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Buscando viabilidade na saúde, Alex lançará a campanha: “Hospital Amparo – Municipalização Já, Saúde Para Todos”

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Da Redação.

Com dívidas milionárias, penhoras, inviabilidade econômica, administrativa, e diversos processos na Justiça, há mais de oito anos que o Hospital Amparo de Rosário Oeste, está acumulando dívidas, o que deixou a instituição inviável para funcionar.

“Dívidas milionárias, inviabilizam a continuidade do defasado modelo de administração do Hospital Amparo”.

A situação do Hospital Amparo que é filantrópico, e vive de doações, passa pelos mesmo problemas que a Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá passava, quando trabalhava no mesmo sistema.

“Depois que o Governo do Estado de Mato Grosso assumiu a administração da Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá, a unidade de saúde voltou a funcionar, virando referência no atendimento para população”.  

A Prefeitura de Rosário Oeste, através de um Termo de Ajustamento de Conduta – TAC, repassa mensalmente cerca de R$ 200 mil, para o Hospital Amparo, para custear folha salarial, manutenção e compram de insumos, uma conta, que para muitos especialistas, não batem, é considerada praticamente impossível de fechar.

Devido acompanhar por vários anos, as dificuldades que o Hospital Amparo atravessa, o farmacêutico e atual prefeito de Rosário Oeste, Alex Berto apresentou o Projeto de Municipalização do Hospital Amparo, como forma de viabilizar a funcionalidade da Unidade de Saúde.

Foto: assessoria

Para o prefeito, resolver o problema de funcionalidade do Hospital Amparo é de extrema importância para o desenvolvimento do município, desta forma, em uma das suas primeiras ações, lançar a campanha:

“Hospital Amparo – Municipalização já, saúde para todos”.

“Como o Hospital Amparo é denominado de ser uma Instituição Filantrópica, ficando impossibilitado de ser apto para receber determinados recursos públicos, o que será revertido com a municipalização do Hospital”, explicou Alex.

O prefeito ainda ressaltou a importância da municipalização da instituição de saúde, que poderá ampliar os seus atendimentos, com médicos especialistas e a realização de cirurgias, já que há muitos anos, não nasce um rosariense através de uma cesariana no Hospital.

Situação do Hospital Amparo:

Dívidas milionárias.

Não realiza cirurgias.

Possui penhoras de processos trabalhistas.

Se encontra inviabilizado.

Tem o custo de cerca de R$ 200 mil ao mês, para Prefeitura de Rosário Oeste.

De acordo com informações de bastidores, a situação do Hospital é tão crítica, que nem o CNPJ que era para ser utilizado pela Instituição, está em condições, desta foram, estariam utilizando o CNPJ de terceiro.

“Relatos de moradores que pediram para não serem identificados, apontam que para receber recursos e donativos, que necessitam de registros, está sendo utilizado o CNPJ de um Centro Espírita da cidade”.

Alex disse que a Prefeitura vai buscar de todos modos cabíveis, para realizar a municipalização do hospital, seja através de uma desapropriação, ou de uma sessão procedimento entre os sócios, e até mesmo uma compra do imóvel amigavelmente.

“Queremos fazer a compra do imóvel de forma correta, como também acertar com todos os trabalhadores, os seus direitos cabíveis”, ressaltou Alex.

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Gaúcha do Norte implanta Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica contra a Mulher

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Grupo de pessoas em pé no plenário de uma câmara municipal segura placas vermelhas em formato de coração. Ao fundo, pare de madeira com a inscrição Localizada a cerca de 571 km de Cuiabá, Gaúcha do Norte passa a contar com a atuação da Rede de Enfrentamento à Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher. Com a formalização ocorrida na sexta-feira (31), o município se tornou o 129º do estado a ser integrado à iniciativa liderada pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT).

A ação foi feita por meio da Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher-MT), sob coordenação da desembargadora Vandymara Galvão Ramos Paiva Zanolo. A Rede conta ainda com a participação de instituições da segurança pública, Ministério Público, Defensoria Pública, Municípios, dentre outras.

Plenário da Câmara Municipal com diversas mulheres assistindo a uma palestra. O palestrante está em pé na frente, e uma tela projeta conteúdo ao lado direito.Além da assinatura do Termo de Cooperação Técnica entre os órgãos e instituições participantes, a passagem da equipe do Cemulher-MT por Gaúcha do Norte proporcionou ainda a capacitação de 32 pessoas que atuarão na Rede. A implantação da Rede de Enfrentamento foi efetivada após pedido da Patrulha Maria da Penha do município.

“Percebemos a dificuldade que temos ao atender sozinhos os casos de violência doméstica. Precisamos da Rede para oferecer uma proteção e suporte maior. Com essa união, podemos agir em conformidade nesse propósito, que é proteger a vida da mulher”, explicou a soldado PM Gisele Bernardo Pinto Matos, comandante da Patrulha Maria da Penha de Gaúcha do Norte.

Para Tiago Gonçalves dos Santos, juiz substituto da 1ª Vara de Paranatinga – comarca que realizada o atendimento jurisdicional de Gaúcha do Norte, a instalação da Rede de Enfrentamento é um marco importante. “Mais uma vez o Poder Judiciário vai até a comunidade, desta vez em parceria, com o objetivo de melhorar nossa sociedade, principalmente para as mulheres e meninas que tanto sofrem em nosso estado”, disse.

De acordo com a promotora de Justiça Fernanda Luíza M. Siscar, a partir da assinatura do Termo de Cooperação Técnica ficará mais fácil para os órgãos e instituições definirem os fluxos de atendimento, prioridades e ações para o município. Ela destacou que também está no planejamento a criação de um plano de metas, que guiará as estratégias de atuação para os próximos dez anos.

“A partir da implementação da Rede é que nós conseguimos avançar nas demais normativas, documentos públicos, nos planos e nas iniciativas estratégicas. Com a Rede, conseguimos devolver à população um serviço de melhor qualidade. Junto a isso, estamos buscando também a criação do plano decenal de metas para o município”, relatou a promotora.

Já o delegado da Polícia Civil de Mato Grosso, Gabriel Conrado, a implantação da Rede é fundamental para a integração de todos os órgãos públicos. “Temos um número muito alto de casos de violência doméstica nessa região. Então, essa integração é importante para a repressão desses crimes e proteção das mulheres”, pontuou.

Canais de denúncia:

180 – Todo território nacional

181 – Estado de Mato Grosso

197 – Polícia Civil

190 – Polícia Militar

Autor: Bruno Vicente

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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