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Se não pode mandar é melhor menosprezar ou pedir para sair?

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Em meio a uma pandemia, com gestores buscando de uma forma ou de outra, resguardar a vida das pessoas, ainda se encontra políticos, fazendo apenas política, já que não consegue mais ser a estrela principal do partido, agora é hora de agir para denegrir a sua estrutura, a sua imagem, ou seja, se não segue aos seus comandos, não serve para mais nada, é para aqueles políticos que trabalham apenas visando os benefícios próprios, “é hora de pedir para sair”, a sua liderança política já começa enxergar a luz no fim do túnel, mas nem por isso, precisa menosprezar a casa que tanto lhe servil, mesmo que não queira, terá que aceitar o ciclo natural da vida, pode até demorar, mas o final chega.

 

Foto: dreamstime.com

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Entre coincidências e ironias: quando adversários dividem mais do que divergências

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A política é, por natureza, o campo das diferenças. Ideias opostas, projetos distintos e, muitas vezes, rivalidades que marcam trajetórias inteiras. Mas, vez ou outra, a própria vida trata de embaralhar essas linhas e apresentar coincidências que desafiam a lógica dos embates públicos.

É o caso de dois conhecidos personagens da política de Cuiabá e de Mato Grosso: um agora ex-governador e o outro ex-prefeito da capital. Rivais em momentos distintos, ambos passam a compartilhar uma curiosidade que chama atenção — nasceram no mesmo dia, 12 de abril.

A data, que deveria ser apenas um marco pessoal, ganha contornos simbólicos quando une, ainda que involuntariamente, figuras que já estiveram em lados opostos. É o tipo de coincidência que a política não explica, mas que o cotidiano insiste em revelar.

E há mais. Para além da coincidência no calendário, existe também uma afinidade curiosa nos momentos de descontração. Ambos apreciam a mesma “gelada”, a popular “Kriptonita”, apelido atribuído à Heineken entre amigos e bastidores.

Pode parecer detalhe irrelevante diante da magnitude das decisões públicas que ambos já tomaram. Mas são justamente esses pequenos pontos em comum que humanizam figuras públicas frequentemente vistas apenas sob o prisma da disputa.

No fim, a coincidência serve como lembrete de que, por trás dos cargos, discursos e embates, existem pessoas com histórias que, em alguns aspectos, se cruzam. E, se a política separa, a vida, vez ou outra, se encarrega de aproximar — nem que seja por uma simples data no calendário ou por um brinde em comum.

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