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Conselheiro Alisson Alencar discute implantação definitiva do campus da Unemat em Rondonópolis

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Crédito: Diego Castro/TCE-MT
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Conselheiro Alisson Alencar recebeu representantes da Unemat e o deputado estadual Sebastião Rezende nesta terça-feira. Clique aqui para ampliar

O conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT) Alisson Alencar recebeu, na manhã desta terça-feira (3), o deputado estadual Sebastião Rezende e representantes da Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) para discutir os desafios estruturais, administrativos e financeiros para implantação definitiva do campus da instituição de ensino superior em Rondonópolis.

Relator das contas anuais da Unemat, o conselheiro destacou que a iniciativa representa um avanço para a educação e para o fortalecimento das políticas públicas no estado.

Crédito: Diego Castro/TCE-MT
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Na reunião, foram debatidos os desafios estruturais, administrativos e financeiros para implantação do campus. Clique aqui para ampliar

“A consolidação da Unemat em Rondonópolis é uma demanda legítima da sociedade e um investimento estratégico no futuro de Mato Grosso. O fortalecimento da universidade pública impacta diretamente na formação profissional, na produção de conhecimento e no desenvolvimento econômico e social da região”, salientou.

Alisson Alencar ressaltou ainda a importância do diálogo entre os Poderes e as instituições para garantir planejamento, responsabilidade fiscal e eficiência na implantação do novo campus.

“É fundamental que esse processo seja construído com planejamento, transparência e diálogo institucional, assegurando que a estrutura atenda às necessidades acadêmicas e esteja alinhada à boa gestão dos recursos públicos”, completou o conselheiro.

Fonte: TCE MT – MT



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Corregedoria desenvolve automação para tornar decisões judiciais mais uniformes

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Captura de tela do sistema PJe (Processo Judicial Eletrônico). À esquerda, lista com vários processos; à direita, painel de A Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT), por meio do Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (DAPI), está desenvolvendo uma série de automações voltadas à modernização das rotinas judiciais da Primeira Instância.

A primeira delas é uma ferramenta que utiliza inteligência artificial para identificar automaticamente processos que podem estar relacionados a precedentes qualificados, entendimentos já consolidados pelos tribunais sobre processos semelhantes. A inciativa contribui para a uniformização da jurisprudência e para maior eficiência na gestão processual.

Chamada de LegalFlow, a solução faz a leitura da petição inicial logo após a distribuição no Processo Judicial Eletrônico (PJe) e compara seu conteúdo com uma base de dados de precedentes qualificados. Quando a ferramenta identifica possível correspondência, o sistema cria no PJe uma tarefa denominada “Analisar Precedentes”, permitindo que o usuário avalie a sugestão apresentada pela inteligência artificial.

Na tela, o magistrado ou assessor visualiza um resumo da petição inicial, o precedente identificado e informações sobre o grau de similaridade entre os temas. Caso concorde com a indicação, pode vincular uma etiqueta ao processo para facilitar sua identificação e tratamento. Se entender que não há relação entre o caso concreto e o precedente apontado, basta encerrar a tarefa e o processo segue sua tramitação normal.

Segundo o diretor do DAPI, Guilherme Schultz, a iniciativa busca enfrentar um desafio recorrente da atividade jurisdicional, a identificação de demandas submetidas a precedentes qualificados.

“Atualmente essa análise exige consultas em diferentes bases de dados e fontes de informação, o que impacta tanto no tempo necessário para pesquisa como na qualidade das respostas. Com a automação, conseguimos agilizar esse trabalho, favorecer a uniformização da jurisprudência e contribuir para uma gestão mais eficiente dos processos”, explica.

Nesta primeira etapa, a ferramenta está voltada à identificação de processos relacionados aos Incidentes de Resolução de Demandas Repetitivas (IRDRs), mecanismo utilizado pelos tribunais para uniformizar o entendimento sobre questões jurídicas que se repetem em diversas ações.

A gestora administrativa do DAPI, Milena Valle Rodrigues, explica que a ferramenta vem sendo utilizada em processos que tramitam nas Varas com competência em Fazenda Pública em todo o Estado. A expectativa, segundo ela, é que a solução seja disponibilizada para todas as unidades judiciais a partir de agosto.

“Também estamos trabalhando na expansão da base de consulta. Até o fim do mês, a ideia é incluir precedentes qualificados do Supremo Tribunal Federal, o STF, e do Superior Tribunal de Justiça, o STJ. Ampliando o alcance da automação e o suporte oferecido às unidades judiciais”, detalha.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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