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Emanuel Pinheiro quer salvar capivaras que sofrem nos parques públicos de Cuiabá

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Ao solicitar estudos para analisar a possibilidade de remoção dos animais para seu habitat natural, o prefeito Emanuel Pinheiro lamentou a forma como as capivaras estão sobrevivendo: “Além de passar fome, pois já não têm alimento em relação ao crescimento urbano, estão sendo atropeladas e vítimas de maus-tratos, em geral. Queremos protegê-las”

Da Redação

O prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro solicitou que a Secretaria de Meio Ambiente do Município acione veterinários, biólogos e consulte a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) para  que realizem estudos para saber se existe a possibilidade de remoção das capivaras que estão nos parques públicos administrados pela Prefeitura de Cuiabá, no caso, Tia Nair – na avenida Érico Preza, bairro Jardim Itália e do  Parque das Águas –  Av. Hermina Torquarto da Silva, no Centro Político Administrativo. 

A decisão do prefeito baseia-se na preocupação com os animais. Cita que a Prefeitura de Cuiabá vem recebendo reclamações referentes a maus-tratos aos animais, atropelamentos e ainda, muitas capivaras estariam morrendo de fome, por causa do crescimento urbano das regiões onde já foi somente mata.  
 “Eu pedi aos responsáveis  pela pasta de Meio Ambiente que ouça a UFMT , biólogos e veterinários para que vejam após estudos se existe a possibilidade de retirada dos animais. Infelizmente, por causa do crescimento urbano da Capital, os  animais acabam sofrendo. Agora, temos que ver a possibilidade de  arrumar uma nova casa para elas”, comentou o prefeito Emanuel. 
Ele relembra ainda que a gestão sempre manteve o cuidados com a causa animal, na gestão Emanuel Pinheiro já foram aprovadas e estão em fase de regulamentação, seis leis municipais, sugeridas pela Bem-estar direcionadas a causa animal: Lei 436/17 de proteção aos animais, Lei 6423/19 do protetor independente, Lei 6439/ 19 do animal comunitário, Lei 6492/19 monitoramento através de câmeras em pet shop, Lei 6512/20 circulação de veículo de tração animal em vias de perímetro urbano e Lei 6549/20 proibindo animal em corrente curta.
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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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