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Delegado Rogério Gualda se aposenta com a sensação de dever cumprido

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Da Redação

“Sou um entusiasta. Sempre trabalhei como policial porque gosto da profissão”. É com essa frase que o delegado de polícia, Miguel Rogério Gualda Sanches, encerra suas atividades como policial civil, ao assinar sua aposentadoria no dia 20 de março.

Rogério Gualda começou a carreira policial como investigador no Estado de São Paulo, onde atuou por nove anos e após passar no concurso para delegado de polícia, no ano de 1999, se mudou para Mato Grosso.

De lá pra cá se passaram vinte anos. Quando chegou em Mato Grosso,  sua primeira lotação foi a Delegacia de Paranaíta, local em que trabalhou por um ano e meio, tendo atuado em sete delegacias da regional de Alta Floresta.

Após trabalhar no interior do Estado, o delegado veio para a Capital e sua primeira lotação foi na Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (DERF), tendo passado em todas as delegacias da Diretoria Metropolitana, inclusive na Gerência Estadual de Polinter.

Foi delegado Regional de Várzea Grande durante três anos e Diretor Metropolitano por dois anos, no biênio 2015/2016. Nos últimos dois anos de sua carreira policial, Rogério trabalhou na Delegacia Especializada de Homicídio e Proteção a Pessoa, respondendo também pelo Núcleo de Pessoas Desaparecidas, que funciona dentro da DHPP.

Para Rogério trabalhar na polícia foi uma grande honra. Na instituição se realizou como profissional participando de grandes operações policiais, o que foi muito bom para sua carreira. “Deixo a instituição com a sensação de dever cumprido, procurei sempre fazer meu trabalho da melhor forma possível”.   

O delegado aposentado deseja aos futuros policiais, que vierem a ingressar na Polícia Civil, que possam se dedicar à instituição. “Ser policial é uma profissão muito nobre”, ressaltou Gualda.

Dessa forma, Rogério encerra seus 29 anos como policial civil, tendo trabalhado um ano na iniciativa privada, completando trinta anos de contribuição. Rogério Gualda disse que agora, aposentado, pretende empreender e recomeçar na área empresarial.

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Gaúcha do Norte implanta Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica contra a Mulher

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Grupo de pessoas em pé no plenário de uma câmara municipal segura placas vermelhas em formato de coração. Ao fundo, pare de madeira com a inscrição Localizada a cerca de 571 km de Cuiabá, Gaúcha do Norte passa a contar com a atuação da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Com a formalização ocorrida na sexta-feira (31), o município se tornou o 129º do estado a ser integrado à iniciativa liderada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

A ação foi feita por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), sob coordenação da desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo. A Rede conta ainda com a participação de instituições da segurança pública, Ministério Público, Defensoria Pública, Municípios, dentre outras.

Plenário da Câmara Municipal com diversas mulheres assistindo a uma palestra. O palestrante está em pé na frente, e uma tela projeta conteúdo ao lado direito.Além da assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre os órgãos e instituições participantes, a passagem da equipe do Cemulher-MT por Gaúcha do Norte proporcionou ainda a capacitação de 32 pessoas que atuarão na Rede. A implantação da Rede de Enfrentamento foi efetivada após pedido da Patrulha Maria da Penha do município.

“Percebemos a dificuldade que temos ao atender sozinhos os casos de violência doméstica. Precisamos da Rede para oferecer uma proteção e suporte maior. Com essa união, podemos agir em conformidade nesse propósito, que é proteger a vida da mulher”, explicou a soldado PM Gisele Bernardo Pinto Matos, comandante da Patrulha Maria da Penha de Gaúcha do Norte.

Para Tiago Gonçalves dos Santos, juiz substituto da 1ª Vara de Paranatinga – comarca que realizada o atendimento jurisdicional de Gaúcha do Norte, a instalação da Rede de Enfrentamento é um marco importante. “Mais uma vez o Poder Judiciário vai até a comunidade, desta vez em parceria, com o objetivo de melhorar nossa sociedade, principalmente para as mulheres e meninas que tanto sofrem em nosso estado”, disse.

De acordo com a promotora de Justiça Fernanda Luíza M. Siscar, a partir da assinatura do Termo de Cooperação Técnica ficará mais fácil para os órgãos e instituições definirem os fluxos de atendimento, prioridades e ações para o município. Ela destacou que também está no planejamento a criação de um plano de metas, que guiará as estratégias de atuação para os próximos dez anos.

“A partir da implementação da Rede é que nós conseguimos avançar nas demais normativas, documentos públicos, nos planos e nas iniciativas estratégicas. Com a Rede, conseguimos devolver à população um serviço de melhor qualidade. Junto a isso, estamos buscando também a criação do plano decenal de metas para o município”, relatou a promotora.

Já o delegado da Polícia Civil de Mato Grosso, Gabriel Conrado, a implantação da Rede é fundamental para a integração de todos os órgãos públicos. “Temos um número muito alto de casos de violência doméstica nessa região. Então, essa integração é importante para a repressão desses crimes e proteção das mulheres”, pontuou.

Canais de denúncia:

180 – Todo território nacional

181 – Estado de Mato Grosso

197 – Polícia Civil

190 – Polícia Militar

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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