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Adolescente apreendido comercializava ferramentas furtadas na internet

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Da Redação

 

Ferramentas de trabalho de uma vítima furtada em Várzea Grande foram recuperadas pela Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf), na tarde quarta-feira (01.11). Os produtos era anunciados para venda em uma site na internet. A vítima reconheceu e pediu ajuda na Polícia Civil para reaver seus equipamentos.

O receptador J.L.S, 16 anos, foi apreendido em flagrante pelo crime de receptação. Ele tentava comercializar os objetos na internet, OLX, utilizando o nome de João Rafael Junior. A vítima descobriu e combinou com o suposto vendedor  em um local público para compra dos objetos, mas antes pediu ajuda na Delegacia de Roubos e Furtos.

Aproveitando que já havia um processo negociação, investigadores da unidade acompanharam a vítima até o ponto combinado e se mantiveram em vigilância, até que identificaram o suspeito e efetuaram abordagem.

O suspeito carregava os objetos da vítima,  que pela descrição foram confirmados, sendo uma furadeira com as iniciais da vítima e outros objetos que estavam em uma caixa.

Ao ser questionado sobre as ferramentas, o jovem afirmou ter adquirido os produtos de seu cunhado e não sabia da origem. O cunhado do rapaz foi localizado e compareceu espontaneamente na Delegacia, esclarecendo que o adolescente  forneceu seu nome aos policiais por vingança, já que  houve um desentendimento, dias antes, entre os dois.

De acordo com a delegada, Jannira Laranjeira Siqueira de Campos Moura, esta é a terceira vez que  menor de idade já foi autuado na Derf, somente em 2017. “Fato que demonstra que ele é contumaz na prática de crimes patrimoniais e ainda há fortes indícios de que ele comercializa drogas em sua residência, o que justifica a comercialização de objetos roubados ou urtados, apreendidos em seu poder”, disse.

O Juizado da Infância e Adolescência da comarca será comunicado da apreensão do menor, que foi liberado ao responsável legal.

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Servidores da Corregedoria concluem curso de mediação e conciliação

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Dez servidores do Departamento de Apoio aos Juizados Especiais (Daje) e assessores de gabinetes da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso (CGJ-MT) concluíram o Curso Básico de Mediação e Conciliação Judiciais. A capacitação desenvolveu conhecimentos teóricos e práticos sobre mediação e conciliação judiciais, para a atuação autocompositiva no âmbito judicial.

O gestor de capacitação e avaliação do Nupemec, Carlos Campelo é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos e barba grisalha, veste camisa polo escura. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Segundo o gestor de capacitação e avaliação do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec), Carlos Campelo, a formação contribui para ampliar a cultura do diálogo e da solução consensual de conflitos.

“As técnicas aprendidas durante a capacitação não se restringem ao ambiente de trabalho e podem ser aplicadas em diversas situações do cotidiano. Quando mais profissionais estiverem atuando nessa área, sejam servidores ou sociedade em si, mais pessoas irão conseguir resolver seus conflitos com diálogo, pois o primeiro passo para que isso ocorra é saber se comunicar”, afirmou.

A diretora do Daje, Shusiene Machado, é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos lisos na altura dos ombros, veste blazer cinza sobre blusa da mesma tonalidade e usa colar com pingente em formato de cruz. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A diretora do Daje, Shusiene Tassinari Machado, destacou que a capacitação contribuiu para ampliar o conhecimento da equipe sobre os mecanismos consensuais de resolução de conflitos e irá fortalecer o apoio às atividades desenvolvidas pelos Juizados Especiais.

“Esse curso será um divisor de águas na nossa atuação, na gestão dos conciliadores credenciados que atuam nos processos judicias dos Juizados Especiais. Pois agora compreendemos não apenas a parte administrativa, mas também a teoria e a prática da mediação judicial”, explicou.

Curso – A capacitação foi dividida em duas etapas. A parte teórica, realizada presencialmente entre 24 e 28 de setembro de 2025, com carga horária de 40 horas e que incluiu simulações práticas de audiências de mediação. E a segunda etapa, o estágio supervisionado realizado entre fevereiro a junho deste ano, pela plataforma Microsoft Teams, com 60 horas práticas com casos reais.

Ana Tereza Pereira Meira, instrutora de mediação e justiça restaurativa, é um mulher de pele clara, cabelos longos castanho-claros, veste blusa sem mangas em tom claro com detalhes escuros e usa brincos discretos. Ela está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.A instrutora de mediação e justiça restaurativa, Ana Tereza Pereira Meira, responsável pelo acompanhamento da etapa prática, destacou que a formação proporciona mudanças que refletem diretamente no atendimento prestado à população. “A pessoa que faz um curso de mediação, se torna diferente. Os alunos aprendem uma comunicação melhor, uma comunicação mais harmônica e isso ajuda no atendimento do público e do Poder Judiciário”, disse.

O gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa é um homem de pele clara, cabelos curtos grisalhos, veste camisa social amarela de mangas longas. Ele está em um corredor, ao fundo há uma placa de identificação do Nupemec.Para o participante da capacitação, o gestor administrativo do Daje, Gláucio Corrêa, a formação proporcionou uma compreensão melhor da realidade dos conciliadores e juízes leigos que atuam nos Juizados Especiais. “Antes a gente trabalhava mais sob a perspectiva administrativa, agora nós sabemos exatamente como funciona, quais os desafios e isso contribuirá para o nosso trabalho de apoio e gestão”, pontuou.

O treinamento é uma iniciativa da CGJ-MT, com apoio da Escola dos Servidores e do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (Nupemec) do Tribunal de Justiça de Mato Grosso.

Autor: Larissa Klein

Fotografo:

Departamento: Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT



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