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Filho de dono de garimpo atira em funcionário e polícia apreende armas e munições em Matupá

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Pistola apreendida era banhada a ouro, segundo a polícia. Filho do proprietário do garimpo foi preso por atirar contra o funcionário ao suspeitar de furto de ouro.

Da Redação

Oito armas de fogo, uma delas banhada a ouro, além de 300 munições, foram apreendidas em uma operação policial, em um garimpo na região de Matupá, a 696 km de Cuiabá. Segundo a Polícia Civil, a apreensão ocorreu em uma investigação de uma tentativa de homicídio contra um funcionário do local. Os proprietários acreditavam que o funcionário estava roubando ouro da área.

O proprietário do garimpo, identificado como João Fidelis Neto, e o filho dele, Marcelo Fidelis, que foi preso, são investigados pelo crime.

O funcionário foi baleado no dia 4 de agosto, depois de ser acusado pelos proprietários de ter furtado sete tambores de terra que deveriam ser refinados no local, o que não seria verdade.

A propriedade de João Fidelis consta na relação das seis fazendas de Mato Grosso que estão na ‘lista suja’ de trabalho análogo ao escravo.

De acordo com a polícia, Marcelo teve a prisão preventiva decretada, já que foi identificado como mandante e executor do crime. A polícia passou a investigar o caso depois que o proprietário do garimpo informou aos policiais que o filho, e dois seguranças contratados por ele, tiveram um desentendimento. A briga seria causada pelo furto dos sete tambores.

A investigação descobriu que Marcelo, e os outros seguranças, levaram o funcionário até a região do Rio Peixoto, onde foi ameaçado e questionado sobre os tambores.

O funcionário conseguiu fugir dos suspeitos, porém, foi baleado enquanto corria. Ele socorrido por outras pessoas. Ao descobrirem a situação, a polícia representou pelo mandado de busca e apreensão na propriedade e de prisão preventiva contra Marcelo.

As ordens judiciais foram decretadas pela Justiça e cumpridas na tarde de sexta-feira. Na casa do suspeito os policiais apreenderam oito armas de fogo: um revólver, duas pistolas (uma delas banhada a ouro) e cinco espingardas.

Também foram apreendidas mais de 300 munições de diferentes calibres (12 munições calibre 12, 27 munições calibre 20, 104 munições calibre 22, 2 munições de revólver calibre 32, 10 munições calibre 32, 127 munições calibre 36 e 4 munições calibre 38), e um silenciador. Marcelo vai responder por tentativa de homicídio, posse ilegal de arma de fogo e munições.

Fonte: G1

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Juiz Agamenon Alcântara é o entrevistado da 48ª edição do programa “Por dentro da Magistratura”

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Cartaz com o título Na próxima sexta-feira (12), a Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT) exibirá a 48ª edição do programa “Por dentro da Magistratura”. Realizada em parceria com a Coordenadoria de Comunicação do Poder Judiciário estadual, a edição traz uma entrevista exclusiva com o secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, que abordará ações relacionadas à gestão institucional e o panorama da carreira jurídica.

Natural de Cuiabá, onde morou no bairro do Porto, o entrevistado possui uma sólida trajetória na área jurídica. Graduado pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) em 1992, atuou como advogado, técnico judiciário e assessor jurídico antes de ingressar na magistratura em Roraima, onde exerceu a função de 1996 a 1999. Em fevereiro de 1999, após aprovação em concurso público, tomou posse como juiz substituto em Mato Grosso, dando início a uma longa carreira em seu estado natal.

Ao longo de mais de duas décadas de atuação em Mato Grosso, o magistrado acumulou expressiva experiência na área administrativa do Tribunal de Justiça e na Justiça Eleitoral. Titular da Primeira Vara Especializada da Fazenda Pública de Várzea Grande, ele alia a prática diária à dedicação acadêmica: é doutorando pela Fadisp, mestre pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, além de especialista em Direito Público, Administrativo, Penal e Processo Penal.

Durante a entrevista, o secretário-geral analisa a transição do papel do juiz na era digital e defende uma atuação proativa, focada no diálogo com a comunidade e na conciliação para evitar a judicialização excessiva. “O juiz precisa interagir e até antecipar à judicialização, […] conseguindo, na sua atuação, fazer acordos ou resolver questões pré-processuais. Eu adoro a questão pré-processual”.

Assista neste link à chamada do programa.

https://www.youtube.com/watch?v=3S98epEohpY

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail [email protected] ou pelos telefones (65) 3617-3844 / 99943-1576.

Autor: Lígia Saito

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da Esmagis – MT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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