Mato Grosso
Primeira-dama de MT lança construção de apartamentos que vão beneficiar 320 famílias
Mato Grosso
A primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, esteve em Campo Verde nesta sexta-feira (21.2) para lançar mais um empreendimento do programa SER Família Habitação – Entrada Facilitada, que beneficiará 320 famílias, somando-se aos 256 apartamentos do Residencial Florais do Campo I, que já estão com as obras em andamento. O Governo do Estado investe R$ 4 milhões em subsídios no município.
Virginia destacou que “o sonho da casa própria é algo que todo cidadão merece”, e também elogiou a gestão municipal, afirmando que Campo Verde é um exemplo de desenvolvimento.
A primeira-dama do município, Rose Borges, enfatizou a importância do programa SER Família, que oferece moradia digna e apoio à capacitação da população.
Wener Santos, presidente da MT PAR, responsável pela operacionalização do programa, revelou que 60% das moradias são destinadas a mulheres e 80% a pessoas com renda de até dois salários mínimos. Ele também destacou: “Dona Virginia é o coração. Este programa está realmente atingindo o objetivo”.
Max Russi, presidente da Assembleia Legislativa, elogiou a abrangência do programa social, destacando que Mato Grosso tem uma das iniciativas mais robustas do país, atendendo diversas necessidades da população.
“Com o olhar da Virginia, Mato Grosso é o único estado do Brasil e eu não tenho dúvida, que tem um programa social robusto, com atendimento para criança, mulher, indígena, idoso, habitação, entre outras ações”, afirmou o parlamentar.
Ainda em Campo Verde, Virginia participou da inauguração da Escola Estadual Jupiara, com investimento de R$ 7,8 milhões, e vistoriou as obras do novo aeroporto, que terá investimentos de R$ 5,4 milhões. “Com certeza, com a nova infraestrutura, o desenvolvimento socioeconômico será fortalecido”, concluiu Virginia.
Fonte: Governo MT – MT
Mato Grosso
Corregedoria desenvolve automação para tornar decisões judiciais mais uniformes
A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), por meio do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI), está desenvolvendo uma série de automações voltadas à modernização das rotinas judiciais da Primeira Instância.
A primeira delas é uma ferramenta que utiliza inteligência artificial para identificar automaticamente processos que podem estar relacionados a precedentes qualificados, entendimentos já consolidados pelos tribunais sobre processos semelhantes. A inciativa contribui para a uniformização da jurisprudência e para maior eficiência na gestão processual.
Chamada de LegalFlow, a solução faz a leitura da petição inicial logo após a distribuição no Processo Judicial Eletrônico (PJe) e compara seu conteúdo com uma base de dados de precedentes qualificados. Quando a ferramenta identifica possível correspondência, o sistema cria no PJe uma tarefa denominada “Analisar Precedentes”, permitindo que o usuário avalie a sugestão apresentada pela inteligência artificial.
Na tela, o magistrado ou assessor visualiza um resumo da petição inicial, o precedente identificado e informações sobre o grau de similaridade entre os temas. Caso concorde com a indicação, pode vincular uma etiqueta ao processo para facilitar sua identificação e tratamento. Se entender que não há relação entre o caso concreto e o precedente apontado, basta encerrar a tarefa e o processo segue sua tramitação normal.
Segundo o diretor do DAPI, Guilherme Schultz, a iniciativa busca enfrentar um desafio recorrente da atividade jurisdicional, a identificação de demandas submetidas a precedentes qualificados.
“Atualmente essa análise exige consultas em diferentes bases de dados e fontes de informação, o que impacta tanto no tempo necessário para pesquisa como na qualidade das respostas. Com a automação, conseguimos agilizar esse trabalho, favorecer a uniformização da jurisprudência e contribuir para uma gestão mais eficiente dos processos”, explica.
Nesta primeira etapa, a ferramenta está voltada à identificação de processos relacionados aos Incidentes de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDRs), mecanismo utilizado pelos tribunais para uniformizar o entendimento sobre questões jurídicas que se repetem em diversas ações.
A gestora administrativa do DAPI, Milena Valle Rodrigues, explica que a ferramenta vem sendo utilizada em processos que tramitam nas Varas com competência em Fazenda Pública em todo o Estado. A expectativa, segundo ela, é que a solução seja disponibilizada para todas as unidades judiciais a partir de agosto.
“Também estamos trabalhando na expansão da base de consulta. Até o fim do mês, a ideia é incluir precedentes qualificados do Supremo Tribunal Federal, o STF, e do Superior Tribunal de Justiça, o STJ. Ampliando o alcance da automação e o suporte oferecido às unidades judiciais”, detalha.
Autor: Larissa Klein
Fotografo:
Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
Email: [email protected]
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