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Mãe é presa com produtos comprados por filha acusada de estelionato

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Mato Grosso

Da Redação

 

A mãe de uma jovem acusada de estelionato acabou presa pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Veículos Automotores (Derrfva), por receptação de produtos de origem ilícita e dificultar ação dos policiais que apuravam ocorrência  de golpe praticada  pela filha de 23 anos. O flagrante foi efetuado na quarta-feira (29).

Segundo a denúncia, a jovem, M.M.S.L, 23, causou prejuízo de R$ 10 mil em uma loja de revenda de veículos. Em boletim de ocorrência, o representante do estabelecimento contou que foi procurado por um suposto homem, via aplicativo Whatsapp, que estava vendendo uma motocicleta XR 300, sob a alegação de ter que pagar uma dívida trabalhista.

O estelionatário convenceu a vítima a depositar o valor da compra da motocicleta, R$ 10 mil, em uma conta corrente, do bando Bradesco, em nome da moça M.M.S.L, que utilizou o dinheiro para adquirir diversos produtos.

Nos levantamentos, os policiais chegaram até a casa da dona da conta corrente e no endereço foram recebidos por sua mãe, M.S.L, 44, que dificultou a entrada dos policiais, ganhando tempo para que sua filha abrisse fuga do imóvel.

Após 30 minutos, a mulher permitiu a entrada dos policiais e no quarto da filha foi  encontrado uma nota fiscal eletrônica emitida por uma loja de eletrodomésticos, datada de 28 de novembro. Ainda na casa, os policiais apreenderam um tablet, um ventilador, perfume, aparelho DVD, cartões de bancos, cerca de R$ 1,2 mil, entre outros.

A mãe da suspeita foi autuada por  crime de receptação e encaminhada para audiência de custódia. Já a filha deve responder por estelionato, mas encontra-se foragida. A mulher foi encaminhada para audiência de custódia.

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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