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Polícia Civil prende dois por roubo e extorsão a colombianos

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Mato Grosso

Da Redação

 

Dois homens apontados como autores de três roubos com restrição de liberdade da vítima e extorsão cometidos contra colombianos foram presos pela Polícia Judiciária Civil, nesta terça-feira (21.11), em investigações da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF) de Várzea Grande.

O policial militar, Jaime Pego ferreira Junior, e Diego Correa Ebert, foram presos em cumprimento de mandado de prisão preventiva por roubo e extorsão. A Polícia Militar informou que uma equipe da Corregedoria acompanhou ação da Polícia Civil e está instaurando procedimento interno para apurar a conduta do policial e adotar as medidas cabíveis.

As investigações apontam que os dois suspeitos trabalhavam como autônomos, vendendo roupas e outros objetos, fazendo também cobranças de porta em porta em comércios.

Em uma das ocorrências, os suspeitos abordaram uma vítima no bairro Cristo Rei e depois de subtraírem pertencentes e dinheiro, a colocaram dentro de veículo e seguiram para a casa da vítima no bairro Santa Cruz, em Cuiabá. Do imóvel foram roubados mais dinheiro, totalizando R$ 4,8 mil, além de relógios, mochilas, aparelhos celulares, óculos de sol, entre outros objetos.

O segundo assalto ocorreu no bairro CPA IV. Na ocasião, os suspeitos anunciaram ser policiais e obrigaram a vítima a entrar no veículo efetuando o roubo de R$ 180, que ela carregava no bolso. Eles ainda pegaram os documentos pessoais de permanência no Brasil, exigindo o valor de R$ 2 mil para devolver os documentos.

A vítima colombiana compareceu no local combinado com os suspeitos, na Praça da República, região central da Capital, onde entregou R$ 1 mil, em dinheiro. No entanto, na segunda-feira (20.11), a vítima recebeu nova ligação do suspeito, exigindo o restante do dinheiro.

De acordo com a delegada, Jannira laranjeira Siqueira Campos, nas duas primeiras ações criminosas os autores estavam em um veículo Fiat Toro, vermelho bordô, de propriedade do policial militar Jaime.

O primeiro a ser preso foi Diego. Ele foi localizado na casa de um tio, no bairro Três Barras. Ao perceber a chegada dos policiais, ele tentou fugir, porém, acabou contido no cerco policial. Em poder dele,  apreendido a quantia de R$ 700 em dinheiro, além dos relógios, mochilas e outros pertences das vítimas.

Conduzido à Derf de Várzea Grande, Diego foi interrogatório e assumiu os crimes revevando que o último assalto correu no final da tarde de sexta-feira (17.11), no bairro CPA. Um colombiano foi abordado pelos suspeitos e teve R$ 1 mil subtraído de seu bolso.

O preso afirmou que colocaram a vítima dentro do carro e ficaram andando com ela exigindo mais dinheiro. O automóvel usado é um Corola preto, também de propriedade do militar Jaime.

Ainda em depoimento, Diego contou que os dois veículos de Jaime são provenientes do esquema conhecido como “Finan”.

O suspeito Diego Correa Ebert também teve também cumprido um mandado de prisão, expedido pela Comarca de Canarana (823 km a Leste) por roubo.

O policial militar já responde procedimento  administrativo na Corregedoria da Polícia Militar. Em sua casa, na cidade de Chapada dos Guimarães (67 km ao Norte), os policiais apreenderam 4 munições de fuzil 762 e uma munição ponto 50 deflagrada. Também foi apreendido o veículo Fiat Toro, constatado se tratar de produto de estelionato e objetos como relógios e notebook.

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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