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48% dos mato-grossenses pretendem fazer compras para o Dia dos Namorados

Já para os que realizarão compras, segundo o IPF-MT, 47% das pessoas comprarão roupas ou acessórios, 26% optarão por perfume ou cosméticos, 14% pretendem comprar chocolate, 3% joias ou relógios.

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Economia

Foto: Secom/FERCOMÉRCIO-MT

Uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa e Análise da Fecomércio Mato Grosso (IPF-MT) com 360 pessoas em 32 municípios do estado, entre os dias 12 de maio e 1 de junho, revelou que 48% dos mato-grossenses pretendem fazer compras para o Dia dos Namorados, que será celebrado no dia 12 de junho. O levantamento destacou, ainda, que o valor médio gasto será de R$ 218,15 e que a maioria dos pagamentos (38%) será feito por meio do cartão de crédito.

Para o presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, a data contribui de forma significativa em diversas atividades da economia. “A data é uma excelente oportunidade para os empresários investirem em suas lojas, com promoções que possibilitam atrair os consumidores, fazendo com que o dinheiro circule no comércio e, consequentemente, com a economia no estado”, disse.

O principal motivo dos que disseram que não realizarão compras (65%) foi porque não comemoram a data. A questão financeira foi o motivo de 27% dos entrevistados para não presentear e outros 6% explicaram que os preços altos impedem o consumo.

Já para os que realizarão compras, segundo o IPF-MT, 47% das pessoas comprarão roupas ou acessórios, 26% optarão por perfume ou cosméticos, 14% pretendem comprar chocolate, 3% joias ou relógios. Os que disseram que comprarão flores e os que afirmaram que vão se alimentar fora do domicílio, correspondem a 2% dos entrevistados.

As lojas de rua são a preferência da maioria dos entrevistados, somando 63%. Outros 18% dos respondentes buscarão consumir em shopping centers e 9% no e-commerce. Restaurantes e confeitarias correspondem a 3% e floriculturas 2%.  

Questionados sobre os valores previstos para os gastos no Dia dos Namorados, 29% dos entrevistados pretendem gastar R$100,00, seguidos dos 26% dos entrevistados que pretendem arcar com R$200,00, em seguida 14% dos respondentes pretendem gastar R$150,00 e 11% dos entrevistados pretendem gastar R$ 300,00. 

Em relação ao valor com presentes para o Dia dos Namorados no ano anterior, a pesquisa constatou que cerca de 53% dos entrevistados pretendem gastar o mesmo valor neste ano. 33% disseram que irão gastar mais do que foi gasto no ano passado e 14% pretendem gastar menos em relação a 2021.

As cidades que participaram da pesquisa foram: Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Sorriso, Cáceres, Barra do Garças, Juína, Juara, Pontes e Lacerda, Vila Rica, Alta Floresta, Primavera do Leste, Lucas do Rio Verde, Campo Verde, Tangará da Serra, Aripuanã, Jaciara, Água Boa, Canarana, São Félix do Araguaia, Comodoro, Mirassol D’Oeste, Peixoto de Azevedo, Colíder, Poconé, Nova Mutum, Diamantino, Arenápolis, Alto Araguaia, Nova Bandeirantes e Barra do Bugres.

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TCU cita risco fiscal dos Correios e defende compensação de custos

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O Tribunal de Contas da União (TCU) aprovou nesta quarta-feira (22) um alerta ao governo federal sobre o custo da universalização do serviço postal prestado pelos Correios. Por unanimidade, o plenário do tribunal aprovou o acórdão de uma auditoria realizada sobre a questão. 

Segundo o TCU, sem a criação de um “mecanismo explícito, estruturado e transparente de compensação de custos”, a universalização gera risco fiscal para as contas públicas.

A conclusão foi formada a partir do voto do ministro Benjamin Zymler, relator do caso.

Durante a leitura do voto, o ministro citou que o custo para manter a universalização postal foi R$ 4,6 bilhões em 2024. Na avaliação de Zymler, o valor é compatível com outras políticas públicas, como o Programa Farmácia Popular e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). 

Contudo, o relator pontuou que a falta de previsão de compensação dos custos da estatal, que opera em prejuízo, fragiliza a capacidade dos Correios de absorverem as circunstâncias atuais e obriga o aporte de recursos por parte da União. 

“Esse quadro compromete a capacidade futura de pagamento da estatal, amplia o risco fiscal da União, que estão sendo analisados de forma macroscópica em outros processos, seja pela crescente exposição decorrente de garantias concedidas pela União a empréstimos tomados pela ECT, seja pela necessidade de possíveis aportes financeiro adicionais para a empresa”, afirmou. 

Em dezembro do ano passado, o Tesouro Nacional aprovou um empréstimo de R$ 12 bilhões para a reestruturação financeira dos Correios, com garantias da União. Além disso, a estatal aprovou uma série de medidas, como um programa de desligamento voluntário e o fechamento de agências, para compensar esse déficit. 

Procurados pela Agência Brasil, os Correios informaram que não vão se pronunciar sobre a decisão do TCU. 

 



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