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“Copa América vai projetar Cuiabá e Mato Grosso”, disse governador em exercício Max Russi

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Da Redação

O governador em exercício, Max Russi esteve em visita ao complexo esportivo da Arena Pantanal, onde avaliou e se posicionou favorável a realização dos jogos da Copa América.

Na tarde da última terça-feira (01), Max Russi juntamente com um grupo de deputados, estiveram percorrendo as instalações da Arena Pantanal, quando anunciaram que as condições são totalmente favoráveis, para a realização do evento em Cuiabá.

“Uma decisão acertada do Governo do Estado, com apoio de vários deputados da Assembleia Legislativa. Aqui tivemos, com muita segurança, jogos do Campeonato Mato-grossense, Série B, estamos tendo jogos do Campeonato Brasileiro e com a Copa América não será diferente. Continuaremos seguindo rigorosamente os protocolos de biosegurança, sem público presente, o que não traz nenhum prejuízo à população”, ressaltou Max Russi.

Para o governador em exercício, caso ocorra mesmo em Cuiabá, serão alguns jogos que darão a chance de projetar o Estado, e a capital para o Brasil e para o mundo, com mídia espontânea.

O secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, Beto Dois a Um, explica que a Copa América, caso venha a ocorrer em Cuiabá, terá um rigor ainda maior do que os demais campeonatos, já que uma das condicionantes para sediar os jogos é que a Conmebol vacine os atletas.

Também estiveram presentes a deputada Estadual Janaina Riva (MDB), que chegou a elogiar as visíveis melhorias no estádio; a secretária adjunta de Comunicação do Estado, Laice Souza; secretário adjunto de Esporte, Jefferson Neves; secretário adjunto de Cultura, Jan Moura; e secretaria adjunta de Administração Sistêmica, Eliane Paula da Silva.

Foto: Mayke Toscano

 

 

 

 

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Membros discutem aplicações da IA no Tribunal do Júri

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Ferramentas capazes de resumir processos, organizar provas, elaborar apresentações e auxiliar na construção de teses para o Tribunal do Júri estiveram no centro dos debates do colóquio “IA no Júri”, realizado nesta sexta-feira (9) pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT).O encontro reuniu membros do Ministério Público Brasileiro para compartilhar experiências sobre o uso da inteligência artificial como aliada da atuação ministerial, sem abrir mão da supervisão humana e dos cuidados éticos exigidos pela atividade.Promovido pelo Centro de Estudos e Aperfeiçoamento Funcional (Ceaf) – Escola Institucional do MPMT, em parceria com o Centro de Apoio Operacional (CAO) Júri e a Confraria do Júri, o evento teve como palestrante o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto, que apresentou aplicações práticas da inteligência artificial na atividade ministerial, especialmente na preparação de julgamentos perante o Tribunal do Júri.Na abertura, o coordenador do CAO Júri, promotor de Justiça César Danilo Ribeiro de Novais, ressaltou a importância do compartilhamento de conhecimento e destacou os ganhos de produtividade proporcionados pela tecnologia.Segundo o promotor de Justiça, a inteligência artificial tem reduzido significativamente o tempo necessário para a preparação dos casos. “Tenho reduzido de forma considerável o tempo de estudo e melhorado muito a qualidade dos meus júris”, afirmou.Ao longo da exposição, o promotor de Justiça Leoni Carvalho Neto demonstrou como diferentes plataformas podem ser utilizadas para analisar processos, organizar elementos probatórios, gerar apresentações para plenário, elaborar documentos e apoiar a construção de estratégias argumentativas. Para o palestrante, o avanço da tecnologia exige adaptação dos profissionais do Direito. “A inteligência artificial veio para ficar. Temos que nos adaptar”, destacou.O promotor também enfatizou que a utilização dessas ferramentas representa uma oportunidade para otimizar o trabalho dos membros do Ministério Público sem substituir a análise humana.“É um ganho imensurável de tempo, que é o nosso bem mais precioso”, observou. Ele ainda alertou sobre a necessidade de revisão constante dos conteúdos produzidos pelas plataformas. “Por mais confiável que a IA seja, sempre faço uma revisão do texto”, ressaltou.Durante o debate, também foram abordados aspectos relacionados à Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD), à segurança das informações e aos limites éticos para o uso da inteligência artificial na atuação ministerial. A discussão reforçou a importância de que as ferramentas tecnológicas sejam empregadas como apoio ao trabalho jurídico, sempre sob supervisão dos membros do Ministério Público.

Fonte: Ministério Público MT – MT



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