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Criança de um ano morre após incêndio em casa em MT

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Mato Grosso

Da Redação

 

 

Um menino de 1 ano morreu depois de um incêndio na casa da família dele, no Distrito de Espigão do Leste, em São Félix do Araguaia, a 1.159 km de Cuiabá, na sexta-feira (22).

Ele chegou a ser resgatado pelos vizinhos, que quebraram a parede da casa e conseguiram retirá-lo com vida, mas morreu durante a transferência para Cuiabá, de acordo com o policial militar Nalcer Sotério, que atendeu a ocorrência.

A criança estava na casa com o irmão, que teria cerca de 10 anos, quando ocorreu o incêndio, cuja causa ainda não foi identificada.

“Uma parte da casa era de madeira e outra de alvenaria e a parte de madeira queimou primeiro. Com isso, as crianças foram para a outra parte de alvenaria e ficaram presas lá. A criança maior conseguiu sair e a menor ficou lá, até que os vizinhos quebraram a parede e conseguiram retirá-la”, contou o policial.

Segundo ele, a polícia demorou a ser chamada. “Eles só chamaram a polícia depois que já tinham tirado a criança do local e quando a casa já estava toda destruída”, afirmou.

O Corpo de Bombeiros não chegou a ser chamado. No distrito não tem unidade da corporação e, nesse caso, seria necessário acionar os bombeiros dos municípios vizinhos.

A Polícia Militar não soube informar se as crianças estavam sozinhas na casa, mas suspeita que sim. “As crianças estariam sozinhas e quando chegamos ao local havia muitas pessoas e não conseguimos identificar se tinha alguém da família ali”, disse Sotério.

No posto de saúde para onde a criança foi levado para receber os primeiros socorros, estava a mãe e os avós, segundo o policial.

Depois de receber atendimento no posto de saúde, o menino foi transferido às pressas de avião para Cuiabá. Mas, de acordo com a polícia, quando chegou na capital, já estava morto.

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: G1- MT

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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