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Comunidade Manduvi exige que Prefeitura restaure MT-050

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Moradores e sitiantes denunciam dificuldades de acesso a Manduvi, que ameaça ficar isolada após a chegada das chuvas. A Prefeitura de Livramento simplesmente tampou as crateras da MT com terra

Redação
 
Moradores da comunidade rural Manduvi, localizada a 70 quilômetros da sede do município de Livramento, exigem que a Prefeitura Municipal conclua as obras de restauração da MT-050, responsável pela interligação também de outras comunidades adjacentes. Conforme os moradores, a Prefeitura, por meio da Secretaria de obras local, apenas procedeu reparos provisórios na referida rodovia, sem efetivamente resolver o problema que a população do lugar enfrenta há meses, por causa da quantidade de buracos, o que tem originado prejuízos de toda natureza. Eles salientaram que essa situação pode se agravar triplamente a partir da eclosão do período chuvoso regular, praticamente ilhando Manduvi e comunidades vizinhas.
 Segundo um sitiante, Ademir Gonçalves Almeida, o prefeito Silmar de Souza, em reunião recente com os moradores de Manduvi, garantiu que restauraria os pontos críticos da MT-050. “Resolver, mesmo, não resolveu. Estamos aguardando”, destacou Ademir. Ele tachou essa situação de autêntico descaso do Poder Público para com Manduvi e comunidades interligadas. Salientou que o prefeito teve amplo apoio popular da região durante sua campanha, e os moradores apenas solicitam algum zelo da Municipalidade por um dos importantes embriões rurais do município.
 
“Sentimo-nos ludibriados por promessas que não estão sendo cumpridas. E todos pagamos impostos, é dever da Prefeitura assistir essas comunidades. A MT-050 é de uso estratégico para quem reside em Manduvi e região. É por onde escoa a produção agrícola local, e também por onde todos saem e entram nas comunidades interligadas. Infelizmente, apesar de o prefeito ter prometido solucionar esse problema, a Prefeitura só “manteou” os buracos com terra. É o mesmo que jogar terra dentro de uma bacia d’água. Pois assim que as chuvas intensificarem, tudo aquilo ficará alagado. Aí, vai ficar difícil pra qualquer morador da região deixar suas casas. Ali existem escolas, armazéns, uma estrutura tímida de sociedade.  Mas é nosso lar, e o prefeito precisa entender que necessitamos de ações urgentes e resolutivas para não ficarmos mais prejudicados do que já estamos.”
 
Ademir ainda pontuou que o prefeito afirmou que a complementação das obras na MT-050 seria feita após a Prefeitura receber recursos do Estado. “Nenhum de nós ignora que, em se tratando de MT, é de competência do Governo Estadual. Porém, em casos emergenciais, cabe às prefeituras agir por conta própria. Daqui a mais alguns dias, a Prefeitura vai argumentar que não pode trabalhar na MT-050 por causa das chuvas, é óbvio. Enfim, a situação tende a se agravar em Manduvi. Infelizmente, parece que isto não é preocupação da Prefeitura. Só vão se lembrar de que a comunidade Maduvi existe no período eleitoral. Aí, sim, terão resposta direta da população, hoje revoltada pelo que tem enfrentado”.
 
O líder comunitário local, Bento Gonçalves, salientou ter esperanças de que o prefeito Silmar de Souza “acorde” antes que trovões e relâmpagos anunciem chuvas intermitentes e isolem Manduvi e outras comunidades. “Participei dessa reunião com o prefeito, que conheço há tempos e tem prometido ajudar Manduvi. Por enquanto, só ficou nisso mesmo, promessas. E ninguém vive de promessas, é preciso que a Prefeitura atente para a emergência anunciada, relacionada às crateras existentes em todo o curso local da MT-050, que a Prefeitura maquiou com terra. Ou seja: são futuros atoleiros, prejuízos para muita gente. Sei que as prefeituras, em geral, não apenas as de Mato Grosso, vivenciam problemas idênticos, com estradas precárias. Porém, é preciso que as soluções aconteçam antes que situações do tipo atinjam patamares de gravidade insolúvel”.
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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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