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Náutico reverte vantagem, elimina Juventude nos pênaltis e vai à final da Série C

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O Náutico está na final da Série C do Campeonato Brasileiro. A vaga foi conquistada na noite deste domingo, no estádio dos Aflitos, em Recife (PE), com uma vitória por 4 a 3 sobre o Juventude nos pênaltis após vitória por 2 a 1 no tempo normal do confronto de volta das semifinais. A decisão foi para as penalidades porque o jogo de ida, em Caxias do Sul (RS), teve o mesmo placar, mas a favor dos gaúchos.

O time pernambucano vai decidir o título contra o Sampaio Corrêa, que garantiu a vaga ao bater o Confiança por 1 a 0 no sábado, depois de ter vencido por 2 a 0 no primeiro jogo. As datas ainda serão definidas pela CBF, mas é certo que o time maranhense decide em casa, já que tem a melhor campanha geral, com 41 pontos somados contra 38 do adversário. Os semifinalistas já tinham garantido o acesso à Série B em 2020.

Com a classificação, o Náutico voltará a disputar uma final nacional após 31 anos. A última vez foi em 1988, quando perdeu o título da Série B para a Internacional de Limeira, ao ser derrotado por 2 a 1 na grande decisão. O time do Recife nunca ganhou um título brasileiro – o time foi vice-campeão da Série B em 2011.

Em campo neste domingo, o Náutico foi superior no primeiro tempo e contou com a estrela de Álvaro para construir uma boa vantagem. Ele marcou de cabeça duas vezes, aos 16 e aos 31 minutos. O Juventude, que chegou a perder um pênalti durante o primeiro tempo, quando Eltinho acertou a trave, diminuiu aos 33 da etapa final, também em uma cabeçada, com Genilson.

Na disputa de penalidades, Álvaro quase virou vilão ao isolar para fora a sua cobrança. A sorte foi que Jefferson, goleiro do Náutico, já havia defendido o pênalti de Dener antes e Dalberto bateu para fora na sequência. Matheus Carvalho converteu o último e garantiu a classificação pernambucana, para a festa dos mais de 13 mil torcedores que foram ao estádio dos Aflitos neste domingo.

 

Fonte: Estadão Conteúdo / https://esportes.estadao.com.br/noticias/futebol,nautico-reverte-vantagem-elimina-juventude-nos-penaltis-e-vai-a-final-da-serie-c,70003020807

Foto: Léo Lemos/Comunicação CNC

 

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Brasil vira sobre a Austrália e vence por 4 a 2 em amistoso 

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A Seleção Brasileira superou um primeiro tempo de sustos e derrotou a Austrália por 4 a 2, nesta terça-feira (29.09), em amistoso disputado no Suncorp Stadium, em Brisbane. Vanderson, Raphinha, Bruno Guimarães e Vinicius Júnior balançaram as redes para o Brasil; Circati e Metcalfe marcaram para os donos da casa. A Seleção ainda tem mais um compromisso nesta Data Fifa: no sábado, encara a Índia às 11h (de Brasília), no Vivekananda Yuba Bharati Krirangan Stadium, em Calcutá.

O jogo começou da melhor forma possível para os brasileiros. Aos dois minutos, uma jogada ensaiada pela ponta direita terminou com Rayan servindo Bontempo, que encontrou Vanderson livre para acertar um belo chute no ângulo e abrir o placar.

O segundo quase saiu em seguida. Raphinha recebeu na entrada da área e soltou uma pancada forte, obrigando Patrick Beach a fazer grande defesa. No rebote, o atacante do Barcelona voltou a finalizar, mas parou novamente no goleiro australiano.

Com o controle da posse de bola e do ritmo da partida, o Brasil ditava as ações, mas foi pego em falha pontual. Aos 29 minutos, após cobrança de escanteio fechado, a defesa brasileira se atrapalhou e Circati empatou para os mandantes.

O golpe abalou a equipe de Carlo Ancelotti, que três minutos depois viu o placar virar. Aos 32, a defesa saiu jogando errado, Metcalfe dominou com liberdade na entrada da área e finalizou com precisão, vencendo Otávio.

Aos poucos, a Seleção voltou a crescer. Aos 42, em mais uma boa trama coletiva, Danilo foi derrubado na área. O árbitro japonês Yusuke Araki revisou o lance no VAR e assinalou o pênalti. Raphinha cobrou com firmeza e deixou tudo igual antes do intervalo.

O segundo tempo começou mais equilibrado. A primeira grande chance foi australiana: aos 15 minutos, Circati apareceu livre na área após escanteio, mas cabeceou por cima, desperdiçando boa oportunidade para os donos da casa.

Do outro lado, o Brasil demorou a criar, mas foi cirúrgico quando chegou. Depois de um primeiro tempo discreto, Vinicius Júnior passou a aparecer mais no jogo. O atacante foi lançado pela esquerda e encontrou Endrick dentro da área, que deu um passe preciso para Bruno Guimarães completar para o fundo das redes e recolocar o Brasil em vantagem.

Aos 30 minutos, quase saiu o quarto. Vini arrancou pela esquerda e inverteu a jogada para Estêvão, que finalizou no canto e viu Patrick Beach fazer mais uma grande defesa. No rebote, a bola ainda bateu em Endrick antes de sair pela linha de fundo.

Aos 34, nada impediu o gol que selou a vitória. Vinicius Júnior fez bela jogada individual, driblou o marcador e foi derrubado dentro da área. O próprio camisa 7 cobrou o pênalti com categoria e converteu.

Nos minutos finais, a equipe de Carlo Ancelotti administrou a vantagem e controlou a partida até o apito final, confirmando o resultado.

FICHA TÉCNICA
Austrália 2 x 4 Brasil
Competição Amistoso
Local Suncorp Stadium, Brisbane (AUS)
Data 29 de setembro de 2026 (terça-feira)
Horário 7h (de Brasília)
Cartões Amarelos (Austrália) Irankunda, Souttar
Cartões Amarelos (Brasil) Gabriel Magalhães, Endrick
Cartões Vermelhos Nenhum
Arbitragem Árbitro Yusuke Araki (JAP)
Arbitragem Assistentes Kota Watanabe (JAP) e Kohe Ando (JAP)
Arbitragem Quarto árbitro Ryo Tanimoto (JAP)
Gols 1º gol Vanderson, aos 2 do 1ºT (Brasil)
Gols 2º gol Circati, aos 29 do 1ºT (Austrália)
Gols 3º gol Metcalfe, aos 33 do 1ºT (Austrália)
Gols 4º gol Raphinha, aos 44 do 1ºT (Brasil)
Gols 5º gol Bruno Guimarães, aos 24 do 2ºT (Brasil)
Gols 6º gol Vinicius Júnior, aos 34 do 2ºT (Brasil)
Escalação Austrália Patrick Beach; Jacob Italiano (Geria), Alessandro Circati, Harry Souttar e Lucas Herrington; Aziz Behich, Jackson Irvine e Paul Okon-Engstler (O’Neill); Connor Metcalfe (McGree), Nestory Irankunda (Younis) e Tete Yengi. Técnico: Tony Popović
Escalação Brasil Otávio, Vanderson (Matheuzinho), Jair (Vitor Reis), Gabriel Magalhães e Mauro Júnior (Arthur Dias); Danilo (Breno Bidon), Bruno Guimarães (Martinelli) e Gabriel Bontempo (Andrey Santos); Rayan (Estêvão), Raphinha (Endrick) e Vini Júnior (Samuel Lino). Técnico: Carlo Ancelotti

Fonte: Esportes



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