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Nova linha de ônibus passa a ligar Terminal André Maggi ao Centro de Reabilitação em Várzea Grande

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A Prefeitura de Várzea Grande, por meio da Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, implantará, a partir desta terça-feira (10.03), uma nova linha no sistema de transporte coletivo urbano. A Linha 958 – Centro Especializado de Reabilitação (bairro Ponte Nova) x Terminal André Maggi (via Prefeitura) foi criada para ampliar a oferta de mobilidade e facilitar o deslocamento da população que utiliza diariamente o transporte público no município.

A nova linha fará a ligação entre o Terminal André Maggi e o Centro de Reabilitação, passando por importantes avenidas e ruas da cidade, incluindo trechos estratégicos próximos à Prefeitura Municipal. A medida busca atender especialmente moradores que precisam acessar serviços de saúde, trabalho e demais atividades na região central.

No trajeto de ida, partindo do Terminal André Maggi até o Centro de Reabilitação, o itinerário contempla vias como as avenidas Castelo Branco, Senador Filinto Muller, Governador Pedro Pedrossian e Ulisses Pompeu de Campos, além das ruas Antenor Mendes Malheiros, Jaime Benevides, Generoso Tavares e Brasília.

Já no percurso de volta, do Centro de Reabilitação ao Terminal André Maggi, os ônibus circularão por ruas como Prefeito Napoleão José da Costa, General Manoel Gomes, Benedito Bernardino Curvo, Ceará, Nazaré, São Bernardo, além das avenidas da FEB, Couto Magalhães e novamente Castelo Branco, passando também pela região da Prefeitura.

De acordo com o coordenador municipal de Mobilidade Urbana, Cidomar de Arruda Velo, a implantação da linha atende uma demanda da população e fortalece a rede de transporte coletivo da cidade.

“Essa nova linha foi planejada para melhorar a conexão entre pontos importantes do município, principalmente para quem precisa acessar serviços de saúde e a região central. É mais uma ação para ampliar a mobilidade urbana e oferecer mais opções de deslocamento à população”, destacou.

O secretário municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana, Gerson Ronei Scarton Júnior, ressaltou que a ampliação do sistema de transporte coletivo faz parte do compromisso da gestão em melhorar os serviços públicos.

“Estamos trabalhando para tornar o transporte coletivo mais eficiente e acessível. A implantação da linha 958 é resultado de estudos técnicos e da escuta da população, garantindo mais integração e mobilidade para quem depende do transporte público em Várzea Grande”, afirmou.

A Secretaria Municipal de Serviços Públicos e Mobilidade Urbana informa ainda que poderão ser realizados ajustes operacionais no funcionamento da linha, caso necessário, para garantir melhor atendimento aos usuários do sistema de transporte coletivo.

Fonte: Prefeitura de Várzea Grande – MT



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Governo amplia acesso ao Plano Brasil Soberano

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As empresas afetadas pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos ou pelos impactos econômicos dos conflitos no Oriente Médio terão mais facilidade para aderir ao Plano Brasil Soberano. O governo federal reduziu de 5% para 1% o percentual mínimo de impacto no faturamento exigido para que empresas possam pedir linhas de crédito do programa.

A mudança foi oficializada nesta quarta-feira (3) por meio de portaria conjunta dos ministérios da Fazenda e do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (Mdic). As novas regras passam a valer a partir da próxima segunda-feira (8).

Com a medida, empresas exportadoras e fornecedores afetados pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos ou pelos impactos econômicos dos conflitos no Oriente Médio poderão acessar os financiamentos mesmo com perdas menores de receita.

Quem será atendido

A ampliação beneficia dos grupos 1 e 3 do Plano Brasil Soberano:

  • Exportadores de bens industriais e fornecedores afetados pelas tarifas impostas pelos Estados Unidos (grupo 1);
  • Exportadores industriais e fornecedores com operações em países do Oriente Médio impactados pelos conflitos na região (grupo 3).

Para ter acesso ao crédito, as empresas desses grupos precisarão comprovar que as exportações representaram ao menos 1% do faturamento bruto no período de referência. Antes, o limite mínimo exigido era de 5%.

No caso do grupo 1, as perdas no faturamento deverão ser comparadas com os 12 meses de 1º de julho de 2024 a 30 de junho de 2025. Para o grupo 3, a apuração deve ser comparada com os 12 meses de 1º de janeiro de 2025 a 31 de dezembro de 2025.

Entre os setores contemplados pelo primeiro grupo estão:

  • Aço;
  • Cobre;
  • Alumínio;
  • Automotivo;
  • Moveleiro.

Proteção econômica

Em nota, o ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, Márcio Elias Rosa, afirmou que a medida busca proteger empresas e empregos diante das instabilidades internacionais. Na mesma nota, o presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Aloizio Mercadante, informou que a ampliação atende a uma demanda de exportadores que vinham sendo afetados mesmo sem atingir o antigo limite de 5% de perda no faturamento.

De acordo com o banco:

  • R$ 6,7 bilhões foram pedidos em crédito;
  • R$ 1,6 bilhão recebeu aprovação.

Grupo mantido

A portaria não altera as regras do terceiro grupo do programa, formado por setores considerados estratégicos para a economia brasileira.

Entre eles estão:

  • Têxtil;
  • Químico;
  • Farmacêutico;
  • Automotivo;
  • Máquinas e equipamentos;
  • Eletrônicos e informática;
  • Borracha e plástico;
  • Equipamentos de transporte;
  • Minerais críticos.

Como pedir o crédito

As empresas dos grupos 1 e 3s poderão consultar a elegibilidade a partir desta quinta-feira (4), por meio da plataforma Gov.br, utilizando certificado digital.

Já as empresas do segundo grupo devem verificar se a Classificação Nacional de Atividades Econômicas (CNAE) registrada no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) está entre os contemplados pela regulamentação.

Linhas disponíveis

O Plano Brasil Soberano oferece financiamento para:

  • Capital de giro;
  • Produção destinada à exportação;
  • Aquisição de máquinas e equipamentos;
  • Ampliação da capacidade produtiva;
  • Inovação tecnológica;
  • Adaptação de produtos, serviços e processos.



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