismo e manter a autonomia.

O paciente não deve apenas ficar mais leve. Deve ficar mais saudável, mais forte e funcionalmente mais capaz.

Por que o músculo influencia a saúde cerebral?

A relação entre músculo e cérebro é complexa, mas alguns mecanismos ajudam a explicá-la.

A perda muscular pode piorar a resistência à insulina, reduzir o gasto energético, aumentar o sedentarismo e favorecer inflamação crônica. Ao mesmo tempo, fatores como hipertensão, diabetes, apneia do sono e colesterol elevado afetam os vasos sanguíneos que irrigam tanto o coração quanto o cérebro.

Por isso, preservar músculo é muito mais do que uma questão estética. É uma estratégia de proteção metabólica, cardiovascular, funcional e possivelmente cognitiva.

Como enfrentar cientificamente esse problema ?

 

O primeiro passo é avaliar mais do que o peso. Circunferência abdominal, composição corporal, força de preensão, velocidade da marcha, capacidade funcional e exames cardiometabólicos ajudam a identificar riscos que o IMC isolado não mostra.

O treinamento de força deve ocupar posição central. Caminhar é importante, mas pode não ser suficiente para preservar ou recuperar massa muscular. Exercícios resistidos, progressivos e individualizados são fundamentais.

A alimentação também precisa garantir quantidade adequada de proteínas e energia, distribuídas ao longo do dia e ajustadas à idade, função renal, rotina e condição clínica.

Além disso, é essencial tratar fatores que aceleram a perda muscular e o envelhecimento vascular, como sedentarismo, diabetes, hipertensão, alterações do sono, tabagismo e obesidade visceral.

Envelhecer bem ,exige preservar força

A obesidade sarcopênica mostra por que o cuidado não pode ser fragmentado. Peso, metabolismo, coração, músculo e cérebro fazem parte do mesmo sistema.

Entendemos que o acompanhamento precisa ir além da balança. Avaliamos composição corporal, força, risco cardiovascular, alimentação, sono, rotina e capacidade funcional para construir estratégias verdadeiramente individualizadas.

Porque o objetivo não é apenas perder peso. É preservar autonomia, proteger o cérebro, fortalecer o corpo e construir saúde antes que a doença se manifeste.

 

Saúde não é sorte. É rotina.

Dr. Max Wagner de LimaCardiologista — CRM 6194 | RQE 2308
Prevenção cardiovascular, cardiometabolismo e medicina de antecipação.

Maristela Luft — CRN -16431Nutricionista e Mestre em nutrição clínica, composição corporal e cuidado cardiometabólico.



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