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Em sete meses, prefeito Emanuel transforma a mobilidade urbana da capital

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Gestor municipal afirma que metrópole futurista “sonhada pelo povo cuiabano” encontra-se em ritmo acelerado na agenda de trabalho do Palácio Alencastro. “Determinação para atender nossa querida Cuiabá e o povo cuiabano não nos falta”, assegura o prefeito

Da Redação

Com apenas sete meses à frente da administração municipal, o prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, inovou ao não se inserir no marasmo típico em qualquer gestor reeleito para surpreender com ritmo ainda acelerado na entrega de empreendimentos destacados em diversos polos da capital mato-grossense.

Exemplo disso são dois grandes viadutos recentemente inaugurados: projetos que a população cuiabana praticamente descartava como passíveis de serem concluídos décadas à frente, somando-se a um sem número de empreendimentos que emolduram tranquilidade à população (UPA(s), Novo Hospital e Pronto Socorro Municipal, escolas, creches, etc…).

As ações do prefeito Emanuel, voltadas à humanização do servidor público, também são observadas atentamente pelos cuiabanos, enquanto o funcionalismo municipal agradece esse olhar sensível e que implica em mudanças positivas no seu dia a dia, ao contrário de passado que muitos sequer querem lembrar.

Para Emanuel, nenhuma surpresa na conclusão de empreendimentos similares, porque ele sempre teve consciência do potencial de Cuiabá e da própria capacidade do município em empreender com projetos que contemplem a cidade e seus habitantes. Pinheiro destacou que nada disso seria viável se não contasse com equipe eficiente e focada em trabalhar com lisura e zelo pelo patrimônio público.

“Ainda teremos muito a comemorar, pois estamos apenas no início desse processo inovador. Pode-se dizer que Cuiabá terá uma roupagem 100% modernizada e que sintetize a satisfação dos munícipes de poder desfrutar do seu aconchego e beleza. Nós estamos nos esforçando diariamente para que isso continue sendo desenvolvido de forma regular, sem atropelos. Os projetos têm se consolidado por meio de determinação coletiva do staff, e, principalmente, do aval da população, que acredita e confia no nosso trabalho de administrador”.

Luiz Alves – Secom Cuiabá

Emanuel fez questão de ressaltar que, apesar de estar somente no início do que ele prospecta ser a Cuiabá do futuro, a capital mato-grossense já é reconhecida no cenário nacional como um dos melhores lugares de se viver.

“Em termos de mobilidade urbana, de turismo, de receptividade, nós já somos líderes natos. A estruturação da Saúde e das unidades educacionais se soma ao cenário empreendedor que a Prefeitura continua tocando com gradual entusiasmo. Nada como ver o resultado de um projeto que todos querem e que, sabemos, irá contemplar um sem número de famílias. O objetivo nosso é que o povo cuiabano sorria feliz pelo muito que temos feito e iremos ainda fazer”.

O prefeito frisou que as parcerias institucionais públicas e no âmbito privado também somam pontos nesse processo desenvolvimentista. “Seja via emendas parlamentares, repasses constitucionais, contrapartidas, etc., Cuiabá tem avançado sem parar. É justamente isso que desejávamos desde lá atrás, quando saímos candidatos ao Palácio Alencastro. Hoje, no segundo mandato, só temos a comemorar tantas vitórias já obtidas em prol da cidade, das áreas distritais do município e de todos que aqui habitam”.

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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