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Kalil: “Investir em obras é garantia de bom futuro a Várzea Grande”

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Segundo o gestor, que ganhou destaque nacional por promover vacinação maciça no município contra a Covid-19, é preciso acompanhar de perto, passo a passo, a evolução dos empreendimentos vitais à estruturação futura de Várzea Grande rumo à sua inserção gradualmente fortalecida em frentes distintas (econômica, comercial, industrial, social)

Da Redação

O prefeito de Várzea Grande, Kalil Baracat, em entrevista hoje (25) ao site omatogrosso.com, informou que se encontrava vistoriando obras que a Prefeitura executa em ritmo acelerado em vários polos do município, incluindo a área distrital. Segundo definiu, os distritos significam a extensão do braço comunitário central de VG, “berço de raízes fecundas do nosso município”, disse.  “A oxigenação de vida prazerosa do várzea-grandense tem pulmões permanentes em cada lugar retirado”, observou o gestor municipal.

“Portanto, nosso olhar se encontra voltado também às comunidades periféricas de VG. Quem visita Bom Sucesso, por exemplo, à parte das belezas naturais do lugar, de forte impacto turístico/cultural, pode presenciar a presença atuante da administração municipal nessa comunidade. E assim acontece sucessivamente com as demais. Ser prefeito é abraçar coletivamente o município, promovendo escuta atenciosa a tudo e todos”.

Em face dos compromissos externos, Kalil disse que seu tempo de gabinete é realmente curto. Mas enfatizou se sentir mais realizado quando tem maior proximidade com as demandas elencadas pelos comunitários. O prefeito sempre se faz acompanhar de colaboradores do seu staff nessas visitas; as reuniões, por vezes, adentram noite afora.

“Gosto do povo, de estar junto do povo. Desloco-me sem parar por Várzea Grande inteira, anotando tudo que entendo necessitar de solução; principalmente as mais urgentes. Meu bloco de notas já começa a ser esvaziado no dia seguinte, início das etapas efetivas de atendimento aos munícipes. É meu estilo de trabalhar pelos conterrâneos: ouvi-los pessoalmente, saber o que desejam, e qual é a melhor maneira de oficializarmos juntos as soluções. Enfim, estabeleci esse intercâmbio permanente entre Executivo e comunidades. Tem dado certo, e VG continua emoldurando fisionomia de cidade feliz, detentora de forte autoestima”.

Foi sublinhado por Kalil Baracat que grande parte das vitórias de sua gestão se deve ao apoio de instituições governamentais (Governo, ALMMT, Câmara Municipal, Ministério Público) e representantes do Estado na bancada parlamentar, a exemplo do senador Jayme Campos. “Jayme é um eterno apaixonado por VG: sempre está com mãos estendidas para ajudar o município e promover melhor condição de vida a seus habitantes”.

Prefeito Kalil Baracat: exemplo de trabalho na Saúde para promover imunização da população de VG  contra a Covid-19. Créditos da Foto: Secom – VG

OBRAS 

Kalil disse que, via PAC – Programa de Aceleração do Crescimento, pôde sequenciar asfaltamento em várias comunidades de VG (São Mateus, São João, Nova Era, etc.). Ainda discorreu sobre a construção da nova ETA no Chapéu do Sol, projeto que prevê estar sendo operacionalizado dentro de dois anos, aproximadamente. “A nova Estação de Tratamento de Água significa a universalização do abastecimento de água potável no município várzea-grandense. Há muita expectativa em torno disso, lógico, mas vamos concluí-la dentro de mais algum tempo. A área de saneamento básico do município, incluindo a parte de esgotamento sanitário, é um dos gargalos tradicionais que queremos solucionar de vez”.  

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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