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Sem vida não tem eleição, muito menos voto…

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Da Redação

É notório que mesmo neste período de pandemia, ainda existe um grupo de pessoas que não entenderam que sem vida, não existe eleição, muito menos votos, assim a vacinação, os tratamentos, os medicamentos, os leitos no hospitais para salvar vidar, são fundamentais para a manutenção do jogo político. Se o político só visa eleição, e as pessoas pelos números dos títulos de eleitores, o pré-candidato ainda não teve o discernimento suficiente para cair na realidade, que Certidão de Óbito, não substitui o Título de Eleitor. Mais vida com saúde e menos política visando eleição.

 

Créditos: Fiocruz

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Entre coincidências e ironias: quando adversários dividem mais do que divergências

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A política é, por natureza, o campo das diferenças. Ideias opostas, projetos distintos e, muitas vezes, rivalidades que marcam trajetórias inteiras. Mas, vez ou outra, a própria vida trata de embaralhar essas linhas e apresentar coincidências que desafiam a lógica dos embates públicos.

É o caso de dois conhecidos personagens da política de Cuiabá e de Mato Grosso: um agora ex-governador e o outro ex-prefeito da capital. Rivais em momentos distintos, ambos passam a compartilhar uma curiosidade que chama atenção — nasceram no mesmo dia, 12 de abril.

A data, que deveria ser apenas um marco pessoal, ganha contornos simbólicos quando une, ainda que involuntariamente, figuras que já estiveram em lados opostos. É o tipo de coincidência que a política não explica, mas que o cotidiano insiste em revelar.

E há mais. Para além da coincidência no calendário, existe também uma afinidade curiosa nos momentos de descontração. Ambos apreciam a mesma “gelada”, a popular “Kriptonita”, apelido atribuído à Heineken entre amigos e bastidores.

Pode parecer detalhe irrelevante diante da magnitude das decisões públicas que ambos já tomaram. Mas são justamente esses pequenos pontos em comum que humanizam figuras públicas frequentemente vistas apenas sob o prisma da disputa.

No fim, a coincidência serve como lembrete de que, por trás dos cargos, discursos e embates, existem pessoas com histórias que, em alguns aspectos, se cruzam. E, se a política separa, a vida, vez ou outra, se encarrega de aproximar — nem que seja por uma simples data no calendário ou por um brinde em comum.

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