Esporte
Palmeiras inicia Paulistão com vitória sobre a Portuguesa no Canindé
Esporte
O Palmeiras deu o pontapé inicial na temporada de 2026 com uma vitória suada sobre a Portuguesa, por 1 a 0, em partida disputada neste sábado no Estádio do Canindé. O confronto marcou a primeira rodada do Campeonato Paulista, e o único gol do jogo foi anotado por Luighi, uma promessa da base palmeirense. A partida também registrou a estreia do volante Marlon Freitas com a camisa alviverde.
Com o resultado, o Verdão soma seus primeiros três pontos no Estadual e assume, provisoriamente, a terceira colocação na tabela. A Portuguesa, por sua vez, encerra a rodada na 15ª posição, ainda sem pontuar.
O Jogo
O primeiro tempo foi marcado por um Palmeiras que tentava impor seu ritmo através de toques rápidos, mas encontrou uma Portuguesa bem postada e aguerrida. A Lusa, inclusive, criou a primeira chance clara aos sete minutos, em um cabeceio de Igor Torres para fora. O Alviverde respondeu com Larson, que, após escanteio de Allan, também cabeceou sobre o gol. O goleiro Bruno Bertinato foi testado por Sosa em uma cobrança de falta e ainda defendeu uma finalização perigosa de Renê após falha na zaga palmeirense. Nos minutos finais da primeira etapa, Luighi e Maurício desperdiçaram boas oportunidades, e Allan finalizou com efeito, parando em Bertinato.
A etapa complementar começou com um lance capital. Aos cinco minutos, Igor Thiago atingiu a canela de Larson com a sola da chuteira e, após revisão do VAR, foi expulso, deixando a Portuguesa com um jogador a menos. A vantagem numérica foi crucial: apenas três minutos depois, o Palmeiras abriu o placar. Maurício tabelou com Larson, invadiu a área e serviu Luighi, que apenas empurrou para as redes, balançando o Canindé.
Após o gol, mesmo com dez jogadores, a Portuguesa mostrou agressividade e criou momentos de perigo. Aos 29, Maceió fez uma sequência de dribles e chutou forte, exigindo uma defesa à queima-roupa de Carlos Miguel. Contudo, o Palmeiras conseguiu controlar a partida nos minutos finais, segurando o ímpeto da Lusa e garantindo a vitória.
Próximos compromissos
A Portuguesa terá pela frente o Capivariano, na terça-feira, 13 de janeiro de 2026, às 21h30 (de Brasília), na Arena Capivari, em busca de seus primeiros pontos no Paulistão. Já o Palmeiras terá um clássico pela frente contra o Santos, na quarta-feira, 14 de janeiro de 2026, às 19h30 (de Brasília), na Arena Barueri.
| FICHA TÉCNICA | |
|---|---|
| Portuguesa 0 x 1 Palmeiras | |
| Competição | Primeira rodada do Campeonato Paulista |
| Local | Estádio do Canindé, em São Paulo (SP) |
| Data | 10 de janeiro de 2026 (sábado) |
| Horário | 20h30 (de Brasília) |
| Cartões Amarelos | Salomão, Eduardo Biazus, Hudson (Portuguesa); Murilo (Palmeiras) |
| Cartões Vermelhos | Igor Thiago (Portuguesa) |
| Árbitro | Lucas Canetto Bellote |
| Assistentes | Danilo Ricardo Simon Manis e Enderson Emanoel Turbiani da Silva |
| VAR | Vinicius Furlan |
| Gols |
|
| Portuguesa | Bruno Bertinato (Lohan); João Vitor, Gustavo Henrique, Eduardo Biazus e Salomão; Hudson (Mateus Cecchini), Zé Vitor (Keven Coloni) e Gabriel Pires (Guilherme Portuga); Igor Torres, Maceió e Renê (Ewerthon). Técnico: Fábio Matías |
| Palmeiras | Carlos Miguel; Giay, Murilo (Bruno Fuchs), Benedetti e Jefté (Khellven); Marlon Freitas, Larson (Erick Belé) e Maurício; Sosa, Luighi (Bruno Rodrigues) e Allan (Andreas Pereira). Técnico: Abel Ferreira |
Fonte: Esportes
Esporte
O Brasil perde um gigante: morre Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa”
Morreu, aos 68 anos, Oscar Schmidt, o maior nome da história do basquete nacional e um dos maiores pontuadores de todos os tempos no esporte mundial.
Ídolo de gerações, Oscar não foi apenas um jogador — foi símbolo de talento, dedicação e amor pelo Brasil. Dono de mais de 49 mil pontos na carreira, o “Mão Santa” construiu uma trajetória que ultrapassou estatísticas e se transformou em legado.
Foram cinco Olimpíadas disputadas, jogos históricos e atuações que desafiaram gigantes do basquete mundial. Um dos momentos mais marcantes foi no Pan-Americano de 1987, quando liderou a seleção brasileira em uma vitória histórica sobre os Estados Unidos, dentro da casa deles.
Oscar fez uma escolha rara: recusou a NBA para continuar defendendo a seleção brasileira. Não foi apenas uma decisão profissional — foi uma declaração de amor à camisa, ao país e ao esporte.
Nos últimos anos, também se tornou exemplo de força fora das quadras, enfrentando um tumor cerebral com coragem e dignidade, inspirando milhares de brasileiros com sua luta pela vida.
A morte de Oscar não representa o fim de uma história, mas a eternização de um nome. Um atleta que transformou o basquete no Brasil, que inspirou gerações e que colocou o país no mapa do esporte mundial.
Hoje, o Brasil não perde apenas um ídolo.
Perde um símbolo.
Eternamente, Mão Santa. 🏀
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