Mato Grosso
Campos soerguem Várzea Grande. Mais uma vez…
Mato Grosso
Especial para o Mato grosso: João Carlos de Queiroz
O município de Várzea Grande começou a reviver seus bons tempos progressistas em 2015, precisamente a partir do instante em que a ex-Primeira Dama do Estado, Lucimar Campos, assumiu a Prefeitura no lugar do prefeito cassado, Walace Guimarães. Várzea Grande vivia então intrincada situação administrativa e estrutural públicas, com caos predominante na Saúde, Educação e em setores essenciais.
Denúncias de corrupção também pairavam sobre seus gestores. Foi o momento de a Justiça intervir prontamente e desbaratar a corrosiva teia de aranha instalada no Paço Municipal, ávida em sugar o erário público e deixar o município entregue às traças.
Convocada oficialmente, Lucimar Campos, esposa do ex-governador Jayme Campos, assumiu confiante seu posto de comando na Prefeitura. Horas após a posse, já colocou em prática um plano emergencial de trabalho para soerguer as alas estruturais ociosas do município, paralisadas por “falta de recursos”. Ou seja: o tesouro municipal estava praticamente zerado, impossibilitando qualquer solução à série de demandas gravíssimas imperantes.
Conforme levantamentos técnicos preliminares à época, o município havia sido literalmente detonado por gestões consecutivas, de caráter ineficiente e irresponsável. Não se cumpria o mínimo da longa lista de dispositivos básicos em prol do desenvolvimento de VG e de uma melhor qualidade de vida à sua população. Imperava grotesco quadro de abandono e desmotivação geral do povo.

Com a prefeita Lucimar Campos, Várzea Grande “acordou” novamente para seu potencial comercial/industrial e eficiência nos serviços públicos
Para Lucimar, mais do que resolver as complexidades emergenciais que encontrou ao assumir a Prefeitura de Várzea Grande, o importante era enfrentar a série de desafios – e sem desanimar. “Assumi determinada a fazer o melhor por minha cidade e por todo o município, o que inclui as comunidades distritais. Deus nos orientou e tem orientado sempre. Nosso projeto consiste em transformar Várzea Grande num referencial de eficiência e qualidade de serviços públicos. Uma cidade melhor para se viver. Avanços pontuais confirmam que estamos no caminho certo”, afirmou.
Confiantes, os moradores de Várzea Grande dizem que, agora, a cidade “voltou a mostrar sua antiga vitalidade e força progressista”. Comentários do tipo podem ser ouvidos nas áreas central e periférica, lugares anteriormente “esquecidos” pelos “gestores do caos”. A tônica maior dessas conversas enfatiza a forma competente com que a família Campos sempre atuou resolutivamente na Prefeitura do município e no Estado (referência clara às gestões dos irmãos e ex-governadores Júlio e Jayme Campos). “Nos intervalos de suas gestões {quando outros assumem} é que prevalece o caos” – pontuam.

O ex-governador Julio Campos ao lado do ex-senador Jayme Campos que com sua experiência contribui a favor de notável salto empreendedor do município na atual gestão
Para a prefeita Lucimar, não há nenhum milagre aí. “Trabalhamos com base na rigidez de controle do dinheiro público, empregando cada centavo do contribuinte de forma produtiva”.
Segundo ela, isso implica em progressivo equilíbrio das contas públicas e, também, no aproveitamento integral dos recursos, a fim de empreender projetos que o povo precisa. Próxima iniciativa: a Prefeitura instituirá em 2017 {ou em 2018} um concurso público para preencher 2.693 vagas em setores distintos. A valorização do funcionalismo é tema trabalhado diuturnamente na presente gestão.
“É uma escala desenvolvimentista”, resume Lucimar. “Alguns projetos recebem recursos extras, parcerias importantes entre os governos {municipal, estadual e federal}. Trabalho conjunto, resgatado tecnicamente na nossa gestão, a exemplo do PAC – Programa de Aceleração do Crescimento. Geram condições propícias para plena execução de obras diversas e de grande porte no município: reformas e construção de unidades educacionais e de Saúde, operacionalização da UPA (Unidade de Pronto-Atendimento), asfalto, habitação, saneamento básico e outros”.
Mato Grosso
Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação
Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.
Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.
“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.
A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.
“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.
Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.
A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.
Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.
O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.
Autor: Larissa Klein
Fotografo:
Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
Email: [email protected]
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