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Grêmio vence o Vitória e cola no G5 do Brasileirão

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O Grêmio conquistou sua terceira vitória no Campeonato Brasileiro ao superar o Vitória por 2 a 0 na Arena, em partida válida pela sétima rodada nesta quinta-feira. Com um gol contra de Camutanga ainda no primeiro tempo e um tento de Amuzu no início da etapa final, o tricolor gaúcho garantiu mais três pontos e segue em ascensão na competição.

Com o resultado, o Grêmio chega à marca de quatro jogos sem perder no Brasileirão, escalando para a sétima posição da tabela com 11 pontos. O Vitória, por sua vez, estaciona nos sete pontos e ocupa a 13ª colocação, buscando reabilitação nas próximas rodadas.

Domínio Gremista e gols estratégicos

Desde o apito inicial, o Grêmio impôs seu ritmo, dominando a primeira etapa e criando as melhores oportunidades. O atacante belga Amuzu foi um dos destaques, testando o goleiro Arcanjo logo aos nove minutos e novamente aos 24 com finalizações perigosas. A pressão surtiu efeito aos 27 minutos, quando Renato Kayzer tentou afastar um cruzamento, e Amuzu, pela esquerda, lançou rasteiro. Na tentativa de desviar, Camutanga, zagueiro do Vitória, acabou mandando a bola para o próprio gol, abrindo o placar para os donos da casa. Pouco depois, uma penalidade marcada para o Grêmio foi revisada pelo VAR e desconsiderada, mantendo o 1 a 0 no marcador.

O segundo tempo trouxe um Vitória mais agressivo, com Cacá cabeceando com perigo aos sete minutos. No entanto, a resposta gremista foi imediata e fatal. Apenas dois minutos depois, um lançamento de Wewerton enganou a defesa adversária, permitindo que Amuzu disparasse em direção à área e batesse rasteiro na saída de Arcanjo, ampliando para 2 a 0. Com a vantagem confortável, o Grêmio ainda teve chances de dilatar o placar com Renzo López e Carlos Vinícius, mas o placar permaneceu inalterado até o fim.

Próximos desafios 

O Grêmio agora se prepara para enfrentar o Vasco em São Januário, no Rio de Janeiro, no próximo domingo (22), às 16h (de Brasília), buscando manter a boa sequência no Brasileirão. Já o Vitória terá a chance de se reabilitar em casa, no Barradão, recebendo o Mirassol no mesmo dia, às 18h30 (de Brasília).

FICHA TÉCNICA

GRÊMIO 2 x 0 VITÓRIA
Competição Campeonato Brasileiro
Local Arena do Grêmio, Porto Alegre (RS)
Data 19 de março de 2026 (quinta-feira)
Horário 19h (de Brasília)
Árbitro Alex Gomes Stefano (RJ)
Assistentes Luiz Claudio Regazone (RJ) e Luis Carlos de Franca Costa (RN)
VAR Rodolpho Toski Marques (PR)
Cartões Amarelos Grêmio: Gabriel Mec
Vitória: Renato Kayzer, Nathan Mendez
Cartões Vermelhos Nenhum
GOLS
Camutanga (contra) 27′ do 1ºT (Grêmio)
Amuzu 9′ do 2ºT (Grêmio)
ESCALAÇÃO GRÊMIO
Wewerton; Pavón, Balbuena, Viery e Marlon (Caio Paulista); Nardoni (Noriega), Leonel Pérez e Willian (Monsalve); Enamorado (Tetê), Carlos Vinícius e Amuzu (Gabriel Mec)
Técnico: Luís Castro
ESCALAÇÃO VITÓRIA
Arcanjo; Nathan (Renzo López), Camatunga (Cantalapiedra), Cacá e Ramón; Caique, Baralhas e Emmanuel Martínez; Erick (Fabri), Renato Kayzer (Anderson Pato) e Matheuzinho (Diego Tarzia)
Técnico: Jair Ventura

Fonte: Esportes



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O Brasil perde um gigante: morre Oscar Schmidt, o eterno “Mão Santa”

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Morreu, aos 68 anos, Oscar Schmidt, o maior nome da história do basquete nacional e um dos maiores pontuadores de todos os tempos no esporte mundial.

Ídolo de gerações, Oscar não foi apenas um jogador — foi símbolo de talento, dedicação e amor pelo Brasil. Dono de mais de 49 mil pontos na carreira, o “Mão Santa” construiu uma trajetória que ultrapassou estatísticas e se transformou em legado.

Foram cinco Olimpíadas disputadas, jogos históricos e atuações que desafiaram gigantes do basquete mundial. Um dos momentos mais marcantes foi no Pan-Americano de 1987, quando liderou a seleção brasileira em uma vitória histórica sobre os Estados Unidos, dentro da casa deles.

Oscar fez uma escolha rara: recusou a NBA para continuar defendendo a seleção brasileira. Não foi apenas uma decisão profissional — foi uma declaração de amor à camisa, ao país e ao esporte.

Nos últimos anos, também se tornou exemplo de força fora das quadras, enfrentando um tumor cerebral com coragem e dignidade, inspirando milhares de brasileiros com sua luta pela vida.

A morte de Oscar não representa o fim de uma história, mas a eternização de um nome. Um atleta que transformou o basquete no Brasil, que inspirou gerações e que colocou o país no mapa do esporte mundial.

Hoje, o Brasil não perde apenas um ídolo.
Perde um símbolo.

Eternamente, Mão Santa. 🏀



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