Mato Grosso

Operação da Polícia Civil apreende 2,5 mil tênis, anabolizantes e medicamentos

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Mato Grosso

Da Redação

 

Dois mandados de busca e apreensão foram cumpridos pela Polícia Judiciária Civil, na manhã desta quarta-feira (30.11), sendo um em Cuiabá e outro em Várzea Grande, contra alvos suspeitos da comercialização produtos falsificados, como calçados e até medicamentos fitoterápicos.

A operação deflagrada pela 1ª Delegacia de Polícia de Várzea Grande, com apoio das equipes da Delegacia Especializada do Consumidor (Decon), e da  Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) resultou na apreensão de cerca 2,5 pares de tênis, com indicação de contrafeitos, 35 vidros contendo, possivelmente, anabolizantes, e medicamentos fitoterápicos falsificados/adulterados.

Para carregar os produtos, os policiais contaram com apoio de servidores e um caminhão da Diretoria de Execuções Estratégica (DEE).

O delegado Bruno Lima Barcellos disse que as investigações iniciaram no final de 2016, após uma apreensão de calçados falsificados em Várzea Grande. Na ocasião, os materiais foram submetidos à perícia ficando constatado se tratar de contrafação de produtos.

Com base nas informações, os investigadores da 1ª Delegacia de Polícia deram continuidade às diligências, descobrindo, inicialmente, duas pessoas responsáveis pela comercialização dessas mercadorias falsificadas, contendo, inclusive, produtos fitoterápicos.

 “Apenas uma pessoa foi conduzida a Delegacia, ouvida e liberada. O alvo de Cuiabá está fora da cidade. Lá encontramos os anabolizantes e os fitoterápicos, possivelmente falsificados”, disse Bruno.

Diante dos indícios e provas colhidas dos fatos, a Polícia Civil representou pelos mandados de busca e apreensão domiciliar, deferidos pela 2ª Vara Criminal da Comarca de Várzea Grande. 

Em Cuiabá, as buscas foram realizadas no estabelecimento comercial chamado “Neo Portes”, localizado na Avenida Coronel Duarte. Em Várzea Grande, a loja investigada é a “Pietro Calçados”.   

Ao final do inquérito policial, os responsáveis poderão ser indiciados pelos crimes previstos nos artigos do Código Penal, sendo: art. 273(falsificar, corromper, adulterar ou alterar produto destinado a fins terapêuticos ou medicinais); art. 184 (violar direitos de autor e os que lhe são conexos) e art. 334-A (importar ou exportar mercadoria proibida). 

Os produtos serão submetidos a perícia.

 

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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