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MT não faz parte da lista de estados que teriam aplicado recursos da Covid de forma irregular

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Mato Grosso está entre os estados em que não foi encontrada nenhuma irregularidade na aplicação dos recursos enviados pelo Governo Federal no combate à Pandemia

Da Redação

Governo de Mato Grosso não faz parte da lista de Estados em que, supostamente, haveria irregularidades na aplicação dos recursos enviados pelo Governo Federal para o combate à Covid-19. A lista foi encaminhada pela Controladoria-Geral da União à CPI da Pandemia.

De acordo com o órgão, os recursos aplicados por Mato Grosso não trouxeram nenhum tipo de prejuízo potencial ao erário, por isso, ficou fora da relação. 

“Tratamos os recursos com seriedade, aplicando no tratamento dos pacientes diagnosticados com a Covid-19 e em ações de prevenção. Abrimos leitos, ampliamos e reformamos hospitais e compramos equipamentos, testes rápidos, entre outras ações. Tudo para que o cidadão pudesse ter o melhor atendimento. Nosso foco sempre foi o de salvar vidas”, ressaltou o governador Mauro Mendes.

Mauro Mendes também destacou o trabalho sério e responsável que a equipe da Secretaria de Estado de Saúde, comandada pelo secretário Gilberto Figueiredo, realiza na condução do combate ao coronavírus.

“São profissionais de carreira, servidores públicos, que se dedicam diariamente para que o estado realize a melhor compra, com um custo benefício, que atenda as nossas necessidades. Eles trabalham muito bem, com planejamento, antevendo situações e o resultado é que não faltou medicamentos nos nossos hospitais estaduais, compramos respiradores mais barato que outros lugares, adquirimos testes rápidos com preço de mercado e isso tudo é fruto desses servidores, que honram o serviço público”, destacou mauro Mendes.

De acordo com o documento encaminhado pela controladoria, o órgão apontou prejuízo potencial ao erário de R$ 164 milhões, em 53 operações realizada entre março de 2020 e abril de 2021, por outras unidades da federação, que teriam possíveis irregularidades.

Para o secretário-controlador Geral do Estado, Emerson Hideki, a ausência de Mato Grosso no levantamento não é surpresa. “As aquisições emergenciais para o enfrentamento da pandemia têm passado por rigoroso acompanhamento concomitante da CGE, principalmente sob a perspectiva de preços. Ao identificar o menor indício de erros e falhas, a CGE emite as recomendações para que os órgãos envolvidos façam as correções no curso do processo de aquisições”, ponderou.

Ele ainda explicou que mesmo em um momento de excepcionalidade, com dificuldades e desafios para o Poder Público, que demandam políticas públicas rápidas e emergenciais, “nós não abrimos mão de exigir o mínimo necessários de procedimentos par instrução dos processos de dispensa de licitação e transparência nas aquisições”.

Dados da CGE

De abril a dezembro de 2020, a CGE elaborou 71 produtos relativos ao acompanhamento simultâneo das aquisições emergenciais do Poder Executivo Estadual para as ações da Covid-19. 

Numa amostra dos objetos de maior valor e necessidade social em determinado momento, a Controladoria analisou 145 aquisições/contratações, as quais totalizaram R$ 210.356.675,40, o equivalente a 83% do volume de recursos destinado a compras de bens, equipamentos e insumos de saúde para a pandemia. 

A análise de 83% do total de recursos envolvidos foi possível mediante o uso de Sistema de Inteligência, o que permitiu aos auditores do Estado uma inspeção mais rápida e direcionada do grande volume e velocidade de transações. 

No acompanhamento, a Controladoria verificou, por exemplo, que o Governo de Mato Grosso economizou R$ 14.041.992,16 nas aquisições emergenciais. A economia gerada é relativa aos preços de 20 processos de aquisição na comparação com os preços médios praticados para objetos similares no mercado privado e contratados pelo poder público em outros estados e municípios brasileiros.

“Temos de ressaltar também a integração da CGE com a Secretaria de Estado de Saúde (SES), responsável pela gestão da maior parte dos recursos voltados à pandemia. A SES tem buscado periodicamente nossa orientação”, salienta o titular da CGE-MT.

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Curso de Direção Operacional capacita membros do MPMT

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O Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) realizou, na sexta-feira (25) e sábado (26), o Curso de Direção Operacional voltado a promotores de Justiça, procuradores de Justiça e policiais militares convidados. A capacitação combinou atividades teóricas e práticas, proporcionando aos participantes conhecimentos e técnicas voltados à condução segura de veículos em diferentes contextos operacionais.A programação foi desenvolvida ao longo de dois dias, com um período dedicado aos fundamentos teóricos da direção operacional e um dia e meio de atividades práticas. O curso foi ministrado pelo 1º Sargento PM Madson Siqueira Silva Neto, integrante do GSI do MPMT, pelo 1º Sargento PM Diogo Muzzi Busato, do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), e pelo 3º Sargento PM Adeildo Antônio Arruda, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT). O conteúdo abordou desde os fundamentos da direção defensiva até técnicas empregadas em situações de emergência. Segundo os dados apresentados durante a capacitação, o Brasil registra cerca de quatro mortes por hora em acidentes de trânsito, sendo o fator humano a principal causa dos sinistros, associado à imprudência, distração, excesso de velocidade e decisões inadequadas.Ao longo da instrução, foram apresentadas as três modalidades de direção. A direção defensiva, utilizada no cotidiano, tem como objetivo antecipar riscos e evitar acidentes. A direção ofensiva é aplicada em situações extraordinárias que exigem deslocamentos emergenciais, enquanto a direção evasiva reúne técnicas destinadas a escapar de ameaças como emboscadas, assaltos ou tentativas de sequestro.Para os profissionais que desempenham atividades institucionais e eventualmente atuam em situações emergenciais, o treinamento reforçou que a missão não é apenas chegar ao destino com rapidez, mas fazê-lo de forma segura, preservando a própria vida, a dos passageiros e a da coletividade.A instrução contou ainda com o apoio do tenente-Coronel Leonardo Leite de Amorim, subchefe Operacional do GSI – Gabinete de Segurança Institucional, e teve como auxiliares o tenente-Coronel Mariano, Sargento Trolesi, Sargento Winicius e Cabo Nuvanor.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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