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“Copa América vai projetar Cuiabá e Mato Grosso”, disse governador em exercício Max Russi

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Da Redação

O governador em exercício, Max Russi esteve em visita ao complexo esportivo da Arena Pantanal, onde avaliou e se posicionou favorável a realização dos jogos da Copa América.

Na tarde da última terça-feira (01), Max Russi juntamente com um grupo de deputados, estiveram percorrendo as instalações da Arena Pantanal, quando anunciaram que as condições são totalmente favoráveis, para a realização do evento em Cuiabá.

“Uma decisão acertada do Governo do Estado, com apoio de vários deputados da Assembleia Legislativa. Aqui tivemos, com muita segurança, jogos do Campeonato Mato-grossense, Série B, estamos tendo jogos do Campeonato Brasileiro e com a Copa América não será diferente. Continuaremos seguindo rigorosamente os protocolos de biosegurança, sem público presente, o que não traz nenhum prejuízo à população”, ressaltou Max Russi.

Para o governador em exercício, caso ocorra mesmo em Cuiabá, serão alguns jogos que darão a chance de projetar o Estado, e a capital para o Brasil e para o mundo, com mídia espontânea.

O secretário de Estado de Cultura, Esporte e Lazer, Beto Dois a Um, explica que a Copa América, caso venha a ocorrer em Cuiabá, terá um rigor ainda maior do que os demais campeonatos, já que uma das condicionantes para sediar os jogos é que a Conmebol vacine os atletas.

Também estiveram presentes a deputada Estadual Janaina Riva (MDB), que chegou a elogiar as visíveis melhorias no estádio; a secretária adjunta de Comunicação do Estado, Laice Souza; secretário adjunto de Esporte, Jefferson Neves; secretário adjunto de Cultura, Jan Moura; e secretaria adjunta de Administração Sistêmica, Eliane Paula da Silva.

Foto: Mayke Toscano

 

 

 

 

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TJ anula votação secreta e manda AL reanalisar veto a reajuste de 6,8%

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) anulou a votação secreta realizada pela Assembleia Legislativa (ALMT) que manteve o veto do Governo do Estado ao projeto que prevê reajuste salarial de 6,8% para os servidores do Poder Judiciário. Com a decisão, os deputados terão de analisar novamente o veto, desta vez em uma votação aberta e nominal.

A decisão foi tomada pela Turma de Câmaras Cíveis Reunidas de Direito Público e Coletivo do TJMT após recurso apresentado pelo Sindicato dos Servidores do Poder Judiciário de Mato Grosso (Sinjusmat), que questionou a validade da votação realizada em dezembro de 2025.

O relator do processo, desembargador Márcio Vidal, destacou que o próprio Judiciário já havia reconhecido a inconstitucionalidade de dispositivos que permitiam o sigilo na apreciação de vetos. Para ele, não seria coerente manter uma votação baseada justamente em uma regra considerada inconstitucional.

“Não seria juridicamente coerente declarar inconstitucional a norma que autorizou o sigilo e, simultaneamente, preservar a votação realizada com fundamento direto nessa mesma disposição”, afirmou o magistrado.

A decisão, entretanto, não determina que o reajuste seja aprovado. O TJMT deixou claro que cabe à Assembleia decidir novamente se mantém ou derruba o veto do Executivo, apenas exigindo que o procedimento siga as regras constitucionais.

“Preserva-se a liberdade política da Assembleia Legislativa para deliberar acerca da manutenção ou da rejeição do veto governamental, sem que o Poder Judiciário interfira no conteúdo da decisão parlamentar”, destacou Vidal.

Na votação anulada, realizada em dezembro do ano passado, 12 deputados votaram pela manutenção do veto e 10 pela derrubada. Como a sessão ocorreu de forma secreta, não foi possível identificar como cada parlamentar se posicionou. Para derrubar o veto, eram necessários 13 votos.

O projeto havia sido aprovado anteriormente pela Assembleia e previa reajuste de 6,8% para os servidores do Judiciário. O então governador Mauro Mendes vetou integralmente a proposta, alegando que o aumento poderia provocar impacto nas contas públicas e gerar um efeito cascata sobre outras carreiras do funcionalismo.

Com a decisão do TJMT, a Assembleia deverá incluir novamente o veto na pauta e realizar uma votação pública, com registro nominal dos votos. O julgamento, portanto, não garante o reajuste aos servidores, mas reabre a discussão sobre a proposta e elimina o sigilo que marcou a primeira análise do veto.



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