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Prefeito e primeira-dama Márcia Pinheiro comemoram chegada dos novos coletivos municipais

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Mais de 50% da frota de coletivos que atendem os usuários do transporte municipal em Cuiabá terá ar condicionado. Cuiabá terá veículos com câmeras de segurança, filtros fotoelétricos (para esterilização do ambiente), elevadores para cadeirantes, Wi-Fi

Da Redação

O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro e a primeira-dama, Márcia Pinheiro, iniciaram no fim da manhã de hoje (20), a última vistoria aos novos coletivos a serem integrados à frota da capital, cumprindo sua promessa à população. Nos últimos oito meses, a capital vem recebendo uma série de ações que impactaram positivamente diretamente na fluidez do trânsito e mobilidade da população: a entrega dos viadutos José Maria Barboza (Juca do Guaraná Pai) e Murilo Domingos.

Nas próximas semanas, Cuiabá terá à disposição dos mais de 260 mil usuários/dia do transporte coletivo veículos novos, com câmeras de segurança, filtros  (para esterilização do ambiente), elevadores para cadeirantes, Wi-Fi. Toda a nova frota será entregue com aparelhos de ar condicionado ampliando em mais de 50% o número de coletivos com os aparelhos. Cada um terá a capacidade de transporte de 33 pessoas sentadas e até outras 54 em pé.

“Na gestão Emanuel Pinheiro, qualidade é uma condição. Eu e minha esposa viemos até à fábrica da Caio Induscar, Indústria e Comércio de Carrocerias, instalada na cidade de Botucatu, no interior de São Paulo, para verificar a finalização do processo. Em breve,  a população terá à disposição novos carros, especialmente adaptados para atender cadeirantes, com espaço para cães guias, com assentos desenvolvidos para garantir o melhor atendimento ao trabalhador e a trabalhadora. Era meu compromisso licitar o transporte público. Assim, a nossa gestão fez. E, posso garantir, vai fazer ainda mais”, disse o prefeito da capital.

Ainda no primeiro semestre de 2021, a frota em circulação na capital estará 50% renovada. “Foi a gestão Emanuel Pinheiro que – após vinte anos de prorrogação de contratos de concessão – realizou novo processo de licitação. Cumprimos rigorosamente os trâmites e poderemos dar mais qualidade a prestação desse serviço. Nosso compromisso é com aquele que mais precisa, com o mais humilde”, asseverou.

Para a primeira-dama, Márcia Pinheiro, o cuidado da gestão é evidenciado diariamente. “Nós temos um carinho. Um olhar voltado ao cidadão que precisa do transporte, que merece atenção e respeito. A gestão mantém o compromisso em zelar da população”, garantiu.

Um item especialmente solicitado pelo gestor da capital trata-se da instalação de portas nas duas laterais de cada um dos coletivos, adaptando-se ao modal a ser implantado na capital. Ressaltou ser favorável ao VLT, por entender que trata-se de um sistema mais moderno. “Cuiabá não para de crescer e merece o que há de mais moderno, de melhor.  Essa é a gestão Emanuel Pinheiro”.

A visita na fábrica foi acompanhada pelo presidente da Associação Mato-grossense dos Transportadores Urbanos, Romulo Botelho, pelo secretário de Mobilidade Urbana de Várzea Grande, Breno Gomes, e ainda a gerente de comunicação e marketing da Caio, Tânia Pires de Souza, pelo diretor comercial da Caio, Paulo Ruas, Marcelo Ruas que é diretor de suprimentos, João Roberto que atua como gerente de engenharia, Diego Teixeira que é gerente de pós-vendas e vendas de peças.

A capacidade máxima da fábrica, que já funciona há 75 anos, é de produção de até quarenta carros ao dia.

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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