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Juca do Guaraná quer regulamentar serviços do Buscar

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Projeto apresentado pelo vereador Juca do Guaraná tramita na Câmara.  A proposta apresentada visa regulamentar o serviço no município para garantir que essas pessoas com deficiência continuem sendo beneficiadas
  
Da Redação
Buscando regulamentar o sistema de transporte coletivo especial – Buscar, serviço de transporte atende pessoas com deficiência motora, mental, múltipla, temporária ou permanente em alto grau de dependência, tramita na Câmara Municipal de Cuiabá Projeto de Lei, de autoria do presidente do Legislativo, vereador Juca do Guaraná Filho (MDB).  Juca anunciou que a prefeitura deve renovar a frota dos veículos que atualmente atende a população. A proposta apresentada visa regulamentar o serviço no município para garantir que essas pessoas continuem sendo beneficiadas.
“A ideia é transformar o serviço em lei para que, amanhã ou depois, não venha um novo gestor e queira mudar esse importante projeto”, explicou o presidente. Juca do Guaraná destacou a importância de um olhar permanentemente atencioso aos portadores de necessidades especiais. “Eles sofrem empecilhos diversos no dia a dia. Nem todo mundo consegue compreender isso”.
No artigo 1° do projeto, é estabelecido que o serviço será prestado às pessoas de baixa renda e cadastradas na Associação Mato-Grossense dos Deficientes Físicos (AMDE).
A apresentação da proposta ocorreu depois dos pedidos feitos pela AMDE e pela Associação de Amigos do Autista (AMA). O projeto já foi protocolado e segue tramitando na Casa de Leis, aguardando pareceres das Comissões Permanentes, antes de ir para discussão e votação em Plenário. Atualmente, o projeto Buscar atende cerca de 500 pessoas, que necessitam do transporte para atividades diversas como lazer, trabalho, consultas médicas e estudos. 

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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